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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Caio Fabio e Bp.Macedo. Atenção igreja !



Enfiando o rei Davi nos negócios escandalosos de um pastor e um bispo do Brasil


Julio Severo


Numa carta aberta para Caio Fábio anos atrás, relembrei-o que o Novo Testamento deixa claro que há condições e requisitos indispensáveis e obrigatórios para que um homem ocupe a posição de pastor. Uma dessas condições é ser irrepreensível.


Davi, João Batista, Herodes e alguns pastores brasileiros


Mas os seguidores de Caio não param de me enviar mensagens dizendo que se o rei Davi adulterou e era um homem segundo o coração de Deus, então Caio pode adulterar, pedir perdão e continuar na função pastoral. Caio está também perdoado se usar manipulação psicológica para dar sutil apoio ao aborto e ao homossexualismo, como ele já andou fazendo. Ele está igualmente desculpado se em seu passado de "papa evangélico" ele influenciava o povo evangélico a admirar Lula, sendo uma das maiores causas do devastador apoio evangélico ao político socialista que hoje usa a presidência do Brasil para impor o aborto e o homossexualismo na sociedade brasileira. Para Caio, na graça — ou mais propriamente, na sua Igreja Caminho da Graça — vale tudo.


Outro membro do Caminho da Graça me escreveu dizendo que Caio Fábio é um moderno João Batista. Sorte desse homem João Batista não estar aqui para se defender! Para quem não sabe, João Batista era filho de sacerdotes e pagou com a vida por ter repreendido o adultério e as corrupções do rei Herodes. Mas como tudo hoje está invertido, um moderno João Batista às avessas (com histórico de adultério perdoado pela "graça" versão Caminho da Graça) é que acabaria sendo repreendido por um Herodes.


É um fenômeno moderno pastores que se julgam na posição de João Batista, mas têm o caráter corrupto e adúltero de Herodes. São amantes do dinheiro e infiéis às suas esposas originais. Sem essa lamentável inversão, Deus pode realmente levantar profetas como João Batista para repreender os adultérios e corrupções dos modernos Herodes que estão na liderança da sociedade e das igrejas. O rei Herodes da "graça" made in Caminho da Graça que se cuide então.


O rei Davi não era sacerdote


Contudo, Davi é a vítima preferida dos que insistem em justificar as repreensibilidades das condutas dos Caios, Macedos e outros pastores. Mas eles ignoram um fato importante: Davi não era sacerdote. Em termos modernos, Davi não era pastor nem líder religioso. Havia na época de Davi os sacerdotes, que trabalhavam no cargo moderno de pastor. Eles ocupavam exclusivamente a função de liderança religiosa. Mais nada.


Por outro lado, Davi ocupava exclusivamente a função de liderança política. Ele era rei. Em termos modernos, ele era presidente. Mais nada.


As qualificações para sacerdote e pastor são muito mais elevadas do que as qualificações para presidente.


O sacerdote precisa ser irrepreensível. O pastor precisa ser irrepreensível. Davi era um homem segundo o coração de Deus como político. Mas se ele fosse sacerdote e pastor, ele teria a obrigação de ser irrepreensível. Como sacerdote e pastor, ele só poderia ser um homem segundo o coração de Deus com uma reputação e conduta irrepreensíveis. Ser irrepreensível é ter uma reputação excelente, é estar acima de acusações de caráter.


Além disso, o político Davi era casado com várias mulheres. Mesmo os sacerdotes da época dele não tinham várias esposas. Os sacerdotes tinham apenas uma mulher, e esse requisito continuou obrigatório para todos os pastores casados no Novo Testamento.


Bispo Macedo e o amor ao aborto e ao dinheiro


Com relação ao Bispo Edir Macedo, já tratei abundantemente do apoio dele ao aborto. É deplorável que um homem que se considere porta-voz de Deus defenda a matança legal de bebês em gestação. É deplorável que um homem que diz crer em milagres creia também no aborto. E é deplorável que um homem que se considere bispo lidere uma denominação que é alvo de freqüentes manchetes internacionais de corrupção e lavagem de dinheiro.


Por que Macedo e sua denominação lidam com o dinheiro de um modo que os expõe a escândalos? Com certeza, eles percebem o óbvio: o que o governo tira de impostos é muito mais do que o justo. E tentam proteger seu dinheiro com esquemas para desviá-lo da ganância estatal.


Macedo bem que poderia dar atenção ao exemplo de Tiradentes, que se revoltou contra o governo português pela cobrança de 20 por cento de impostos sobre os cidadãos do Brasil. Superando em muito a ganância do governo português, o atual governo brasileiro cobra quase 40 por cento de impostos, e só isso já deveria ser inspiração suficiente para motivar todos os pastores do Brasil a proclamarem jejuns, orações e ações contra esse roubo descarado. Mas em vez de orientar sua denominação e pastores a denunciarem esse imenso roubo estatal contra o Brasil, Macedo prefere apoiar o governo que rouba e recorrer a meios ilegais (pelos padrões do insaciável tubarão brasileiro do imposto de renda) para proteger sua imensa fortuna da voracidade estatal.


A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) está pagando um preço alto por recorrer a esses meios. A IURD está na mira do Ministério Público Federal por remessa de dinheiro ilegal ao exterior. Nos EUA, a IURD está também sob investigação por suas estranhas e bilionárias transações financeiras.


O que Deus exige do pastor?


Compare agora o histórico desses dois homens (Caio Fábio e Bispo Macedo) com as exigências bíblicas para o homem que quer pastorear:


"Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o pastorado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o pastor seja irrepreensível, marido de uma só mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao álcool, não violento, não cobiçoso nem ganancioso, mas moderado, não contencioso, não avarento; que governe bem a sua própria família, tendo seus filhos em obediência, com toda a modéstia, pois se alguém não sabe administrar a sua própria família, como conseguirá cuidar da igreja de Deus? Ele também não deve ser novo convertido, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo". (1 Timóteo 3:1-7)


Evidentemente, o rei Davi falharia em vários desses requisitos. De qualquer forma, esses requisitos não se aplicavam a ele, pois não são para políticos, mas apenas para pastores e bispos. No entanto, com seus problemas peculiares, nem o "Pastor" Caio Fábio nem o "Bispo" Edir Macedo têm um histórico irrepreensível na área de finanças e caráter. Eles podem ser políticos? Sim, provavelmente. Mal posso ouvi-los dizendo:


Caio e Macedo:
"Oba!!! Podemos ser políticos!"


Caio:
"Eu quero ser presidente! Tenho a experiência de ter sido o papa dos evangélicos do Brasil!"


Macedo: "Essa é para mim, Caio. Cai fora!!! Eu tenho a experiência de ser o maior magnata evangélico do Brasil. Tente ser senador!"


Caio:
"Buááá! Você está estragando meus sonhos! Só por isso vou fazer uma leitura psicológica de você no meu site para todos virem. Você vai ver!"


Macedo:
"Ah, é assim? Farei questão então que seu nome seja lembrado na próxima Sessão do Descarrego! Além disso, seus escândalos vão ser expostos no Jornal da Record!"


Brigas de família à parte, com seu caráter repreensível, ambos, como presidente e senador, estariam em seu habitat natural, no meio de muitos outros políticos que, em menor ou maior grau, vivem a mesma realidade moral e financeira deles.


O fato é que a ganância e as inclinações socialistas de Caio e Macedo — sem mencionar suas nefastas ligações passadas com Lula — os tornariam péssimos políticos cristãos. Eles podem ser pastores? Obviamente, nenhum dos dois nem sonha em largar do pastorado, mesmo não tendo a irrepreensibilidade que a Palavra de Deus exige.


Davi, Reagan e as desculpas de Caio e Macedo


Macedo e Caio têm uma desculpa: Já que Davi não tinha um histórico irrepreensível, eles também não precisam… Ufa! Eles respiram aliviados com essa santa muleta e santo amuleto! Será que o rei Herodes também usou a mesma justificativa para seu adultério e corrupções?


Eu admiro muito o rei Davi — apesar de seu adultério e assassinato covarde de Urias. Eu admiro muito o presidente Ronald Reagan — apesar de seu divórcio e recasamento. Ambos eram grandes políticos. Ambos fizeram proezas políticas e espirituais importantíssimas, cada um em sua própria geração. Davi derrubou Golias e elevou a nação de Israel. Reagan derrubou o Golias do comunismo soviético e honrou os EUA de forma tremenda. Mas seria difícil admirá-los se eles fossem pastores insistindo em não deixar o pastorado depois de um adultério, divórcio e recasamento, pois ser grande político não é a mesma coisa que ser um grande pastor. Ser pastor exige muito mais santidade do que ser presidente.


Por que? Porque um presidente dirige um povo, mas pastores segundo o coração de Deus podem influenciar presidentes e ajudar a formar uma nova geração de líderes políticos que dirigirão a nação. Pastores influenciaram de forma impressionante a fundação dos Estados Unidos, inclusive a vida de muitos presidentes americanos. O que seria de Reagan sem o Pr. George Otis, que em 1970 orou por Reagan e lhe disse profeticamente que ele seria presidente dos EUA?


Davi só se levantou como rei de Israel depois que o sacerdote Samuel o ungiu. Os Davis para a presidência do Brasil só surgirão com a ajuda de pastores ungidos e íntegros.


Entretanto, não é por amor à santidade e integridade que Caio e Macedo estão agarrados ao púlpito. Acima de tudo, eles têm suas razões pessoais para não deixar o pastorado…


A Bíblia não acertou na mosca quando disse que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males? Para Caio e Macedo, ser pastor e bispo é um negócio da China.






Fonte: Blog do Julio Severo

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Pessoas falhas, Deus as usa ? Números e dinheiro. Serão estes os sinais da aprovação de Deus ao comportamento de uma pessoa ?


Se é bem-sucedido, obviamente vem de Deus. Certo? Se traz benefício espiritual, não resta dúvida! É assim que muitas pessoas julgam pessoas e obras dos homens, imaginando que o fim justifique o meio, e até prove a aprovação de Deus das pessoas usadas para o bem dos outros. Deus pode usar pessoas com falhas para cumprir seus planos? Ele pode permitir que alguém sirva para ajudar outros, e ainda reprovar aquele mensageiro?

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As aplicações deste raciocínio são muitas. Alguns justificam o adultério porque Davi era homem segundo o coração de Deus (Atos 13:22). Outros defendem práticas erradas nas igrejas (mulheres pregando, todo tipo de show musical, atividades de entretenimento, apelos materialistas, etc.) porque servem para encaminhar algumas pessoas para Cristo. Num mundo de marketing e comércio, não deve nos surpreender que o “lucro” no final da folha de balanço se torne o único medidor importante.

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Mas o estudo da palavra deixa bem claro que o julgamento de Deus é outro. Ele frequentemente usa pessoas com falhas, e até atos errados destas pessoas, para cumprir seus planos. Jamais devemos distorcer este fato para justificar o erro. Considere:

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Perez era filho de Judá e Tamar, e se tornou antepassado de Jesus (Mateus 1:3). Mas a relação deles envolvia promessas quebradas, engano e prostituição (veja Gênesis 38). Deus usou estas pessoas, mas não aprovou os pecados delas. A genealogia de Deus inclui adúlteros, assassinos, idólatras, etc. Deus usou pessoas com falhas para trazer Jesus ao mundo!

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Deus pode usar o pecado do homem para cumprir seus planos, mas isso não justifica o erro. Os irmãos de José pecaram nas suas más intenções, mas Deus usou o erro deles para salvar uma nação (Gênesis 50:20). Judas pecou, mas Deus usou sua traição para um fim proveitoso (Mateus 26:24).Os judeus mataram Jesus, mas Deus usou este pecado para cumprir seus planos (Atos 3:13-19).

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Se refletir um pouco, perceberá que Deus constantemente usa pessoas com falhas para cumprir seus propósitos, porque ele trabalha por meio de pessoas imperfeitas – como você e eu! Ele escolheu sacerdotes imperfeitos (Hebreus 7:23,27), apóstolos imperfeitos (2 Coríntios 4:7; Gálatas 2:11; Filipenses 3:12), etc.

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O fato de alguém servir para pregar a verdade aos outros não significa que a própria pessoa necessariamente chegará ao céu (1 Coríntios 9:27). Cada um será julgado pelo reto Juiz (2 Coríntios 5:10; João 12:48).

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Outro fato para o qual devemos atentar em nossos dias e que se crermos que numeros e dinheiro são sinais de aprovação de Deus devemos dar as mãos para a igreja de Roma assim tambem como aos mulçumanos e os judeus, classes que em sua maioria apresentam pessoas ricas e bem sucedidas , além é claro das suas própias instituições.E não poderiamos esquecer também de algumas supostas igrejas em que o nome de jesus só fica na fachada porque dentro dela o senhor é mamom,e seu sacerdote um denominado " maior evangelista do século."

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Fiquemos com os critérios dados pelo Senhor e busquemos fazer a sua vontade para assim sermos obreiros aprovados por Ele!

sábado, 7 de novembro de 2009

Brasileiros NÃO apoiam lei que transforma homossexuais em casta superior


Não é de hoje que se tem falado, e muito, sobre a tal lei PL 112/2006. Que bicho é esse? Provavelmente a maioria de vocês já sabem, mas, a título de introdução, recapitularemos o assunto. De forma bem resumida, trata-se de uma Lei que, se aprovada, tornará os gayzistas o único grupo social acima de toda critica e suspeita – de fato, uma casta superior!
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Mas, como o Governo Brasileiro, liderado por um semi-analfabero, acredita que todo o restante da população brasileira compartilha do mesmo QI do seu todo-poderoso governante; se está tentando meter goela abaixo da população a idéia de que a lei pretende apenas coibir o crime de homofobia. Aliás, homofobia, é realmente um crime, e deve ser combatido com o rigor da lei.
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Acontece, meu queridos irmãos, que ninguém está querendo evitar a aprovação de uma lei que pune o preconceito, antes, estamos tentando evitar a aprovação de uma lei facista, que cria um casta superior em nosso Pai – tão superior que não possa mais ser alvo de criticas, sejam religiosas, políticas, e até mesmo cientíca! Nenhum grupo que compõe a sociedade pode ter este tipo de privilégio – nem mesmo os gays! Pelo amor de Deus!
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O site do
Pró-Vida nos dá um panorama breve, mas assustador, sobre o que está prestes a acontecer em nossa nação:
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A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por “danos morais”, pensão alimentícia após a morte do “companheiro” e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que “autorizam” a prática de um aborto de bebê anencéfalo.

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O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:
A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°).

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Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).
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Olávo de Carvalho, uma das mentes mais brilhantes da filosofia nacional, nos brinda com um cenário mais abrangente e, claro, ainda mais assustador. Em sua análise, caso esse arremedo imbecil de lei seja aprovado, diversas atitudes poderam ser consideradas “homofóbicas” (quando na verdade não são!)., Alguns exemplos:
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1. Citações da Bíblia ou de livros sagrados de qualquer religião que façam objeções morais ao homossexualismo.

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2. Opiniões médicas, psiquiátricas e psicoterapêuticas que ponham em dúvida, de maneira mais ou menos explícita, a sanidade da conduta homossexual. Isso inclui obras clássicas de Freud, Adler, Szondi, Frankl e Jung, entre outros.
(…)

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7. Análises sociológicas, históricas ou estatísticas que ponham em evidência qualquer conduta negativa da comunidade gay. Essas análises já estão praticamente excluídas do universo cultural decente. A lei vai proibi-las por completo.

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8. Qualquer resistência que um pai ou mãe de família oponha à doutrinação homossexual de seus filhos nas escolas ou à participação deles em grupos e entidades homossexuais.

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9. Qualquer tentativa de impedir ou reprimir, por atos ou palavras, as expressões públicas de erotismo gay, discretas ou ostensivas, moderadas ou extremas, mesmo diante de crianças ou em lugares consagrados ao culto religioso.

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Em outras palavras, o que o Governo Lula, e todos os seus comparsas socialistas querem impor em nossa sociedade é uma Ditadura Gay! E o que me impressiona é ver uma grande mulditão de cristãos evangélicos e católicos, apoiarem incondicionalmente o Governo do Sr. Barbudo. Além deste senhor defender valores absolutamente contrários a real democracia, e de ter sorrateiramente comprado o voto de milhões de brasileiros, ele abertamente defende valores anti-cristãos, que criminalizam o código moral da fé cristã católica (universal).

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Recentemente, no site do Partido dos Trabalhadores, foi publicado um texto CONDENANDO a postura dos cristãos frente ao assunto aqui abordado. Querem os senhores saber qual a opinião do SEU PRESIDENTE sobre o assunto? Então, vejamos:

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“Mas, enfrentamos obstáculos fortíssimos: o fundamentalismo religioso (que transformou a oposição à criminalização da homofobia em sua principal pauta teológico-política) , a ignorância de muitos e omissão de vários parlamentares. E, claro, a homofobia institucional, que torna tudo mais difícil para nós. [...] Esse substitutivo DESTRAVA o processo e nos coloca diante de um novo momento. Agora é retomar, em conjunto com a senadora Fátima Cleide, uma OFENSIVA com o intuido de aprovar o substitutivo do PLC 122 nas Comissões de Assuntos Sociais, Direitos Humanos e Constituição e Justiça, ainda em 2009. Assim, poderemos também aumentar a pressão sobre o Senado, para que sua tramitação na Câmara Alta se conclua rapidamente e o texto volte à Câmara – de perfil mais progressista – e possa, enfim, ser aprovado definitivamente. “(Julian Rodrigues) – Artigo completo
aqui.
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Para o partido que governa o nosso Brasil, a oposição contra tal lei discriminatória e facista, se baseia apenas um “fundamentalismo religioso”. O mesmo argumento imbecil e tosco é usado por tais esquerdidas insanos, contra toda e qualquer objeção ao aborto, eutanásia, distribuição de camisinhas nas escolas, e assim por diante…

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Ainda assim, estou certo de que, no proximo ano, milhares de pulpitos evangélicos pelo Brasil afora, se tranformaram em palanque para dezenas de Petistas! Não que outros politícos possam usar o púpito – NÃO PODEM! E se pudessem, que ao menos defendessem os mesmos valores morais do cristianismo, não é mesmo?

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Mas, como já disse, sendo costume deste Governo imaginar que todo brasileiro é semi-analfabeto, a semelhança do ‘papai barbicha’, o senado nos aprontou mais uma…

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a) Lançou recentemente um enquete na qual pretendia conhecer a opinião dos brasileiros sobre a Lei sobre homofobia. Isso aparentemente é muito bom! Mas, passemos para o ponto “b”, antes de tirarmos conclusões precipitadas…

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b) O primeiro problema foi o texto escolhido para a enquete. A pergunta que a enquete faz é: “” Você é favorável à aprovação do projeto de lei (PLC 122/2006) que torna crime o preconceito contra homossexuais?”.

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O pastor e blogueiro Altair Germano, é muito feliz em suas observações sobre a imbecil pergunta:
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Perceba a sutiliza da pergunta! É claro que como cristãos, somos contra qualquer tipo de preconceito.
Acontece é que somos contra o projeto de lei PLC 122, da forma como foi apresentado, já bastante discutido nos meios de comunicação.

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A grande questão é: o que o PLC 122 chama de “crime contra os homossexuais”?
Diante deste esclarecimento, da forma como o projeto se encontra, meu voto na enquete é NÃO! –
Altair Germano.
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c) Para dar continuidade a palhaçada, o Senado provavelente se surpreendeu com o fato de que a MAIORIA das participações na enquete foram CONTRÁRIAS a aprovação de tal lei. Então, advinhem qual o único pedaço do site do senado que não está funcionando nos ultimos dois dias! Claro – o da enquete!

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Mas, só para o caso de os computadores do Senado sofrem pane tal que “esqueça” do resultado que tinhamos até agora, deixaremos registrado.

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Até as 18:00 Hs de 05/11/09 o resultado era:

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CONTRÁRIOS A LEI: 62%

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FAVORÁVEIS A LEI: 38%

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Em um montante de 61.987 votos!

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Até as 10:00 Hs de 06/11/09, o resultado era:

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CONTRÁRIOS A LEI: 61%

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FAVORÁVEIS A LEI: 39%

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Será que os computadores do esquerdista Senado se recuperarão do susto? Será que se recordaram do resultado? Será… Deus não permita!… que só estão, os cumputadores, dando um tempo até que as elites gayzistas mobilizem seu pessoal? Não sabemos a resposta, claro – apenas ficamos imaginando do que não é capaz um governo aliado de imbecis como aiatolás, castrivas e chavistas…
E, caso o Senado Brasileiro permita,
votem NÃO!

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Paz e bem!

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Fonte: Olhar Reformado
Autor: Marcelo Lemos

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A música em uma visão bíblica


Atualmente, Deus está despertando a Igreja para o potencial de serviço que as artes têm. Notamos isso através de livros, revistas e periódicos dedicados às artes sob uma perspectiva cristã, criação de departamentos de música, definição de papéis diversos do músico dentro do ministério (tecladista, guitarrista, baterista, trompetista, saxofonista, trombonista, vocalista, etc), diferentemente do papel do músico de 20 anos atrás que resumia-se a alguém envolvido com o coro da igreja: ou como cantor, ou como regente. Além disso, temos hoje um participação ativa da música no ministério de evangelismo e nos movimentos de adoração, além de termos bastantes músicos profissionais que utilizam seus talentos a serviço da obra de Deus. Esta realidade nos incentiva a um estudo mais aprofundado das artes na Igreja, sendo o objetivo do presente trabalho fazer algumas considerações sobre uma dessas artes: a Música.


2 DESENVOLVIMENTO

2.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

A música é freqüentemente mencionada na Bíblia, pois cantar era parte integrante da cultura hebraica. O livro de Salmos é um hinário que nos exorta a cantar ao Senhor (Sl 149.1). Os israelitas não apenas cantavam em adoração a Deus, mas também cantavam enquanto trabalhavam (Nm 21.16-18). Davi cantou uma de suas composições quando da morte de Saul e Jônatas (2Sm 1.19-27), e, conforme está escrito no livro de Apocalipse, cantaremos, e muito, no céu! (Ap 19.1-8).

Há também na Bíblia muita música instrumental. A palavra selah, que aparece em todo o livro de Salmos (71 vezes), refere-se a um interlúdio instrumental entre as estrofes da música vocal. A nação de Israel era convocada para diversos eventos através de toques de trombetas: reuniões, para levantar acampamento, festas, comemorações, para a adoração, em campanhas militares, entre outros (Lv 23.24, Js 6.20, Jz 3.27, Sl 150.3).

A segunda volta de Cristo será anunciada por trombetas (Mt 24.31) e também a ressurreição dos mortos (1Co 15.52). A Bíblia também menciona vários instrumentos musicais como a flauta, a lira, a harpa e instrumentos de percussão (1Sm 10.5, 1Rs 1.40, 1Cr 25.1, Sl 45.8 - 150.3, Mt 9.23).


2.2 EM QUEM O MÚSICO CRISTÃO DEVE SE ESPELHAR?

Em função de problemas causados por músicos rebeldes dentro das igrejas, aliado à tendência do povo em generalizar, hoje nós, os músicos, temos fama de complicados, egocêntricos, orgulhosos, indisciplinados e outras coisas mais. O ministério musical tem algumas peculiaridades, pois a música tem o poder de acalmar os ânimos, restaurar as emoções, alegrar os corações, tranqüilizar os ouvintes, enfim, são peculiaridades da música e que "favorecem" a rebeldia dos músicos dentro das igrejas, por exemplo:

O músico é tão habilidoso e talentoso que, ao tocar ou cantar, torna-se tão agradável aos ouvintes, que estes, naquele momento, esquecem-se da rebeldia de quem está tocando ou cantando (inclusive com manifestações eufóricas), levando aquele músico a achar que não deve mudar de vida pois "agrada" aos irmãos quando toca ou canta. Essa atitude de não mudar de vida contraria o que diz a Bíblia (2Co 5.17) acerca da "nova criatura".

Quem tem um verdadeiro encontro com Cristo começa um processo de "santificação" caracterizado pela renovação do pensamento, separação e purificação de todas as coisas que não agradam a Deus (Rm 12.1-2). O músico deverá rever continuamente suas atitudes com respeito a tudo; conhecer mais de perto quais as razões que nos levam a tocar ou cantar; comparar a nossa vida Àquele que dever ser o nosso exemplo: JESUS CRISTO. Ao tomarmos Cristo como nosso exemplo, temos que copiar-Lhe as seguintes características:

Compaixão e misericórdia - Jesus era uma pessoa totalmente entregue às demais (Mt 9:36, Mt 14-14, Mc 1.41) e que deu Sua vida para o resgate de muitos (Mt 20.28).


O "SERVIR" e o "DAR" devem nos caracterizar como discípulos de Cristo. Nessas palavras resume-se o Fruto do Espírito o qual deveríamos ter: amor, gozo, paz, paciência, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio (Gl 5.22).


3 "ARTISTAS" OU SALMISTAS?

Infelizmente, no âmbito cristão e não apenas no ambiente mundano existem as más atitudes e os egos fora de controle. Uma das coisas que caracterizam tais atitudes são as listas de exigências que artistas "cristãos" pedem quando são convidados para "apresentar-se". Estas listas incluem desde especificação de som, tipo de hotel, até a marca de chicletes e balas para serem utilizados durante o evento. Já pensaram se Cristo fizesse tais exigências para fazer o que veio fazer: SERVIR e DAR? Portanto, se desejamos que o nosso ministério reflita a Cristo, devemos deixar de ser "artistas" e convertermos em "salmistas". Conforme o dicionário, o significado da palavra "salmista" é "compositor de salmos; o que canta", e os Salmos eram o cântico sagrado dos hebreus em louvores a Deus. Ao contrário do "artista", o "salmista" tem um significado mais profundo, dando a entender que é uma pessoa que, além de tocar ou cantar bem, é consagrado a Deus e separado para Ele; é alguém que está consciente da necessidade do Espírito Santo em sua vida e em sua música.


4 A MÚSICA NA BÍBLIA

É necessário que estudemos melhor sobre a música como um serviço do Corpo de Cristo, um meio de serviço ao Senhor e ao Seu povo. Devemos entender qual o lugar que a música ocupa na Palavra e na Igreja contemporânea. Tendo em vista a quantidade de versículos que mencionam a música, os cânticos, o louvor, a adoração, o regozijo ("cantar com gozo") e os instrumentos de música, entendemos que a música é algo muito importante para Deus. Em Sl 100.2, Deus ordena que nos acheguemos a Ele com louvor retumbante e com cânticos: "Servi ao Senhor com alegria...". A palavra hebraica que se emprega para "alegria" é ramanah, que significa "clamor retumbante". O maior livro da Bíblia, Salmos, é o livro dos cânticos. Logo, a música, o canto, o louvor e a adoração têm um lugar muito importante no coração de Deus.

4.1 PERSONAGENS MUSICAIS NA BÍBLIA

O Novo Dicionário Bíblico e alguns comentaristas consideram que a música foi "inventada" por "Jubal filho de Lamec" baseando-se em Gênesis 4.21 onde está escrito que Jubal era o "pai de todos os que tocam harpa e flauta". Sabemos, porém, que a música foi inventada por Deus mas que Jubal foi o primeiro homem citado na Bíblia como músico. Um detalhe importante é que Jubal tinha um irmão chamado Jabal, o qual foi o "pai dos que habitam em tendas e criam gados" (Gn 4.20), ou seja, os pastores. Tal fato, leva-nos à reflexão de que pode existir uma relação muito próxima entre os que são músicos e os que são "pastores de ovelhas".

Ao estudarmos a vida e a liderança de Moisés, vemos que, se ele não sabia tudo sobre música, tinha um bom conhecimento dela, pois, em um dia, compôs um cântico e o ensinou integralmente ao povo de Israel (Dt 31.19-22). Além do mais, Moisés foi criado no palácio de Faraó, e um dos costumes nas casas dos reis naquela época era ensinar a música aos filhos desde a mais tenra idade. Deus queria que Moisés tirasse o Seu povo do Egito para que, uma vez livres da escravidão e da opressão, tivessem a oportunidade de servi-Lo, ou seja, "adora-Lo, trabalhar para Ele e render-Lhe culto" (Ex 3.12). No momento em que Moisés e Arão foram falar com Faraó, disseram: "Assim diz o Senhor Deus de Israel: deixa ir o meu povo para que me celebre uma festa no deserto" (Ex 5.1). Neste sentido, Moisés foi também um "mestre de louvor", pois "dirigiu" o povo de Deus a um lugar específico para servi-Lo (celebrar-Lhe uma festa, oferecer-Lhe sacrifícios e adorá-Lo).

Davi é talvez o músico mais conhecido da Bíblia. Enquanto pastoreava as ovelhas do seu pai, compôs belos salmos ao Senhor. De todos os homens mencionados na Bíblia, Davi foi o único de quem Deus disse que era um homem segundo o Seu coração. Davi instituiu várias coisas no serviço da música, organizando-o de forma bastante detalhada, dando origem ao que é chamado de "Estrutura Musical Davídica", cujos aspectos são comentados a seguir:

. Constituição de um grande grupo de levitas para tocar os instrumentos feitos pelo próprio Davi. Eram 4.000 músicos instrumentistas (1Cr 23.5);

. Músicos dedicados ao serviço de louvor em tempo integral (1Cr 9.33);

. Seleção de pessoas para o serviço do louvor - As palavras "designassem", "colocou" e "separaram" utilizadas em diversas passagens do primeiro livro de Crônicas (15.16-17; 6.31; 16.4; 25.1), nos mostram que não era qualquer pessoa que ministrava o louvor, havendo uma preocupação de quem "escolhia" e de quem era "escolhido", pois que levavam tão a sério o papel da música a ponto de se dedicarem integralmente a esse ministério, com disciplina, esmero e responsabilidade;

. Ênfase à maneira de se vestir (1Cr 15.27) - Nossa aparência é importante ao estarmos representando o Grande Rei dos reis no ministério do louvor. Essa maneira de se vestir não diz respeito a que tenhamos uma roupa de "linho fino", como a dos levitas, mas a que nos cuidemos para estarmos com uma roupa limpa, bem passada e, sobretudo, vestidos dignamente para uma ocasião tão especial em que estamos louvando Àquele que é Rei dos reis e Senhor dos senhores;

. Davi encarregou o serviço do louvor a pessoas que sabiam o que estavam fazendo, ou seja, eram pessoas conhecedoras e preparadas para a música (1 Cr 15.22). O conhecer e o saber são muito importantes não só no serviço da música, como em qualquer outro. Porém, não devemos simplesmente sermos instruídos na parte técnica, mas também, sabermos que esse preparo e conhecimento musicais devem ser utilizados para a exaltação Daquele que é digno de toda a honra, de toda a glória e de todo o louvor (1Cr 25.7).

. Música, canto e louvor 24 horas por dia - este é outro aspecto importante da estrutura musical Davídica (1Cr 9.33; 16.37; 16.40). Inclusive, em Salmos 134.1 é feita uma menção a essas jornadas. Aprendemos com isto que nossas atitudes, nosso estilo de vida e nossa entrega a Deus deve ser total e contínua em tudo o que fazemos.

. Ordem, no sentido de organização e administração (DETALHES) - A preocupação com os detalhes iam desde a forma como deveriam se vestir até a acomodação física dos músicos no tabernáculo de reunião (1Cr 6. 39 e 44). Até o lugar onde deveriam parar havia sido especificado, havendo, portanto, ordem, organização e estrutura (1Cr 15.24). Asafe era o "primeiro" diante da arca, e ele "fazia ressoar os címbalos" (seção de percussão); em "segundo lugar" estavam Zacarias e um grupo de irmãos com ele os quais tocavam "alaúdes e harpas" (seção de cordas); e depois deles, estavam os sacerdotes Benaia e Jaaziel, os quais tocavam "trombetas" (seção de sopro). A música que tocavam, quem as tocava e quais as posições que deveriam tomar, TUDO tinha sido perfeitamente planejado e preparado.

. Designação de certas pessoas responsáveis por certas áreas - Seria muito difícil para Davi ordenar e administrar tudo sozinho. Daí, a necessidade de se designar líderes aos quais os levitas deviam submissão no serviço do louvor. Vemos aqui que Davi sabia delegar autoridade, uma das características de uma administração descentralizada e participativa. Davi entendia a importância da cadeia de comando e não tinha complexo de superioridade, nem era autoritário ou ditador. Por outro lado, vemos que os levitas se submetiam à autoridade de seus líderes, pois não haveria autoridade sem submissão. Todos os músicos estavam debaixo de autoridade (1Cr 25.6). Quando somos submissos à autoridade, temos facilidade, tranqüilidade e confiança para delegar autoridade a outros e a exigir-lhes obediência. Porém, quem tem autoridade, não deve abusar dela e sim, administrar com sabedoria, a autoridade concedida por Deus para o bem-estar do Corpo de Cristo.

. Colocação da Arca de Deus no meio da tenda em local acessível a todo o povo - Este foi um fato inédito que Davi fez, pois, Deus havia dito a Moisés que a Arca deveria ficar atrás do véu, no Lugar Santíssimo! E Deus não reprovou este ato, pois não deu ordens para colocar a arca de volta ao Seu lugar. Quase todos os comentaristas da Bíblia concordam que este foi um "privilégio" muito grande para o povo de Israel quando Deus, por um espaço de tempo, estava permitindo um acesso mais aberto a todo o Seu povo, caracterizando uma prévia do que haveria de vir: Cristo derramaria o Seu sangue, o véu do templo se rasgaria e, algum dia, todos os povos, línguas, tribos e nações teriam um acesso direto ao Pai através do sangue do Cordeiro derramado na cruz do Calvário!


5 CONCLUSÃO

A estrutura musical Davídica nos mostra que tudo que tocamos (instrumentos musicais) e tudo o que cantamos deve ser direcionado ao louvor a Deus; não importa onde o façamos, estaremos diante do trono do Senhor, para agradá-Lo, e para oferecermos sacrifícios somente a Ele, e a mais ninguém. Todo o nosso serviço deve girar em torno da Sua presença! Glórias a Deus!


BIBLIOGRAFIA

WITT, Marcos. O que fazemos com estes músicos? - São Paulo: W4ENDOnet Comunicação e Editora, 2003.

NOLANDY, Rory. O coração do artista: construindo o caráter do artista cristão - São Paulo: Fundação Batista Central WCA/Ekklesia e W4ENDOnet Comunicação e Editora, 2002.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Campanha : Traga seu fuzil para ser ungido, sucesso garantido para tomar morros e derrubar helicópteros !


Estive este dias em uma igreja em um dos morros do Rio de Janeiro envolvidos no caos do tiroteio nos últimos dias. Era um culto "comum" realizado nos dias de semana. Fui convidada por uma conhecida que é Missionária. Era uma sexta-feira comum, sem culto em minha igreja, não vi nada demais e fui. Pois bem... Qual não foi minha surpresa, quando em um momento do culto, que aliás estava uma bênção até aquele momento, entraram três jovens armados e sentaram no fundo do salão. Iniciou-se muitos "Glórias & Aleluias", não sei bem se por medo ou exaltação ao Senhor por aquelas vidas terem entrado em seu Templo.


No entanto, a questão ficou esclarecida quando alguns obreiros daquela congregação iniciaram uma oração no fundo do salão. Oravam por aqueles três jovens da Comunidade local. Oravam para que Deus os guardasse, os protegesse, que os livrasse do mal e os guardassem das balas perdidas. Estranho ouvir uma oração dessa, quando as balas perdidas saem dos fuzis de jovens como aqueles. Achei um absurdo! Minha vontade foi de levantar-me e sair imediatamente daquele lugar. No entanto, Deus me fez permanecer. Orando... Sozinha...

Enquanto o culto transcorria como se nada acontecesse lá nos fundos... Senti de Deus de olhar para trás. Fiquei mais horrorizada ainda, quando vi obreiros ungindo as armas daqueles jovens. Usando o Nome Santo de Jesus para abençoar aqueles que tirariam vidas de outras pessoas (não importa se bandidos ou policiais ou ainda inocentes, mas pessoas), seres humanos. Tudo acontecia como se fosse algo normal.

A conhecida que me convidou percebeu minha inquietação e quando os tais jovens saíram do recinto, a igreja desabou em mais "Glória & Aleluias" e levantou-se um "VASO", que deve ser daquele barro bem porcaria, para falar que Deus estava naquele negócio. COMO? Pergunto a você meu leitor... COMO, um Deus maravilhoso como o nosso que ama a todos sem distinção, pode estar num negócio que se refere a tirar vidas de outras pessoas inocentes. Pessoas que não tem a mesma opinião daqueles jovens e que não seguem a sua facção. Como?


Temos que orar por eles. Temos! É nossa obrigação enquanto cristãos orar por todos que queiram oração, que desejem receber de Deus uma bênção, mas é inadimissível ungirmos fuzis, pistolas e qualquer arma de fogo, porque um delinquente pede. Deus ama o PECADOR. Orar por estas vida é nosso dever. Entretanto, Deus abomina o pecado. Ungir armas de fogo é pecado! Não é bíblico.


Não devemos temer quando um traficante ou bandido entra em nossas igrejas. O Espírito Santo de Deus nos dá autoridade. Jesus nos deu autoridade quando regressou aos céus e nos deixou o Consolador. Se um cidadão fora das normas da civilidade entrar em nossas igrejas devemos orar para a libertação dele, não para que ele continue fazendo tudo que quer, causando desespero, caos e temor por onde passa.


Pastores Presidentes de igrejas em Congregações do Morro do Rio de Janeiro orientem melhor seus dirigentes. Tal atitude tomada por esta congregação não deve acontecer novamente e em nenhuma outra igreja. Somos de Cristo e temos que ter posição de exército de Cristo. Tementes a Deus, não ao fuzil ou ao dono dele.
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Fonte: Blog da Patricia Telles
Via : Blog do Pr. Afonso

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O santíssimo quadrilatero: Mais heresias de Roma

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Antes de morrer o papa João Paulo II, recebeu inúmeros pedidos para que assinasse um novo dogma em que a Igreja reconheceria Maria como co-redentora juntamente com Jesus. O líder desse movimento é o Sr. Miravalle, 41 anos, professor de Mariologia numa das mais conservadoras universidades católicas da Itália. Desde então, o papa recebeu mais de seis milhões de assinaturas de 148 países solicitando que ele conceda a Maria a mais alta promoção. Além disso, o Sr. Miravalle recebeu o apoio de 550 bispos e 42 cardeais, incluindo o Cardeal John O’Connor e a Madre Teresa de Calcutá antes de suas mortes.

Segundo Miravalle: O Papa João Paulo II usou o título de co-redentora pelo menos em seis ocasiões. Em sua homilia em Guayaquil, Equador, em janeiro de 1985, João Paulo II declarou que Maria estava "crucificada espiritualmente com seu Filho crucificado" e que "seu papel como Co-redentora não cessou depois da glorificação de seu Filho".

Caro leitor a afirmação dos católicos romanos de que Maria é co-redentora juntamente com Cristo é blasfêmia. A salvação dos homens se dá pela fé no Filho de Deus. Somente por Ele, somos libertos do domínio do adversário das nossas almas. Jesus Cristo afirmou que Ele é o caminho, a verdade e a vida e que ninguém pode ir ao Pai se não for por Ele. Junta-se a isso, o fato inquestionável de que como qualquer mortal, Maria foi concebida em pecado, e como pecadora que era, só pôde ser salva mediante sua fé em Cristo Jesus. Afirmo sem titubeios que ainda que tenha possuído virtudes incontáveis, Maria não foi imaculada, nem tampouco perfeita em seus caminhos. Afirmo também que a tradição católica de que ela foi assunta aos céus é herética, e anti-bíblica e que como qualquer pessoa que morre em Cristo não pode interceder pelos vivos, e que esta função de interceder junto ao Pai pelos santos de Deus, cabe exclusivamente ao Senhor Jesus.

Isto posto, concluo que em Cristo, por Cristo e por intermédio de Cristo é que somos SALVOS e que Maria não pode fazer absolutamente nada pela humanidade.

Solus Christus!
Fonte: Blog do Pr.Renato Vargens
Via: Genizah

Pastor : Seu rebanho começa em casa



Inicio esta reflexão lembrando o que Paulo ensinou ao jovem pastor Timóteo: “Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher ... Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia 5 (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);” (1Tm 3:2a, 4-5 ACF).
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A vida do pastor começa em casa. É no lar que ele tem ou não tem autoridade espiritual. Este é o calcanhar de Aquiles de muitos obreiros. Focam a Igreja e a comunidade em volta, bem como as amizades, mas se esquecem de duas coisas essenciais: a vida devocional e a vida familiar. Aqui estão os dois pilares da vida pastoral.
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O insucesso de muitos obreiros está ligado à falta de compromisso na intimidade com Deus e na família. Isto é muito sério. Deve haver sempre coerência entre a vida dentro e fora do lar, pois as pessoas estão de olho na vida do pastor.Tedd Tripp, em seu artigo da Revista Fé para Hoje, nos ensina: “O lar é um microcosmo da igreja. As qualidades da vida espiritual que dão credibilidade ao pastor em casa fornecerão a mesma medida de confiança às pessoas que ele serve na Igreja… A vida familiar é a fornalha, na qual as características do pastor serão forjadas”.
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A nossa vida no lar é a medida da nossa autoridade. Como pastor, devo ser um líder espiritual em casa e na igreja, um marido e pai, bem como um protetor. A nossa espiritualidade definirá que tipo de líderes somos em casa e na igreja. Deus nos chamou à coerência de Cristo, o nosso Supremo Pastor. O pastor que tem sua família bem estruturada é um homem que dá um excelente testemunho do evangelho de Cristo. Na contramão desta verdade, Eli, sacerdote em Israel, cuidava do sacerdócio, mas não foi enérgico com os seus filhos. “Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial; não conheciam ao SENHOR. ... Era, pois, muito grande o pecado destes moços perante o SENHOR, porquanto os homens desprezavam a oferta do SENHOR.” 1º Samuel 2.7 ACF).
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A nossa casa é o primeiro templo onde devemos cultuar ao Senhor com todos da família. Se falhamos em casa, falhamos na igreja. Se não temos autoridade em casa, não a teremos na igreja. A qualidade do nosso ministério dependerá da nossa qualidade em casa. Se não somos enérgicos em casa, como seremos na Igreja? Se não levamos a sério a disciplina no lar, como será na igreja? Se não pastoreamos o nosso pequeno rebanho, como o faremos com o grande? É a lei de causa e efeito! O lar deve ser sempre o fator que causa as mudanças relevantes na Igreja.
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Há uma retroalimentação aqui.O Dr. Maybue (Redescobrindo o Ministério Pastoral, da Editora CPAD) cita um bestseller sobre o ministério pastoral que contém um capítulo intitulado ' Alerta: O Ministério Pode Ser Uma Ameaça para Sua Família’. Por mais chocante que seja, o título reflete com precisão a realidade do ministério pastoral hoje. Uma pesquisa pastoral realizada há alguns anos, publicada em um jornal importante, descobriu as seguintes dificuldades significativas que produzem problemas conjugais nas famílias de pastores: 81% tempo insuficiente em conjunto; 71% uso do dinheiro; 70% nível de renda; 64% dificuldades de comunicação; 63% expectativas da congregação; 57% diferenças quanto ao lazer; 53% dificuldades na criação dos filhos; 46% problemas sexuais; 41% rancor do pastor com relação à esposa; 35% diferença quanto à carreira ministerial e 25% diferenças quanto à carreira da esposa.”
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Esta pesquisa aponta para uma realidade pior nos dias de hoje. Aumenta sensivelmente as separações em nossas igrejas, inclusive de líderes. Uma série de fatores comprova esta triste realidade. Como líderes, não temos sido cuidadosos, prudentes na relação familiar. Não temos sabido conciliar os compromissos do lar com os demais. Sentimo-nos pressionados, muitas vezes, pela opinião pública. Deus, família e igreja são o trinômio fundamental na vida do homem de Deus. Richard L. Maybue nos alerta, dizendo o seguinte: “A única maneira de reverter o declínio geral da qualidade das famílias dos pastores é voltar aos princípios espirituais para o casamento e a família. Entendo que, quaisquer que sejam as pressões hoje vigentes, elas já tiveram equivalentes no passado e terão paralelos no futuro… Portanto, a família do pastor deve ser uma prioridade em sua vida”.
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Fonte: Associação dos Diáconos Batistas do Rio de Janeiro - ADBERJ via newsletter Frank Medina / Artigo publicado com o título "Pastor: seu primeiro rebanho é a sua casa!".Oswaldo Luiz Gomes Jacob é pastor da Segunda Igreja Batista em Barra Mansa – RJ
Via:EAG

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Os sete Espíritos de Deus


TEXTO: Apocalipse - 4


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01. Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu, e a primeira voz que ouvira, voz como de trombeta, falando comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer.


02. Imediatamente fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono;


03. e aquele que estava assentado era, na aparência, semelhante a uma pedra de jaspe e sárdio; e havia ao redor do trono um arco-íris semelhante, na aparência, à esmeralda.


04. Havia também ao redor do trono vinte e quatro tronos; e sobre os tronos vi assentados vinte e quatro anciãos, vestidos de branco, que tinham nas suas cabeças coroas de ouro.


05. E do trono saíam relâmpagos, e vozes, e trovões; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus;


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INTRODUÇÃO


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Amados irmãos! Quem tiver ouvidos ouça o que o Espírito diz as igrejas. Assim termina todas as cartas que o Apocalipse registra para as sete igrejas da Ásia. Eu espero que os amados irmãos também possam se alimentar dessa palavra, assim como ela me alimentou.


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O livro do Apocalipse é o livro da revelação, um livro escatológico, que contém em suas palavras algo muito superior a mente humana, e que na direção do Espírito Santo pode ser revelado muitas mensagens, e quando eu li estes versículos fui inspirado a escrever esta mensagem, uma mensagem que me ajudou a crescer.


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Estava João preso na ilha de Patmos, uma ilha ao sudoeste de Éfeso, com cerca de 30 km de circunferência, onde este abnegado servo de Deus estava isolado fazendo serviços forçados, após um endemoniado, tal de imperador Domiciano o ter encarcerado ali, devido à perseguição que João sofrerá, pela palavra do Senhor. Mas, sem saber que tudo coopera para o bem daquele que teme a Deus (Rm 8:28), João estava ali devido a um propósito de Deus. O livro de Apocalipse provavelmente tenha sido escrito entre 64 dc a 68 dc, durante o reinado do imperador Nero.


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Nesta ocasião estava João, talvez no entardecer, já cansado do dia de trabalho, exausto, e mesmo assim dobra seus joelhos e vai orar neste momento algo sobrenatural começa a acontecer, Deus começa a arrebatar João para lhe mostrar o que aconteceu, o que está acontecendo e o que haveria de acontecer, então Deus lhe mostrou entre outras coisas, os sete Espíritos de Deus.


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O NÚMERO SETE NA BÍBLIA


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O número sete na bíblia representa a perfeição, todas as vezes que lemos na palavra de Deus a presença do número sete, se observa à perfeição do que Deus fez, do que Ele é ou do que Ele quer que seja feito. Por exemplo, Deus criou a terra e descansou no sétimo dia, mas sabemos que Deus não se cansa, mas Ele estava nos mostrando à perfeição da criação. Em Dt 16:13, Deus manda realizar a Festa do Tabernáculo por sete dias, era Deus querendo que fosse realizado um louvor perfeito. E ainda existem outras tantas vezes em que o poder de Deus se manifesta na presença do número sete, mas entenda isso não é numerologia, mas uma percepção da simbologia de Deus na bíblia, pois devemos saber que a bíblia é um celeiro infinito de mensagens de Deus para o homem, e creio que a humanidade irá passar pela terra e não desfrutará de todas as mensagens nela constadas, por isso alimente-se de tudo que a bíblia lhe der.


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Por isso João escreve as sete cartas para as sete igrejas, ainda fala das sete taças da ira de Deus, as sete trombetas do Apocalipse, os sete cavaleiros, e também os SETE ESPÍRITOS DE DEUS, do qual falaremos nessa mensagem.


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A VISÃO DE JOÃO


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João começa o capítulo 1, relatando o convite que o Senhor, que com uma voz inconfundível lhe faz, dizendo, sobe aqui meu filho amado, meu querido amigo, servo fiel, pois te mostrarei coisas sobrenaturais. Creio que se fosse nos dias de hoje Deus pediria para ele levar uma máquina digital e uma filmadora para registrar tudo, mas não foi assim, talvez para que nós possamos crer sem ver e não ver para crer. João então é arrebatado em espírito e a primeira coisa que ele vê é um trono e alguém assentado sobre o trono. Era Jeová! Que tinha uma aparência sobrenatural, como pedras preciosas, e ao redor do trono de Jeová estava um arco-íris, que todos sabemos possuir sete cores, mostrando a perfeição da beleza de Deus.


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Ao redor do trono João vê vinte e quatro anciãos assentados em seus tronos, representado a adoração eterna, diária, pois o dia tem vinte e quatro horas. E por que vinte e quatro anciãos e não vinte e quatro jovens? Eu te digo! Por que para adorar a Deus não tem idade, e idoso também dobra joelho. Pois mais a frente João os vê jogando suas coroas diante do trono de Jeová. Há! Eles estavam vestidos de branco, mostrando que para adorar a Deus é necessária a santidade pura. Ainda falta falar das coroas, que representam ser a essência da adoração, o ápice, o auge, da adoração. E justamente do trono saiam relâmpagos e trovões, e que diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, que nos mostra além do poder de Deus, que sua glória é perfeita, e brilha para sempre.


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OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS


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Do trono saíam relâmpagos e trovões, e havia sete lâmpadas que nunca se apagam, pois elas são alimentadas pela glória do todo poderoso, sendo elas os SETE ESPÍRITOS DE DEUS, não que Ele tenha sete Espíritos, mas que seu Espírito tem a formosura da perfeição eterna. Quem é o Espírito de Deus senão o Espírito Santo que na bíblia é chamado de o Espírito de Deus, o Espírito da vida, o Espírito do Senhor, o Espírito Excelente, o Espírito Santo. Sim! Ele estava ali, sendo adorado, pois Ele é Deus, e sendo Ele um Deus perfeito, deve ser buscado por cada um de nós. Então com muita simplicidade e reverência eu lhe mostrarei o que aprendi com a bíblia sobre ter, o buscar e o alcançar, OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS.


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Gostaria que o amado irmão leitor tivesse a maior reverência ao ler esta mensagem, pois para mim o fato de falar do Espírito de Deus é algo que me estremece o coração. A bíblia diz que certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma sem antes ter revelado aos seus servos, os profetas (Am-03:07) e profeta é aquele que dá ouvidos ao que Deus fala e fala o que Deus manda, e eu sou um profeta de Deus.


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A REVELAÇÃO


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Não se pode separar Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, Ele é Trino. Quando João vê o trono de Jeová, ele esta contemplando o Deus trino, na grandeza de sua glória, na excelência de seu poder, e na sua total majestade.


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A bíblia é sim escrita por homens, e graças a Deus por isso, pois somos a imagem e semelhança dEle, mas estes homens só puderam escrever sob a inspiração do Espírito Santo, então e escritor é o Espírito Santo. O assunto central da bíblia é Jesus, o autor é Jeová e o escritor e o Espírito santo. Quando os olhos do apóstolo João contemplam o Eterno ele se lembra das palavras do profeta Isaías, que em um momento de inspiração celestial nos revelou OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS, ao falar da pessoa de Jesus, com as seguintes palavras:


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Isaías-11: 02
E repousará sobre ele o ESPÍRITO do Senhor, o ESPÍRITO de sabedoria e de inteligência, o ESPÍRITO de conselho e de fortaleza, o ESPÍRITO de conhecimento e de temor do Senhor.


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Estes são OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS que João viu:


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a) O ESPÍRITO DO SENHOR


Este o que concede as habilidades para um Rei, ser Senhor é ser soberano, é ter domínio da situação, é viver no senhorio de sua vida, é não se curvar aos prazeres da carne, e aos encantos de satanás.


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b) O ESPÍRITO DE SABEDORIA


Este o que traz o conhecer sem ver, ter a resposta antes da pergunta, é ser sábio tanto no pensar quanto no falar ou no agir. Só o Espírito do Senhor pode nos levar em excelência a algum lugar


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ESPÍRITO DE INTELIGÊNCIA


Este o que da capacidade para desenvolver estratégias, capacita à mente para discernir qual caminho seguir, tomar a decisão certa nas horas mais incertas, ter percepção de tudo. Se a sabedoria dá conhecimento, a inteligência dá capacidade.


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d) O ESPÍRITO DO CONSELHO


Este é o que tem a boa palavra, a palavra que produz vida, aquela que se dá sobre o que convém fazer, é o juízo, o ensinamento, é o fruto que produz vida.


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e) ESPÍRITO DE FORTALEZA


Este é o que dá energia, segurança, é virtude dos fortes, qualidade de ser forte, traz constância, solidez ao justo. Estabelece os fundamentos para o firmamento, e assim estarmos prontos para o dia da luta.


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f) O ESPÍRITO DE CONHECIMENTO


Este é o que dá a experiência para o discernimento, consciência de si própria, este é o que tem a instrução a perícia a cultura. É o que nos capacita para não cometermos o mesmo erro duas vezes.


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g) O ESPÍRITO DO TEMOR


Este é o que dá o sentimento profundo de reverência ou respeito, também o zelo e a pontualidade. Este nos prepara para nos aproximarmos de D’us, e nos colocarmos na condição de adoradores.


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CONCLUSÃO


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Este era o ministério de Jesus, e depois também o ministério do Espírito Santo, mas pode ser visto na vida de alguns cristãos ainda hoje. Se não for o seu caso busque OS SETE ESPÍRITOS DE DEUS para a sua vida, e verás a diferença entre aquele que serve a Deus e aquele que não serve a Deus (ML-03:18)


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Pr. Alexandre Augusto.



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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Se o casamento com divorciados é pecado, por que muitas igrejas o aceitam ?


Esta pergunta excelente abrange vários assuntos de uma vez. Temos publicado alguns estudos sobre o divórcio e sobre questões de doutrina e prática de igrejas.
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Vamos fazer um pequeno resumo de alguns fatos importantes.
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1. Algumas pessoas e algumas igrejas inteiras se desviam da verdade e não ensinam nem praticam o que Jesus manda (Atos 20:28-30; 1 Timóteo 4:1; Tito 1:10-11; Gálatas 1:6; Apocalipse 2:5,14-16,20-23; 3:3,16-19).
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2. As práticas comuns “nas igrejas” não servem como padrão. A palavra de Jesus é o padrão, e nós não devemos ir além dela (João 12:48-49; 1 Coríntios 4:6; 2 João 9).
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3. Há diferenças de entendimento entre alunos da Bíblia que devem ser resolvidas por meio do estudo honesto e humilde (1 Coríntios 1:10). Infelizmente, as tradições, os interesses e opiniões de homens, frequentemente, ocultam a palavra de Deus (Mateus 15:3,6).
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4. A tendência de alguns pastores e de algumas igrejas é de suavizar a palavra, oferecendo “liberdades” que Jesus não nos deu (2 Pedro 2:1-3). Tais falsos mestres serão julgados por Deus (Tiago 3:1).
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5. Em geral, os divorciados não têm direito de casar de novo, pois Jesus diz que tais casamentos são adúlteros (Lucas 16:18; Marcos 10:9-12). Adúlteros não participam do reino de Deus (1 Coríntios 6:9-10).
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6. O próprio Jesus deu apenas uma exceção a essa regra geral (Mateus 5:32; 19:9). Quando uma pessoa divorcia por causa das relações sexuais ilícitas do seu parceiro, esta pessoa inocente não comete adultério quando se casa novamente.
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7. A palavra de Jesus exige sacrifícios. Às vezes, os sacrifícios são doloridos e radicais (Mateus 5:29-30; Marcos 8:34-38; 10:21-22; veja o exemplo de Esdras 9 e 10). Muitas igrejas hoje esquecem desses princípios e colocam a “felicidade” nesta vida acima da vida eterna.
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8.Há hoje muitas igrejas que mantêm comunhão com pessoas que vivem abertamente na imoralidade desrespeitam a vontade de Cristo, valorizando a paz com homens acima da paz com Deus (1 Coríntios 5:9-13; 2 Tessalonicenses 3:6,14; Apocalipse 2:14,20; Tiago 3:17; Romanos 12:1-2).
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9. Nenhum homem ou grupo de homens tem direito de alterar a palavra do Senhor, nem para aceitar o que ele proibiu, nem para proibir o que ele autorizou (Apocalipse 3:7). O julgamento final será individual (2 Coríntios 5:8-10). A palavra de pastores ou de concílios humanos não servirá de defesa para justificar os nossos pecados (Mateus 7:15-23; Hebreus 10:26-31).
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Seja fiel a Deus, seja fiel a seu cônjuge, seja crente em Jesus !