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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

O santíssimo quadrilatero: Mais heresias de Roma

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Antes de morrer o papa João Paulo II, recebeu inúmeros pedidos para que assinasse um novo dogma em que a Igreja reconheceria Maria como co-redentora juntamente com Jesus. O líder desse movimento é o Sr. Miravalle, 41 anos, professor de Mariologia numa das mais conservadoras universidades católicas da Itália. Desde então, o papa recebeu mais de seis milhões de assinaturas de 148 países solicitando que ele conceda a Maria a mais alta promoção. Além disso, o Sr. Miravalle recebeu o apoio de 550 bispos e 42 cardeais, incluindo o Cardeal John O’Connor e a Madre Teresa de Calcutá antes de suas mortes.

Segundo Miravalle: O Papa João Paulo II usou o título de co-redentora pelo menos em seis ocasiões. Em sua homilia em Guayaquil, Equador, em janeiro de 1985, João Paulo II declarou que Maria estava "crucificada espiritualmente com seu Filho crucificado" e que "seu papel como Co-redentora não cessou depois da glorificação de seu Filho".

Caro leitor a afirmação dos católicos romanos de que Maria é co-redentora juntamente com Cristo é blasfêmia. A salvação dos homens se dá pela fé no Filho de Deus. Somente por Ele, somos libertos do domínio do adversário das nossas almas. Jesus Cristo afirmou que Ele é o caminho, a verdade e a vida e que ninguém pode ir ao Pai se não for por Ele. Junta-se a isso, o fato inquestionável de que como qualquer mortal, Maria foi concebida em pecado, e como pecadora que era, só pôde ser salva mediante sua fé em Cristo Jesus. Afirmo sem titubeios que ainda que tenha possuído virtudes incontáveis, Maria não foi imaculada, nem tampouco perfeita em seus caminhos. Afirmo também que a tradição católica de que ela foi assunta aos céus é herética, e anti-bíblica e que como qualquer pessoa que morre em Cristo não pode interceder pelos vivos, e que esta função de interceder junto ao Pai pelos santos de Deus, cabe exclusivamente ao Senhor Jesus.

Isto posto, concluo que em Cristo, por Cristo e por intermédio de Cristo é que somos SALVOS e que Maria não pode fazer absolutamente nada pela humanidade.

Solus Christus!
Fonte: Blog do Pr.Renato Vargens
Via: Genizah

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Católicos em declínio no Brasil

As igrejas evangélicas no Brasil recolhem por mês entre seus fiéis mais de R$ 1 bilhão – precisamen­te R$ 1.032.081.300,00. A Igreja Católica, que tem mais adeptos espalhados pelo país, arrecada menos: são R$ 680.545.620,00 em doações. Os números estão na pesquisa sobre religião realizada pelo Instituto Análise com mil pessoas em 70 cidades brasileiras
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Entre os evangélicos, as igrejas que mais recolhem são as pentecostais, como a Assembleia de Deus, e neopentecostais, como a Universal do Reino de Deus. Cada fiel doa em média R$ 31,48 – mais que o dobro das doações que os católicos deixam em média nas suas paróquias (R$ 14,01).
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Os evangélicos não pentecostais, chamados históricos (presbiterianos e batistas, por exemplo), são os mais generosos. Doam em média R$ 36,03.
A pesquisa mostra que o nú­­me­­ro de católicos continua em declínio. No Censo de 2000, eram 73,77% da população contra 15,44% de evangélicos. Nesta pesquisa, o número de católicos caiu para 59% e o de evangélicos subiu para 23%. “Ou seja, dois em cada dez brasileiros são evangélicos”, diz Alberto Carlos Almeida, diretor do Instituto Análise.
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O cientista político Cesar Ro­­mero Jacob, autor do Atlas da filiação religiosa e indicadores sociais no Brasil, se diz surpreso com a queda de “15 pontos porcentuais” no número de fiéis da Igreja Católica.
Figura polêmica, o bispo Edir Macedo, fundador da Universal do Reino de Deus, é conhecido pe­­la maioria dos brasileiros. Mas sua imagem não é das melhores. Para 70% dos entrevistados, “ele usa o dinheiro da Universal para enriquecer”. Entre os próprios evangélicos, 57% têm essa impressão. E 18% dizem que “ele é bom e tu­­do o que faz com o dinheiro da Uni­versal é para o bem de seus fiéis”.
A pesquisa mostra que a estratégia de recolher doações funciona muito bem, sobretudo na Uni­versal. “Os pastores falam de di­­nheiro o tempo todo”, constata a antropóloga Diana Lima, do Ins­tituto Universitário de Pesquisa do Rio, o Iuperj. “Além do dízimo, os fiéis são estimulados a fazer propósitos com Deus e pagam por isso.”
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O bispo Macedo, que responde a processo criminal por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, levou ao máximo a Teologia da Prosperidade, criada por norte-americanos no início do século 20. “A relação com Deus é de contrato. Não se espera a salvação para depois da morte. O que interessa é o aqui e agora”, analisa Diana, que há cinco anos frequenta cultos, para entender o que move uma pessoa pobre a doar o pouco que tem para Macedo e seus pastores.
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Diana defende a tese de que a Universal estimula o empreendedorismo dos fiéis. “Não é aquele negócio de pedir uma casa a Deus e ficar esperando que caia do céu. Não. Eles querem oportunidades. E sobretudo não querem mais ser humilhados.”
Ela destaca que os pastores falam muito nisso. O discurso se baseia na lógica do dinheiro. “Os fiéis investem agora, dando dinheiro à igreja neste acordo com Deus, para ter o lucro lá na frente.”
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Diana comprovou que os fiéis não se incomodam com o enriquecimento dos pastores. “Uma das explicações é que o pastor está num lugar santificado. Então, faz sentido estar economicamente bem.” Quando ouvem acusações de desvio de dinheiro, como a que levou o casal de bispos Estevam e Sonia Hernandes, líderes da Igreja Renascer, para a cadeia, preferem não julgar. “Os fiéis acham errado, mas defendem que cada um tem de se preocupar com seu compromisso diante de Deus. Isso não desautoriza a igreja.”
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Fonte: Gazeta do Povo

A padroeira que não fala nem anda , carregada e adorada por cegos e surdos espirituais


Júlio Brustoloni, autor de vários livros sobre vidas de santos, referindo-se a Maria, mãe de Jesus, afirma que é errado rejeitar “o culto devido àquela Mulher que esmagou com sua descendência a cabeça do demônio”. Há também um estranho livro, de Afonso de Ligório, "As Glórias de Maria", que transfere a Maria, sem a menor cerimônia, atributos e honras que pertencem exclusivamente ao Senhor Jesus. Até a CNBB, com o livreto "Com Maria, Rumo ao Novo Milênio", realiza uma tentativa forçada de justificar o culto mariano. Entretanto, um único versículo da Bíblia os desautoriza: "Adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele prestarás culto” (Mateus 4.10).
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Além do mais, não se pode admitir, de sã consciência, que uma imagem de barro encontrada em um rio seja o retrato de Maria, conforme nos revela a Bíblia Sagrada. A imagem de “Aparecida” tem esse nome porque “apareceu” em um rio. Trata-se de uma pequena imagem de barro, medindo 39 centímetros e pesando aproximadamente 4,5 kg, sem o manto e a coroa, que foram acrescentados (1). O Dr. Pedro de Oliveira Neto, que estudou a imagem, afirmou em 1967: “A imagem encontrada pelos pescadores junto ao Porto de ltaguaçu é de barro cinza claro, que se vê claramente em recente esfoladura no cabelo” (2). Segundo o estudioso, a imagem “foi feita provavelmente na primei­ra metade de 1600, por discípulo, mas não pelo próprio mestre, do beneditino Frei Agostinho da Piedade” (3).
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À mesma conclusão chegaram os artistas do MASP em 1978: “Constatamos pelos fragmentos da imagem em terracota que ela é da primeira meta­de do século XVII, de artista seguramente paulista, tanto pela cor como pela qualidade do barro empregado e, também, pela própria feitura da escultura” (4). Em todo caso, essa peça de barro representa Maria para o catolicismo, e se foi achada no rio, podemos desenvolver algumas hipóteses:
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1 a imagem foi trazida pelos colonizadores brancos por famílias
que se instalaram no vale do Paraíba; pelos bandeirantes, pois eles carregavam imagens onde quer que fos­sem; pelos padres que passaram por aquela região; por algum comerciante ou vendedor ambulante; poderia fazer parte de um oratório familiar e, ao ter sido quebrada, foi jogada fora.
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2 a teoria dos escravos; algum escravo poderia associar a imagem a algum orixá, especialmente aos das águas (sincretismo), e assim tê-la lançado como oferenda, fazendo pedidos (engravidar, saúde, proteção, ou para se obter riquezas, dinheiro, pedras preciosas etc.);
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3 a teoria das lendas indígenas - como eles criam na Cobra Norato, uma grande cobra dos rios que durante a noite era um jovem que seduzia as moças, alguém teria lançado a imagem como ritual para proteção;outra lenda diz que alguém enfrentou a cobra gigante lançando a imagem no rio, espantando o monstro.
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Mas a teoria oficial da Igreja Católica possui duas fontes sobre o achado, no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (1 Livro do Tombo da Paróquia de S. Antônio de Guaratinguetá) e no Arquivo dos Jesuítas em Roma - Annuae Litterae Provinciae Brasilíanae, anni 1748 et 1749 (5). A história é que, em 1719, três homens pescavam perto de ltaguaçu. Lançando um deles a rede, tirou o corpo da imagem, sem cabeça. Mais abaixo no rio jogou a rede outra vez e conseguiu trazer a cabeça. Não tinham até aquele momento apanhado nada, mas a partir daí fizeram uma copiosa pescaria que encheu as canoas. Após esse milagre, surgiram outros relacionados à imagem.
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A explicação do Dr. Aníbal Pereira dos Reis, ex-sacerdote católico, ordenado em 1949, formado em Teologia e Ciências Jurídicas pela PUC-SP, em seu livro “A Senhora Aparecida” (Edições Caminho de Damasco Ltda, SP, 1988), diz que é uma grande armação do padre José Alves Vilela, pároco da matriz local, que teria colocado a imagem no rio, manipulando e divulgando seus supostos milagres.
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Idolatria? Os católicos não aceitam que as homenagens a Maria e outros santos sejam consideradas idolatria. Veja no dicionário o que significa o termo:
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Ídolo: S.m. 1. Estátua ou simples objeto cultuado como deus ou deusa, 2. Objeto no qual se julga habitar um espírito, e por isso venerado. 3. Fig. Pessoa a quem se tributa respeito ou afeto excessivo. Idolatrar: V.t.d. 1. Prestar idolatria a; amar com idolatria; adorar, venerar. 2. Amar com idolatria, com excesso, cegamente. Int. 3. adorar ídolos; praticar a idolatria. Idolatria: 1. Culto prestado a ídolos. 2. Amor ou paixão exa­gerada, excessiva (6). do grego, eídolon, ídolo, e latreúein, adorar; refere-se à adoração ou veneração a ídolos ou imagens, quando usado em seu sentido primário. Porém, em um sentido mais lato, pode indicar veneração ou adoração a objeto, pessoa, instituição, ambição etc, que tome o lugar de Deus, ou que lhe diminua a honra (7).
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A Bíblia claramente diz que culto a imagem esculpida, estátua, figura de pedra ou imagens sagradas é idolatria e abominação: Não farás para ti imagens esculpidas, nem qualquer imagem do que existe no alto dos céus, ou do que existe embaixo, na terra, ou do que existe nas águas, por debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto (Êxodo 20:4); Não fareis para vós ídolos, nem para vós levantareis imagem de escultura nem estátua, nem poreis figura de pedra na vossa terra para inclinar-vos diante dela (Levítico 26:1); Enquanto Paulo os esperava em Atenas, o seu espírito se revoltava em si mesmo vendo a cidade tão entregue à idolatria (Atos 17:16).
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Deus proibiu a confecção e o culto a imagens, visto que os pagãos lhes atribuíam caráter religioso. Acreditavam que a divindade se fazia presente no ídolo. Deus ensinou seu povo a não cultuar imagens. Sua palavra era tão poderosa no coração do seu povo, que, embora muitos homens santos, profetas e sacerdotes, virtuosos e exemplares, nunca foram adorados ou cultuados, nem se fizeram imagens deles! Em algumas sinagogas do século III e até hoje encontramos pinturas de heróis da fé em seus vitrais etc, jamais, entretanto, veremos judeus orando, cultuando ou invocando Moisés, Abraão ou Ezequiel. Algumas imagens que Deus mandou fazer não tinham por objetivo elevar a piedade e nem ser­viam para reflexão ou ensino. Eram mera decoração. Deus mandou fazer a Arca da Aliança, com figuras de querubins no Tabernáculo e no Templo, entre outros utensílios e ornamentos (I Reis 6:23-29 e 7:23-26; I Crônicas 22:8-13). Essas figuras, porém, jamais foram adoradas ou veneradas. Se Israel tivesse adorado, cultuado ou venerado esses objetos, sem dúvida, Deus mandaria destruí-los. Foi o que aconteceu com a serpente de bronze (II Reis 18:4). Veja também Salmo 97:7 – Salmo 115:4-9 – Salmo 135:15-18 – Isaías 2:8-9 – I Coríntios 10:7 – II Coríntios 12:2.
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Não encontramos argumento para o culto, veneração ou fabricação de imagens no Novo Testamento. Pelo contrário, a Bíblia traz sérias advertências em relação à idolatria:
Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus (I Coríntios 6:10-11; Efésios 5:5); As obras da carne são conhecidas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras pelejas, dissensões, facções, invejas, bebedices, orgias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos preveni, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus (GáIatas 5:5); Filhinhos, guardai-vos dos ídolos (I João 5:21); Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda mor­te... Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo aquele que ama e pratica a mentira (Apocalipse 21:8 e 22:15). Paulo foi atacado pelos artífices e comerciantes de imagens em Éfeso:
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“Certo ourives, por nome Demétrio, que fazia de prata miniaturas do templo de Diana, dava não pouco lucro aos artífices. Eles os ajuntou, bem como os oficiais de obras semelhantes, e disse: Senhores, vós bem sabeis que desta indústria vem nossa prosperidade. E bem vedes e ouvis que não só em Éfeso, mas até quase em toda a Ásia, este Paulo tem convencido e afastado uma grande multidão, dizendo que não são deuses os que fazem com as mãos. Não somente há perigo de que a nossa profissão caia em descrédito, mas também de que o próprio templo da grande deusa Diana seja estimado em nada, vindo a ser destruída a majestade daquela que toda a Ásia e o mundo veneram. Ouvindo isto, encheram-se de ira, e clamaram: Grande é a Diana dos efésios!” (Atos 19:24-28).
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Este é o mesmo procedimento da Igreja Católica: não acaba com esse comércio profano e idólatra porque lucra com ele, à custa da perdição eterna de pessoas crédulas que pensam agradar a Deus. “Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, pois o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e impor­ta que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:23-24).
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Não existe esse negócio de padroeira do Brasil.
Doa a quem doer.

Notas:
1 Aparecida, Capital Mariana do Brasil. Oswaldo Carvalho Freitas, Editora Santuário. Aparecida-SP p.85.
2 História de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Júlio Brustoloni, Editora Santuário. Aparecida-SP p. 20-21 - nota de rodapé 5.
3 Op.cit.p. 21 — nota de rodapé 6.
4 Op.cit.p. 43.
5 Op.cit.p. 346.
6 Dicionário Aurélio.
7 Enciclopédia de Norman Champlin Vol 3, p. 206. Fonte: Revista Defesa da Fé ano 4 nº 26 – setembro de 2000, via CACP (http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=131&cont=1&menu=2&submenu=3)

Fonte : Pensar e Orar

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Senado aprova acordo entre Vaticano e Estado Brasileiro


O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (07/10/09), o acordo que reconhece o acordo firmado entre o Brasil e o Vaticano, em 2008, que estabelece acordos jurídicos, de ensino religioso público e de casamento na Igreja Católica. O texto prevê o ensino religioso católico e de outras "confissões religiosas", de matrícula facultativa nas escolas públicas, realizado em disciplinas nos horários normais do ensino fundamental do país.

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Como o Estado brasileiro é laico, não há a obrigatoriedade do ensino religioso em escolas públicas, financiadas pelo governo federal. Por esse motivo, o texto prevê que a disciplina seja facultativa e esteja assegurado o "respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, em conformidade com a Constituição e as outras leis vigentes, sem qualquer forma de discriminação" religiosa.

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O senador Fernando Collor Mello (PTB-AL), relator da matéria, disse que o acordo não fere a independência religiosa do Estado brasileiro. "A disciplina não pode ser imposta, mas seu oferecimento é dever do Estado. Cada indivíduo, portanto, de acordo com a Constituição, tem o direito de receber de estabelecimentos públicos de educação fundamental ensinamentos religiosos", afirma o senador no parecer.
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O acordo prevê que o Brasil vai assegurar as medidas necessárias para garantir a proteção dos lugares de culto da Igreja Católica e que o patrimônio cultural, artístico e histórico da igreja constituem parte relevante do patrimônio cultural brasileiro.
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Pelo texto, fica permitido à Igreja Católica exercer sua "missão apostólica", desde que respeitado o "ordenamento jurídico brasileiro". Também fica prevista uma espécie de personalidade jurídica à Igreja Católica e suas entidades, como dioceses e paróquias.

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Casamento

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No que diz respeito ao casamento, o acordo prevê efeitos civis às uniões celebradas de acordo com as "leis canônicas". Na prática, casais que se unem na Igreja Católica ficam autorizados a recorrer aos tribunais eclesiásticos para solucionarem problemas decorrentes do matrimônio.
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"O Estado brasileiro não se torna submisso à estrutura eclesiástica católica nem perde a sua autonomia para a gestão da coisa pública. A Igreja tampouco passa a ser gerenciada por agentes estatais. O acordo apenas permite, mas não obriga, que os católicos, casados na Igreja Católica, recorram aos tribunais eclesiásticos para os assuntos da sua competência. Eles podem ser buscados por uma questão de consciência religiosa, que o acordo facilita", afirma Collor.
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Segundo o senador, as decisões do tribunal eclesiástico não vão produzir efeitos civis imediatos uma vez que terão que ser homologadas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) para vigorarem. "Se trata de decisão prolatada por órgão não pertencente ao Poder Judiciário brasileiro. Ademais, a competência do tribunal eclesiástico não alcança os aspectos patrimoniais do casamento (regime e partilha de bens) e nem versa sobre guarda de filhos e pensão", explica Collor no texto.
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Fonte: Folha online
Via: Libertos do opressor

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Testemunho de ex Padre - 15 motivos porque não sou mais Católico


Confissões de um Ex-padre
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“E ouvi outra voz do céu que, que dizia sai dela povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Apocalipse 18:4”.

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Ex Padre Josias de Souza Lima

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15 razoes porque deixei de ser católico romano:

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1- Porque Jesus disse “Examinai as Escrituras porque cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de Mim testificam” (João 5:39).
Se é pelo intermédio das Escrituras e mediante os ensinos de Jesus que “uma vez aceitando-O alcançamos a salvação” exclui-se, portanto que seja pela igreja católica.

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2- Não sou católico romano porque sendo a religião cristã fundada por Cristo, foi durante 200 anos divulgada sem modificações nem acréscimos, mas dali pra cá surgiram novas doutrinas, falsificações, e toda a sorte de cerimônias estranhas ao Novo Testamento, que foram discutidas em concílios e aprovadas por homens, daí nascendo a Igreja Católica Romana.
“Mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviam mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente” (Romanos 1:25).

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3- Não sou Católico Romano, porque atendendo ao pedido de Jesus no que Ele diz examinai as Escrituras, isso tenho feito e nunca encontrei nos livros sagrados do Novo Testamento o “Ofício da Missa”.
A razão porque não encontrei, é que foi composto pelo Papa Gregório I uns 600 anos depois de Cristo.

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4- Não sou Católico Romano, porque não encontrei uma passagem no novo testamento que mostre algum dos apóstolos diante do altar incensando imagens.
A razão porque não encontrei, é que o culto das imagens foi decretado pelo 2.º Concilio de Nicéia 787 depois de Cristo.

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5- Não sou Católico Romano, porque não encontrei no Novo Testamento um só trecho que fale de ter havido na Igreja primitiva alguma procissão eucarística.
A razão porque não encontrei, é que começou em 1360 anos depois de Cristo.

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6- Não sou Católico Romano, porque não encontrei um versículo qualquer na Bíblia que recomende o uso do rosário.
A razão porque não encontrei, é que apareceu com o Pedro Eremita em 1090 depois de Cristo.

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7- Não sou Católico Romano, porque não encontrei na Bíblia Sagrada um só mandamento que proíba o casamento dos ministros da religião.
A razão porque não encontrei, é que foi proibido pelo Papa Gregório VII em 1074 depois de Cristo.

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8- Não sou Católico Romano porque não encontrei nas Escrituras Sagradas a palavra “Purgatório”.
A razão porque não encontrei, é que não existe e só foi promulgado pelo concílio de Trento, em 1563 depois de Cristo. Antes desta data não havia nenhuma alma no purgatório, pois não havia sido criado pelo Papa.

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9- Não sou Católico Romano porque não encontrei uma só passagem no Novo Testamento que mostre algum ministro de Deus aspergindo água benta no caixão de um morto e fazendo-lhe recomendação.
A razão porque não encontrei, é que foi criado pela Igreja Católica, a fabricação da água benta apareceu 1000 anos depois de Cristo.

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10- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Palavra de Deus que se deve orar e render culto aos Santos e aos Anjos.
A razão porque encontrei, é que foi criado pela Igreja no ano 788 depois de Cristo. E o culto das imagens foi decretado pelo 2º Concilio de Nicéia em 787 depois de Cristo.

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11- Não sou Católico Romano, porque não encontrei nas Escrituras Sagradas que entre Deus e os homens há outro mediador e intercessor fora de Jesus Cristo (I Tim 2:5)

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12- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Bíblia Sagrada a ”confissão auricular”.
A razão porque não encontrei, é que foi estabelecida como doutrina pelo 4º concilio de Latrão Roma em 1215 depois de Cristo.

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13- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Escrituras Sagradas a “Transubstanciaçã o” doutrina da hóstia transformada no corpo de Cristo (osso, carne, nervos, unhas, cabelos, sangue, espírito e divindade).
A razão porque não encontrei, é que esta inovação foi criada no concilio de Latão em 1215 depois de Cristo.

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14- Não sou Católico Romano porque a Bíblia diz que “se alguém ouvir as palavras deste livro vivera, mas se alguém lhe acrescentar mais alguma coisa. Deus lhe fará vir sobre eles as pragas escritas neste livro. E se alguém “Tirar quaisquer palavra do livro desta profecia, Deus lhe tirara a sua parte da arvore da vida e da cidade Santa.”Quantos livros e capítulos foram acrescentados pelo Papa nas Escrituras ? (Apocalipse 22:18,19).

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15- Não sou Católico Romano, porque disse Jesus em Apocalipse “sai dela povo Meu para que não sejas participante dos seus pecados e não tomes partes nas suas pragas” (Apoc. 18:4).

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Ao leitor inteligente, bastam estas advertências, uma vez que provamos que Roma Papal incorre nas condenações de Deus. Ela mudou, acrescentou, e diminuiu a palavra divina em concílios e decretos, por estas razoes não sou Católico Romano.
E no dia que encontrar qualquer Católico Romano Padre ou leigo que provar com versículos a autenticidade para tais doutrinas, deixo de ser Cristão Evangélico para ser Católico Romano.

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Josias de Souza Lima – ministro evangélico
Caixa postal 859 CEP 80.000 Curitiba – PR

.Fonte: CATOLICISMO

sábado, 3 de outubro de 2009

Re-aplicando os cinco solas


Está cada vez mais difícil distinguir a crença e as práticas evangélicas dos dogmas romanistas. Historicamente, a igreja católica romana tem feito acréscimos ao ensinamento bíblico e modernamente os protestante também tem feito acréscimos, de modo que torna-se necessário reafirmar os Solas da Reforma Protestante.

SOLA ESCRIPTURA

Os romanistas jamais negaram a Bíblia como Palavra de Deus. Porém a ela, e sobre ela, colocaram a autoridade da tradição e a infalibilidade papal, de modo que a autoridade da igreja é que determina a autoridade da Bíblia. Os protestantes, proclamaram o Sola Scriptura, reconhecendo a suficiência das Escrituras e subordinando a ela qualquer outra autoridade, rejeitando qualquer ensino dissonante. Mas os evangélicos de hoje, tem posto à Bíblia de lado e aceitado profecias modernas, visões de anjos, relatos de visitas ao céu e ao inferno, além de se sujeitarem acriticamente a autoridade de apóstolos, bispos e pastores inventivos. Torna-se urgente proclamar de novo: a Bíblia somente!


SOLA GRATIA


Os romanistas também nunca chegaram a dizer que a graça não era fundamental à salvação. Mas à ela adicionaram penitências e sacramentos e até venderam indulgências para que, por elas, o homem fosse salvo. Os reformadores por sua vez afirmaram que a salvação, toda ela, do início ao fim, é obra da graça, sendo que até mesmo o arrependimento e a fé são dons de Deus. O evangélicos modernos tem deturpado a salvação pela graça, seja fazendo a salvação depender mais do livre-arbítrio que da graça, e exigindo sacrifícios financeiros para que o homem torne-se aceitável diante de Deus. É preciso declarar: Graça somente!


SOLA FIDE


Os romanistas sempre deram destaque à fé, mas lado a lado colocaram as obras, como os meios pelos quais o homem é salvo. Lutero e outros protestantes pregaram a justificação pela fé somente, rejeitando com veemência qualquer insinuação de que as obras obtém méritos para com Deus. A igreja evangélica de hoje tem se tornado tão legalista que depôs a fé e em seu lugar adotou um sistema legalista, onde o crente chega ao céu pela obediência e não pela confiança na obra de Cristo. A fé somente, deve ser nossa bandeira.


SOLUS CHRISTUS


Católicos romanos não negam a suficiencia de Cristo, no entanto dão tanta importância à Maria como intercessora que na prática ela é considerada co-redentora. Os protestantes, mesmo respeitando a pessoa de Maria reafirmaram a verdade bíblica de que não há outro mediador entre Deus e o homem, além de Jesus Cristo. Porém, os evangélicos modernos tem feito a salvação depender da mediação de homens e denominações, praticamente endeusando apóstolos, bispos e levitas. Precisamos reafirmar Jesus Cristo somente!


SOLI DEO GLORIA


Os romanistas não negam glória a Deus. Mas a pretexto de uma distinção artificial entre latria, dulia e hiperdulia, tem repartido a glória de Deus com um panteão de santos mortos. Os reformadores foram enfáticos em dar toda glória a Deus, reconhecendo que tudo provém dEle, por meio dEle e para Ele. Os evangélicos modernos tem seguido fórmulas, métodos e rituais prescritos por líderes mais carismáticos que íntegros, dando-lhes uma glória devida a Deus. Precisamos proclamar glória a Deus somente! A dura realidade é que apesar de todo esforço dos reformadores, os evangélicos de hoje tem retrocedido suas práticas ao catolicismo medieval. Precisamos mais que nunca reafirmar os Cinco Solas.



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Fonte: Cinco Solas. Postado por Daniel Grubba, no Púlpito Cristão.
Via: Solascriptura

A seita de Roma e a fantasia do purgatório ! Engano Católico !


A Igreja Católica Romana não ensina ao seu povo que é possível confiar completamente no total perdão dos pecados por meio da morte de Cristo somente. Nem lhes ensina que a justiça de Deus, realizada por Jesus Cristo, é a sua herança permanente. Com isso, um católico fiel nunca aprende que pode ter completa segurança da salvação durante sua vida terrestre, pois ainda é capaz de cometer “pecado mortal.” Uma redenção católica sempre depende para sua manutenção da fidelidade à doutrina da igreja e prática.

Os católicos aprendem que quando morrerem, se eles não tiverem cometido pecados mortais (e com a exceção da classe especial de crentes chamados “santos”), todos vão para um lugar que a igreja chama de purgatório. O Catecismo afirma, "todos os que morrem na graça de Deus e em sua comunhão, mesmo que imperfeitamente purificados, estão verdadeiramente assegurados de sua eterna salvação; mas após a morte eles passam por uma purificação, como para obter a santidade necessária para entrar no gozo do céu..."

"A Igreja formulou sua doutrina da fé no purgatório especialmente nos Concílios de Florença e de Trento" (Catecismo 1030-1031). Esse conceito de purgatório levou a uma doutrina católica antibíblica de orações pelos mortos (Catecismo 1032). Os católicos aprendem que "é o único pensamento santo e salutar orar pelos mortos, a fim de que eles possam ser libertados dos seus pecados" (Catecismo 958).

Oque a palavra de Deus ensina sobre o purgatório?

Não há menção do purgatório nos 66 livros da Bíblia, e partindo de uma visão bíblica ortodoxa de que o perdão de todos os seus pecados é assegurado aos pecadores remidos, tendo sido pagos em Cristo, a doutrina do purgatório é rejeitada pelos protestantes como uma errônea adição à Bíblia. Ademais, nós cremos que isso fora criado pela Igreja de uma necessidade virtual, pois sua visão da insuficiência da morte de Cristo exige tal doutrina.

Essa doutrina simplesmente se encaixa com todo o sistema católico de justificação por fé mais obras —a viga-mestra da teologia católica. È impossível reconciliar o ensino católico com o ensino protestante ou a Bíblia neste ponto. O purgatório é parte de um falso evangelho.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Bispo Católico preso por pedofilia

Foto: AP
O bispo católico Raymond Lahey chega a delegacia nesta quinta-feira (1º) em Ottawa, no Canadá. (Foto: AP)
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Bispo Católico flagrado com pornografia infantil se entrega à polícia no Canadá

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Material pornográfico foi achado no computador do religioso.
Ele se afastou de seu cargo, alegando motivos pessoais.

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O bispo católico pedófilo Raymond Lahey se entregou nesta quinta-feira (1º) à polícia no Canadá, um dia depois de ter sido emitido um mandado de prisão contra ele. O religioso é acusado de posse de material pornográfico envolvendo crianças.

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Lahey, bispo e pedófilo de uma diocese na província de Nova Escócia, se apresentou a uma delegacia de Ottawa acompanhado de um advogado.

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Segundo a polícia, em 15 de setembro,o doente imoral Lahey desembarcou no Aeroporto Internacional de Ottawa em um voo vindo da Europa. Durante uma inspeção de rotina em seu computador portátil, os agentes de alfândega encontraram arrepiantes imagens pornográficas de menores de idade.

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O inspetor Alain Boucher, porta-voz da polícia, disse que o mandado para a prisão do bispo católico Lahey demorou a sair porque as pessoas que apareciam nas imagens do computador do religioso eram jovens, mas não o suficiente para a emissão de uma ordem para a apreensão imediata do computador.
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Segundo o policial, só depois os peritos encontraram evidências mais sólidas de um possível caso de exploração sexual de vários menores.

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Com as provas, em 25 de setembro a polícia acusou Lahey, que tem 69 anos de idade,e muitos de abusos das crianças, de posse e distribuição de pornografia infantil.
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Constrangido e pressionado, Lahey renunciou ao posto de bispo da diocese de Antigonish no último sábado. Em carta aos fiéis,o cara de pau atribuiu a renúncia a motivos pessoais e disse que precisaria de tempo para uma "renovação pessoal".

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O arcebispo de Halifax, Antony Mancini, disse que só soube das reais razões da renúncia de Lahey depois que a prisão do bispo foi publicamente divulgada.
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Mancini declarou ainda que o papa Bento XVI provavelmente soube da "gravidade do assunto", uma vez que Lahey lhe enviou uma carta de renúncia e o papa aceitou-a.

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Lahey foi quem negociou um acordo com dezenas de vítimas de abusos sexuais cometidos por padres católicos em sua diocese.

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A televisão pública canadense informou que o bispo será colocado em liberdade após pagar uma fiança de US$ 9 mil. Além de ficar impedido de se aproximar de parques e menores de idade, Lahey será proibido de acessar a internet.

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Fonte:Globo.com/g1

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A tal santa Maria mãe de deus não é melhor do que eu !


Todo dia, às 18h, é a mesma ladainha para os católicos. Eles param o que estão fazendo para "falar" com Maria. Eu tinha uma vizinha que todo bendito dia, independentemente do que estivesse fazendo, às 6 da tarde ela ligava na Rede Vida e fazia sua prece sem resultado e fundamento. Aliás, não só a mãe terrena de Jesus, mas todos os que a Igreja Católica considera "bom" acabam recebendo um séquito de seguidores. Um exemplo, aqui no Nordeste, são os lendários Frei Damião e Padre Cícero.

Mas o que a Bíblia, o manual de fé, prática e conduta do cristianismo, diz a esse respeito?


A Bíblia é absolutamente clara ao dizer que devemos adorar somente a Deus. As únicas ocorrências na Bíblia de alguém, além de Deus, recebendo adoração, são em relação aos falsos deuses, que são Satanás e seus demônios. Todos os seguidores do Senhor Deus rejeitam adoração a eles dirigida. Pedro e os apóstolos se recusaram a ser adorados (At 10.25-26; 14.13-14). Os santos anjos se recusaram a ser adorados (Ap 19.10). A resposta é sempre a mesma: “Adora a Deus!”. Até a própria Maria, se soubesse do excesso de tratamento dado a ela aqui na terra, diria a mesma coisa.

Os católicos romanos tentam “fazer vista grossa” a estes claros princípios escriturais dizendo que não “adoram” Maria ou santos, mas que, ao contrário, somente “veneram” Maria e os santos. Usar uma palavra diferente não muda a essência do que está sendo feito. Uma definição de “venerar” é “olhar com respeito e reverência”. Em nenhum lugar da Bíblia a nós é dito para que reverenciemos qualquer um que não seja Deus, e apenas Deus.


Não há nada de errado em respeitar estes cristãos cheios de fé que nos antecederam (basta ler Hebreus capítulo 11). Não há nada de errado em honrar Maria como a mãe terrena de Jesus. A Bíblia descreve Maria como “agraciada” do Senhor (Lucas 1.28). Ao mesmo tempo, não há qualquer instrução na Bíblia para que reverenciemos aqueles que já foram para o Céu. Devemos, sim, seguir o exemplo que deram, mas não adorá-los, reverenciá-los ou venerá-los, não isso!

Quando forçados a admitir o que eles fazem, ou seja, adorar Maria, os católicos dizem que eles adoram a Deus através dela, louvando a maravilhosa criação que Deus fez. Maria, em suas mentes, é a mais bela e maravilhosa criação de Deus, e louvando-a, eles estão louvando seu Criador. Para os católicos, isto é o mesmo que elogiar um artista por meio do elogio a sua escultura ou pintura.


O problema com isto é que Deus explicitamente ordena contra a adoração a Ele através das coisas criadas. Não devemos nos curvar e adorar qualquer semelhança do que há em cima nos céus nem embaixo na terra (Êxodo 20:4-5). Romanos 1.25 não poderia ser mais claro: “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.”

Sim, Deus criou coisas maravilhosas e surpreendentes. Sim, Maria era mulher piedosa, que é digna de nosso respeito. Não, absolutamente não devemos adorar a Deus de forma “indireta” ao louvarmos outras coisas (ou pessoas) que Ele criou. Fazê-lo é óbvia idolatria. A maioria dos católicos “venera” Maria e os santos orando a eles. A oração a qualquer um que não seja apenas Deus é antibíblico - orar a santos e Maria. Se Maria e/ou os santos recebem orações, ou petições, isto é prática não-bíblica. A oração é um ato de adoração. Quando oramos a Deus, estamos admitindo que precisamos de Sua ajuda. Direcionar nossas orações a qualquer um que não seja Deus é roubar de Deus a glória que é somente Sua.


Outra forma que os católicos têm de “venerar” Maria e os santos é criando estátuas e imagens deles. Muitos católicos usam imagens de Maria e/ou dos santos como “amuletos de boa sorte”. Qualquer leitura superficial da Bíblia irá revelar que esta prática é evidente idolatria (Êxodo 20.4-6; I Coríntios 12.12; I João 5.21).

Rezar passando os dedos nas contas do rosário é idolatria (apesar de que há cristãos que andam passando as mãos no lenço do apóstolo, no manto do bispo e na arca da aliança com os mesmos propósitos). Acender velas perante uma estátua ou retrato de santos é idolatria (se bem que há certos evangélicos que levam fotos para oração, usam copos com água para intercessão...). Enterrar uma estátua de José na esperança de vender sua casa (não obstante muitos gospel entregarem todo o seu patrimônio em troca de interesses, barganhando a fé.) é idolatria. A terminologia não é a questão. Se a prática é descrita como “adoração” ou “veneração”, ou qualquer outro termo, o problema é o mesmo. A qualquer momento que creditarmos algo que pertence a Deus a qualquer outro alguém, isto é idolatria.


A Bíblia, em nenhum lugar, nos instrui para que reverenciemos, oremos, confiemos ou “idolatremos” qualquer um que não seja Deus. Devemos adorar somente a Deus. Glória, louvor e honra pertencem somente a Deus. Somente Deus é digno de “...receber glória, e honra, e poder...” (Apocalipse 4:11). Somente Deus é digno de receber nossa adoração, exaltação e louvor (Neemias 9:6; Apocalipse 15:4).


Por fim, Maria só foi uma privilegiada por ser mãe do Mestre. Nada além disso. Em questão de adoração, ela não é digna, nem merece. Nesse quesito, ela não é maior nem melhor do que eu.



Fonte: ASSEM-BEREIA DE DEUS

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

10 motivos bíblicos para não ser Católico Apostólico Romano


O Catolicismo Romano afirma ser o único representante na terra da fé Cristã. Ensinam que fora da igreja Católica Romana não há salvação. Quando o papa Bento 16 veio ao Brasil em 2007, disse em seu discurso que os Católicos devem ser mais práticos em sua fé, com o objetivo de deter o avanço das seitas (ele considera como seita, todo seguimento cristão que não tem vínculo com a igreja Católica) na América do Sul.

Será a seita Romana a verdadeira representante de Cristo na terra? Será que salvação em Cristo só no Catolicismo Romano? Estará certo o papa Bento 16, ao chamar de seita qualquer outro seguimento Cristão que não esteja ligado ao Catolicismo. Iremos responder a estas e outras indagações neste estudo.


DEZ RAZÕES BÍBLICAS PORQUE NÃO SOU CATÓLICO APÓSTOLICO ROMANO.


I – A igreja de Cristo não nasceu em Roma, mas em Jerusalém.


a. O catolicismo romano nasceu somente em 325 d.C. com o concílio de Nicéia, promovido por Constantino, imperador de Roma. Ela recebeu esse nome em 381 com o imperador Teodósio.


b. A bíblia revela que o início da igreja cristã foi trezentos anos antes em Jerusalém, e não em Roma. Lc. 24: 47-49; At.1:4, 8, 12-14; 2: 1-5, 37-47.


II – A autoridade da bíblia está acima da autoridade de qualquer igreja.


a. A igreja católica em 1546 colocou a tradição da igreja em pé de igualdade com as escrituras. Isto significa que só a igreja romana determina o que é verdade e o que não é na bíblia.

Exemplo: No século IV a igreja romana estabeleceu as orações pelos mortos e sinal –da- cruz feito no ar. No ano de 1100 d.C. introduz na igreja o culto dos anjos.


b. Mt.15:3; Mc.7:13; II Tm.3:16. A bíblia tem autoridade suprema e não a igreja. Devemos aceitar a verdade da palavra de Deus e não uma interpretação particular de uma entidade. I Co.4:6; Ap.22:18


III - A história da igreja e acima de tudo a bíblia nos ensina que só devemos aceitar 66 livros da escritura como inspirado por Deus e não 73.


a. Os 7 livros a mais na bíblia católica foram acrescentados em 8 de Abril de 1546 no Concilio de trento (1545-1563). São estes os livros: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, A epístola de Jeremias, 1 e 2 Macabeus e acréscimos feitos a Ester e a Daniel.


b. Wayne Grudem alista 4 fatos que comprovam que você não deve recebê-los com Palavra de Deus.


b.1. Eles não atribuem a si a inspiração divina; b.2. Não foram considerados como palavra de Deus pelo povo judeu; b.3. Não foram considerados como escritura por Jesus nem pelos escritores do novo testamento; b.4. Contêm ensinos incoerentes com o restante da bíblia.


Exemplos: Baruc diz que Deus ouve as orações dos mortos (3.4); II Macabeus pede desculpas por seus erros, 15:36-39.


IV – Seguir o Catolicismo é praticar espiritismo, que é condenado por Deus.


a. A partir do momento que os sacerdotes católicos ensinam os seus seguidores a intercederem a Maria, João, José, Pedro ou a qualquer outro que está morto. Ensinam praticas espíritas que é consultar os mortos.


b. Deus condena veementemente consultar os mortos, Dt.18:9-14; Is.8:19-22.


V – A idolatria é um grande pecado diante de Deus.


a. O 3° catecismo-p. 75 da igreja católica ensinam que se deve prestar honra e veneração às imagens de escultura.


b. A imagem de escultura que é o mesmo que ídolo é condenado expressamente por Deus, Ex.20:4; Dt.7:25-26; Hc.2:18-19; Os.4:12; Mt. 4:10.


VI – O batismo é uma confirmação de fé e não um meio de Salvação.


a. A igreja católica ensina que o batismo infantil deve ser realizado como meio de salvação. Acredita-se que se a criança morrer sem se batizar, irá para o limbo e ficará numa sombra eterna sendo considerada pagã.


b. Segundo a bíblia o batismo trata de um ato de obediência que expressa fé do batizando em Cristo. Uma criança não tem entendimento suficiente para obedecer e expressar sua fé em cristo. Aliás, o próprio salvador foi batizado aos 30 anos de idade, Lc.3:21-23; Mc.16:15,16.


VII – A palavra de Deus me ensina que só Jesus não cometeu pecado algum.


a.Hb.9:28.1. O ensino católico diz que Maria a mãe de Jesus foi uma mulher que não cometeu pecado algum.


b. Em Lc. 6:46-47 A própria Maria declarou-se pecadora como qualquer outra pessoa. Em Lc.2:22-24, ela mesma se incluiu no sacrifício de um par de rolas pelo seu pecado.


VIII – Jesus é o único intercessor entre Deus e os homens.


a.I Tm.2:51. A igreja católica coloca Maria e muitos outros como intercessores entre Deus e os homens.2. O próprio Jesus nos ensinou que Devemos pedir ao Pai em Seu Nome, Jo. 15:16; 16:23, 34


IX – Cristo é o único e grande fundamento da igreja.


a. A história revela que o papado foi instituído com fins políticos. O primeiro papa foi Leão I (440-461d.C.) e não Pedro. O título de papa não existe na bíblia, Ef. 4:11.2. Usa-se Mt. 16:16-19 para afirmar-se que Pedro foi o primeiro papa. O termo usado por Jesus para Pedro é pedra. Contudo a palavra no grego é “petrós”. Jesus empregou-a com o sentido de “pedrinha”. Já para a palavra pedra, da frase “sobre esta pedra edificarei a minha igreja”. Jesus usou o termo grego “petras” para designar rocha (grande pedra). A bíblia ensina que Pedro não passa de uma pequena parte da edificação. Ele mesmo escreveu que Jesus é a pedra de esquina, I Pe.2:4-10.


X – Salvação Eterna só em Cristo Jesus.


a. Para o catolicismo, as boas obras ajudam na salvação.


b. Tal crença despreza o grande amor de Deus. Somos salvos pela graça e não por méritos pessoais. A bíblia nos dá grandes respostas sobre a doutrina da salvação:


b.1. A salvação só vem de Deus, Is.12:2; 25:19; I Tm.4:10; b.2. Salvação só por meio de Cristo. Jo.10:9; At.4:12; Rm.5:1,9; I Ts.5:9; b.3. A salvação é um dom imerecido de Deus, Jo.3:16; Ef.2:8, 9.


“Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade”. II Cor. 13:8

sábado, 27 de junho de 2009

As religiões e as heresias do Catolicismo Romano.



Uma das principais características da pós-modernidade é a abertura para o sagrado. Isto se percebe nitidamente na multiplicação das religiões. Segundo o Instituto para o Estudo da Religião Americana, a cada ano surgem de 3 a 4 mil novas religiões em todo o mundo. Dessas, de mil a 2 mil não resistem nem um ano. Mesmo assim, estima-se que existam, hoje, algo entre 40 mil e 60 mil religiões. Esse número é ainda mais impressionante quando se analisa que no mundo todo existem apenas cerca de 20 religiões que podem ser consideradas globais, incluindo nesse grupo o próprio Cristianismo, além do Islamismo, Judaísmo, Budismo e Hinduísmo.

No Brasil, isto se percebe principalmente nos mais jovens, até porque, em virtude da enorme crise existencial que marca esta geração, têm procurado por Deus nas mais variadas religiões, dentre estas o Catolicismo Romano que do ponto de vista bíblico é de cunho herético e apóstata. Ora, o Catolicismo ao longo dos séculos tem ensinado através dos seus dogmas, concílios e papas, doutrinas absolutamente antagônicas as Escrituras Sagradas, como a oração pelos mortos; a veneração de santos, anjos e imagens; o sacrifício da missa, a venda das indulgências; o culto a Maria; o purgatório; a doutrina da transubstanciação, os sacramentos e muito mais.

Infelizmente milhares de pessoas no afã de preencheram o vazio da alma, como também obterem respostas quando a quem seja Deus, tem sido envolvidos e ludibriados pelos ensinamentos equivocados das mais variadas religiões.

Certa feita, num dia de verão, por volta das 13 horas, horário de almoço na cidade do Rio de janeiro, fiz algo inusitado. Em plena Rua da Alfândega, centro comercial desta grande metrópole, existe uma igreja católica com mais de 200 anos de história. Atraído pela arquitetura do prédio, adentrei ao templo tomando lugar no último banco da igreja. Imediatamente meus olhos se fixaram nos detalhes artísticos presentes em cada canto do prédio. Entretanto, não demorou muito para que a minha atenção se desviasse da igreja para as pessoas que lá entravam.

Percebi que em meio à efervescência da cidade, além obviamente do calor quase que insuportável, uma enorme multidão de homens e mulheres; brancos e negros; ricos e pobres demonstravam pelo menos uma coisa em comum: Desespero! Para piorar a situação, percebi que os que lá entravam saíam da mesma forma, ou seja, sem consolo ou esperança na alma.

Na ocasião observei lágrimas nos olhares dos jovens, angustia no peito dos mais velhos, inquietude nos homens e desesperança em muitas mulheres. Confesso que ao perceber a realidade daquela gente sofrida, lembrei-me das palavras do Apostolo Paulo: “Como Ouvirão se não há quem pregue?”

Caro leitor, somente Cristo tem a resposta para os dramas e questionamentos humanos. As religiões por mais que queiram jamais poderão preencher o vazio do coração humano. Jesus Cristo é o único caminho para a vida eterna, e somente Ele pôde aplacar a ira de Deus."Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus,..."1ª Timóteo 2.5


Solus Christus




Fonte: Retirado do blog GENIZAH. Artigo de autoria de Renato Vargens, que é pastor da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, conferencista e escritor.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Heresias católicas. Você as conhece ?

“Ele, porém, respondendo, disse-lhes: E vós, por que transgredis o mandamento de Deus por causa da vossa tradição?” – Mateus 15.3
INTRODUÇÃO:
Muitos cristãos protestantes não se preocupam muito em estudar sobre o catolicismo romano. O principal motivo parece ser que os católicos, de forma geral, não são muito preparados para defender a própria fé. Além disso, grande parte daqueles que se dizem católicos é na verdade apenas “nominalmente”; ou seja, não são praticantes – o que significa que não conhecem muito da doutrina de Romana.

No entanto, o próprio clero romano tem percebido estes fatos e atualmente muito esforço tem sido feito para tornar os católicos mais aptos a defenderem sua fé. O alvo da Igreja Católica é produzir no coração de seus fiéis uma espécie de “avivamento”. Assim, não devemos esperar que todos os católicos estejam despreparados. Um grande esforço neste sentido pode ser notado no que chamamos de “Renovação Carismática”. Este movimento tem feito levantar uma nova geração de católicos; uma nova geração disposta e preparada para defender seus dogmas humanos.


I – A IGREJA CATÓLICA ROMANA
O que a Igreja Católica Apostólica Romana ensina sobre si mesma aos seus fiéis?

1. Afirma Ter Sido Fundada Por Cristo. Evidente que a Igreja Cristã foi fundada por Jesus; no entanto, seria verdade que a Igreja Católica foi fundada por Ele?
Tal alegação pode ser facilmente rebatida à luz da história. Pode-se falar de “Igreja Católica Romana” apenas a partir do Sexto Século. A Seu Credo moderno só foi formulado por volta do século XV quando o Papa Pio IV pegou o Credo Niceno e adicionou suas crenças a ele, em 1564 [no Concílio de Trento, para se opor à Reforma].


2. Afirma ser a Igreja Verdadeira. Em outras palavras ela ensina ser a única Igreja Verdadeira na face da Terra!
Mas, a luz das Escrituras, qual seria a Igreja Verdadeira? É aquela formada por todos que têm verdadeiramente recebido a Cristo como Salvador pessoal e “nascido do alto” (Joa 3:3) qualquer que seja a denominação. Todos estes são “dados pelo Pai” a Cristo.
Ter a Vida Eterna não está ligado a pertencer a uma Igreja específica; mas sim, o pertencer a Cristo: Joa 17:3,24; 1Cor 12:13.


3. Afirma ser a portadora da “Santa Sé”! Muitos não sabem o que isso significa. Resumidamente quer dizer que acreditam que apenas eles possuem a Suprema Autoridade; são eles que possuem o Sucessor de Pedro (o Papa); e é a única Igreja fundada por Jesus Cristo.
Alguns problemas sobre tais alegações:

3.1. – A Igreja Católica Romana é produto de um processo histórico que se seguiu à suposta conversão do Imperador Constantino. Não existia tal Igreja nos dias dos apóstolos! Como ela pode, então, ter sido fundada por Jesus?

3.2. – Também não existe qualquer prova de que Pedro tenha sido Bispo de Roma. Segundo as Escrituras, Cristo o chamou para ser apóstolo dos JUDEUS.
Os católicos alegam que a Igreja Verdadeira é a que possui um “Papa” como sucessor de Pedro. Em primeiro lugar, como vimos, não existe qualquer prova de que Pedro tenha sido Papa ou Bispo em Roma. E também vale apenas lembrar que Pedro identifica Cristo como sendo a Pedra sobre a qual a Igreja de Deus foi fundamentada: O próprio Pedro interpreta Mat 16:18 em 1Ped 2:4-6. Pedro confessou a Cristo como Filho de Deus. A igreja é fundada NESTA rocha. Veja também Efe 2:20.


II – OS CATÓLICOS E A SALVAÇÃO
Como alguém pode ser salvo segundo o ensino da Igreja Católica? Neste tópico procuraremos entender o que o catolicismo ensina sobre a salvação.

1. Acreditam na Regeneração-Batismal. Ou seja, eles acreditam que o Batismo é o meio pelo qual o cristão entra na nova vida e se torna participante do Novo Nascimento. Para eles, o batismo não é uma figura do Novo Nascimento, o batismo É o Novo Nascimento.
No entanto, segundo o Novo Testamento, o cristão se submete ao batismo como prova ou resultado de sua salvação, e não para ser salvo: Atos 2:41; Atos18:8; Atos 8:12, 36-38.

2. Acreditam numa Justificação Pelas Obras. Para eles Jesus não garantiu a nossa salvação na cruz do Calvário. Afirmam que Jesus apenas disponibilizou a salvação tornando-a possível. Mas ser salvo é algo que depende daquilo que nós fazemos para agradar a Deus. Ou seja, uma salvação mediante as obras. Infelizmente este conceito também é compartilhado por muitos que se dizem evangélicos.

Segundo a Bíblia ninguém pode obter a salvação por seus próprios méritos: it 3:5-6; Efe 2:8-9; Gal 3:10-11. Veja também Rom 4:5; 2Tîm 1:9; Rom 11:6; Gal 2:21. Nenhum ser humano jamais poderia merecer a vida eterna ou os céus.
A Bíblia ensina que as nossas obras de forma alguma poderiam nos justificar diante de Deus. Não importa o qual “bondoso” alguém seja, não podemos nos auto-justificar perante Deus: Luc 16:15; Gal 2:16.

3. Acreditam na Necessidade do Purgatório. Jesus, eles dizem, nos garante a libertação do Inferno; mas não do sofrimento purificador do purgatório. Como os crentes morrem com algum “pecado pendente”, eles precisam ir ao purgatório para se purificar por meio de sofrimento.
Nem sempre se acreditou na doutrina do Purgatório; tal idéia foi introduzida no catolicismo perto do sexto século; e só foi promovido a artigo de fé em 1439 pelo Concílio de Florença. Poderia a Igreja ter demorado tanto para descobrir uma doutrina verdadeira?


III – ADORAÇÃO A MARIA?

É comum ouvirmos um católico mais “exaltado” nos acusar de não gostarmos de Maria, a mãe de Jesus Cristo. Mas isso passa longe da verdade. Os protestantes não nutrem qualquer sentimento contrário a esta santa mulher; contudo, nos recusamos a dar a ela qualquer honra que não tenha sido ordenada pela Palavra de Deus.
Algumas honras que os católicos concedem a Maria jamais podem ser encontradas e defendidas a luz das Escrituras. Alguns exemplos:

1. Maria Imaculada. Esta expressão significa que Maria teria sido concebida sem pecado e que, em toda a sua vida, viveu sem qualquer tipo de pecado. Para os católicos existem duas pessoas que viveram neste mundo sem pecado: Jesus e Maria.
Mas isso não se diz em lugar algum da Bíblia! Uma pessoa que não tenha pecados não carece de um Salvador; entretanto, Maria reconhece que Deus era o seu Salvador (Lucas 1.47). Ora, se ela não tinha pecado Deus precisava salvá-la do quê?
Alguns católicos que dizem que Maria precisa ser sem pecado para que seu filho, Jesus, pudesse nascer sem pecado. Alegam que se Maria tivesse pecado Jesus não poderia ter nascido sem pecado.

Mas a teoria católica gera dois problemas:

a) Se Jesus não pudesse nascer sem pecado a menos que Maria também não tivesse pecado, como foi que Maria conseguiu nascer sem pecado? Se a teoria católica estiver certa então é necessário dizer que houve uma linhagem de Mulheres Imaculadas até os dias de Eva!!

b) Em segundo lugar, a Bíblia diz que Jesus nasceu santo porque a “sombra do onipotente” cobriu Maria na hora da concepção: “Virá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; E POR ISSO o que há de nascer será chamado, santo, Filho de Deus!”(Lucas 1.35).


2. Maria Onipotente. Alguns atributos divinos são atribuídos pelos católicos a Mãe de Jesus. Mas ao lermos os Evangelhos percebemos que ela era um ser humano normal, como todos os outros – e, como os demais, dependente da Graça de Deus: Luc 1:46,49; Luc 2:22.
Além de ser onipotente, Maria no catolicismo romano ainda precisa ser onisciente, já que diariamente milhões de pessoas no mundo inteiro lhe dirigem orações simultâneas.


3. Maria Co-Redentora. Atualmente os católicos estão pedindo que o Papa oficialize Maria como sendo Co-Redentora dos salvos. Ou seja, Jesus não é o único Redentor – Maria também participa desta função!

O leitor mais simples das Escrituras rapidamente percebe o disparate de tal pretensão; no entanto, muito esforço tem sido feito no mundo inteiro para que tal título [que já existe] seja reconhecido de forma oficial.

Um site da Igreja Católica trás a seguinte declaração: “Na verdade podemos dizer que Maria participou ativamente da obra realizada pôr Cristo, pois ela viveu aquilo que Cristo viveu. Maria participou das graças que são frutos da Redenção de Cristo. Ela foi historicamente uma ativa colaboradora da Redenção de Cristo, pois até hoje continua ativamente na interseção”.

Mas a Bíblia joga por terra esta heresia diabólica. A Bíblia ensina que JESUS foi aquele que efetuou a nossa Redenção:
“E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas …” (Hebreus 2:14-16).
“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foitentado, mas sem pecado”. (Hebreus 4:15).
“Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. … Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la …” (João 10:11, 18).
“Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. … Sacrifício e oferta não quiseste, Mas corpo me preparaste; … Eis aqui venho (No princípio do livro está escrito de mim), Para fazer, ó Deus, a tua vontade”. (Hebreus 10:4-10).
A Igreja de Cristo não tem e não precisa de nenhum outro redentor!


CONCLUSÃO:

Existem muitos outros pontos do Catolicismo que merecem uma abordagem mais detalhada como a Missa e outros Sacramentos. Mas devido ao espaço nos fizemos uma seleção das doutrinas que podem ser de mais utilidade na hora evangelizar um católico romano.

Lembrando sempre que o alvo jamais deve ser o de demonstrar conhecimento ou envergonhar quem quer que seja; mas sim, unicamente exaltar a Palavra de Deus e anunciar o Evangelho da Salvação.
Extraido de:

terça-feira, 12 de maio de 2009

Apologeta católico X Servo de Deus


É IDOLATRIA SIM!!!
Um dos mais graves problemas com a teologia católica romana é a idolatria. Porém, sempre que tentamos abordar o assunto com um seguidor desta denominação, o fato é que ele, invariavelmente, alegará não ter participação em nenhum tipo de culto idolatra.

Não adianta muito falar em imagens e procissões. Quase certo que o seu interlocutor irá defender-se afirmando prestar aos santos apenas uma “veneração” ou uma “honra”. Verdade que segundo qualquer bom dicionário os termos “adorar” e “venerar” significam a mesma coisa, contudo, isso não será o bastante para convencer o romanista de seu erro.

Iniciando a série de debates realizados no orkut; gostaria de registrar os principais momentos de um diálogo que tive com um católico romano sobre o assunto. Nós iremos chamá-lo de
ALEX.

O debate foi iniciado em 25/11/08, com alguém fazendo a seguinte ‘provocação’:

“Aos que seguem procissões:”Eu sou o Senhor, este é o meu nome; Eu não darei a outro a minha glória, nem consentirei que se tribute aos ídolos (imagens de escultura) o louvor que só a mim pertence” Isaías 42:8. “…nada sabem e nada entendem os que carregam em procissão as suas imagens de escultura, e fazem súplicas a um deus que não pode salvar.”Isaías 45:20”.

Evidentemente, o autor do tópico visava atingir justamente uma das práticas mais comuns do catolicismo romano. Cinco dias depois, em 30/11/08; o apologista católico ALEX fez sua primeira participação em defesa da prática de sua Igreja:

ALEX:(Apologeta católico)



Bom, a Igreja católica abomina a idolatria.

As procissões são para honrar, homenagear os santos que fielmente serviram a Deus e nos servem de exemplo.
Os únicos que acham que os santos são deuses são vcs protestantes, pois todo católico sabe que só ha um Deus, e é Deus quem tem poder de curar (muitas vezes através da intercessão dos santos), mas é Deus quem cura.
Quem vive dizendo que os santos e Maria são deuses são os protestantes. É mentira isso??
O católico que acha que algum santo tem poder para curar é porque não conhece a doutrina da própria da Igreja.


ALEX defende a dogmatica romanista alegando que tudo o que se faz em tais procissões é “honrar” e “homenagear” os santos, uma vez que, segundo ele, “a Igreja Católica abomina a idolatria”.

No dia seguinte (01/12/08), ALEX publica no fórum da comunidade um texto bem completo em defesa de sua tese. Vamos ler:


ALEX:(Apologeta católico)


Idolatria não é o uso de imagens no culto divino, mas prestar a uma criatura o culto de adoração que devemos exclusivamente a Deus. É por isso que São Paulo Apóstolo nos adverte que a avareza é uma idolatria (cf. Col 3,5), uma vez que o avarento coloca o dinheiro no lugar de Deus, como o valor supremo de sua vida.

Como vc sabe, o mandamento dado por Deus a Moisés no Sinai, diz:
“Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma do que há em cima no céu, e do que há em baixo na terra, nem do que nas águas debaixo da terra. Não adorarás tais coisas, nem lhes prestarás culto.” (Ex. 20, 3-5 e Deut. 5, 8).

No livro Deuteronômio Deus repete essa proibição, dizendo:
“Não farás para ti, nem levantarás nenhuma estátua, coisas que o Senhor, teu Deus, aborrece.” (Deut. 16, 21).
Por essas passagens vcs acusam nós Católicos de idolatria, mas esse raciocínio não é correto.Pois no mesmo Exodo em que Deus deu o mandamento de não fazer imagens Deus faz o contrário do que mandou. Dizendo:
“Farás também dois querubins de ouro batido, nas duas extremidades do oráculo. Um querubim esteja dum lado, o outro do outro. Cubram ambos os lados do propiciatório, estendendo as asas e cobrindo o oráculo, e estejam olhando um para o outro com os rostos voltados para o ropiciatório, com o qual deve ser coberta a arca, na qual porás o testemunho, que Eu te hei de dar. De lá te darei as minhas ordens, em cima do propiciatório e do meio dos querubins, que estarão sobre a arca do testemunho, e te direi todas as coisas que por meio de ti intimarei aos filhos de Israel” (Ex. 25, 17-22).

Esse texto será repetido em Ex 37, 7.

Se Deus proibia fazer “figura alguma do que há em cima do céu”, como é que depois manda fazer imagens de querubins????Isso é contraditório, e com certeza vc concorda comigo que Deus não pode se contradizer.

Então o que houve???

Existem outras passagens em que Deus manda fazer imagens:

“Roga [a Deus] que afaste de nós as serpentes. E Moisés orou a Deus pelo povo, e o Senhor disse a ele: ” Faze uma serpente de bronze, e põe-na por sinal; aquele que, sendo ferido, olhar para ela, viverá. Moisés fez, pois, uma serpente de bronze e pô-la por sinal; e os feridos que olhavam para ela, saravam.” (Num. 21, 7-9).

“e [o mar] estava assente sobre doze bois, três dos quais olhavam para o setentrião, três para o ocidente, três para o meio dia e três para o oriente, e o mar estava em cima deles; as partes posteriores deles escondiam-se todas para a parte interna” (I Reis, VII, 25).

“O trabalho da base era a cinzel e havia esculturas entre as junturas. Entre as coroas e festões havia leões, bois, querubins e também nas junturas da parte de cima; debaixo dos leões e dos bois pendiam como que umas grinaldas de cobre.” (I Reis, 7, 28-29).

o modelo dos garfos, das bacias e copos de ouro puro; dos vasos de ouro com o, peso de cada vaso, dos vasos de prata com o peso de cada vaso;do altar dos perfumes, em ouro fino, com o peso; o modelo do carro, dos querubins de ouro que estendem suas asas para cobrir a arca da aliança do Senhor”.(I Cr 28, 17-18)

“Acima da porta, no interior e no exterior do templo, e por toda a parede em redor, por dentro e por fora, tudo estava coberto de figuras:querubins e palmas, uma palma entre dois querubins. Os querubins tinham duas faces:uma figura humana de um lado, voltada para a palmeira, e uma face de leão voltada para a palmeira, do outro lado, esculpidas em relevo em toda a volta do templo.Desde o piso até acima da porta, havia representações de querubins e palmeiras, assim como na parede do templo” (Ezequiel 41, 17-20)

Os primeiros cristãos usavam imagens nos lugares de culto e cemitérios. Perseguidos, para auxiliar sua fé tão posta à prova, pintavam e esculpiam naqueles subterrâneos figuras representando Cristo e Sua Mãe Santíssima. O que mostra de passagem que o culto também à Mãe de Cristo é tão antigo quanto o próprio Cristianismo.

É só pesquisar sobre os primeiros cristãos e seus costumes.

Bom, como dá pra ver, Deus proíbe fazer imagens e depois manda fazer imagens. Contradição???

Claro que não.

Nessas passagens em que Deus mandou fazer imagens, Ele o fez pq as imagens serviram para O exaltar, para que seu nome seja louvado. As imagens católicas são para o louvor de Deus, pois os santos serviram a Deus e através do exemplo deixado é que nós os honramos.
Como eu disse; nós católicos não olhamos para uma imagem nem homenageamos os santos por achar que são deuses ou que tem algum poder. Nós os honramos pela dedicação e o exemplo deixado.

Deus proíbe fazer imagens de ídolos, falsos deuses, não proibiu toda e qualquer imagem, se fosse assim Deus seria contraditório.As imagens católicas não são ídolos, só há um Deus e nós católicos sabemos muito bem disso.
O maior problema é que vcs odeiam tanto a Igreja católica que fazem qualquer coisa para condená-la.

Eu já fui protestante e sei como é difícil entender, mas tive que abrir mão do que eu achava e dos meus preconceitos para poder chegar a verdade. Eu tbm achava que o protestantismo era um resgate a fé dos primeiros cristãos, mas é só se aprofundar na história da igreja primitiva e vai perceber que a fé primitiva nunca deixou de existir, pois essa fé foi conservada pela Igreja Católica, cumprindo o que o próprio Jesus prometeu: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” Mt 16,18)
Se é verdade que a Igreja se corrompeu no passar dos séculos, então quer dizer que Jesus mentiu ao não cumprir sua promessa de que as portas do inferno não prevaleceriam contra sua Igreja”.

Neste mesmo dia (01/12/08); eu abordei o assunto com o seguinte texto:

MARCELO LEMOS: (servo de Deus)

“… Quanto a questão do catolicismo, o discurso do irmão que o defende neste tópico parece muito bonito; contudo, me soa mais como mero sofisma. Não consigo entender a diferença que fazem entre “adorar” e “honrar”, fazendo orações a santos; chamando Maria de co-redendora; carregando imagens enquanto as louvam…
Paz”.

A seguir, leremos em forma de “diálogo” o que se escreveu respectivamente.

ALEX: (Apologeta católico)

“Marcelo – Vc disse: “Quanto a questão do catolicismo, o discurso do irmão que a defende neste tópico parace muito bonito; contudo, me soa mais como mero sofisma. Não consigo entender a diferença que fazem entre “adorar” e “honrar”, fazendo orações a santos; chamando Maria de co-redendora; carregando imagens enquanto as louvam… “
Como vc não sabe a diferença entre honrar e adorar??
Então pra vc honrar e adorar são a mesma coisa??
Vc deve saber que Deus manda honrar pai e mãe. Não é mesmo??

“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem teus dias sobre a terra que o Senhor, teu Deus, vai te dar” (Êxodo, 20,12).

Segundo seu raciocínio, Deus está mandando adorar pai e mãe. E vc sabe que só devemos adorar a Deus. Por tanto honrar não é adorar.
Já disse tbm que nós católicos não adoramos os santos e Maria. Nós louvamos a vida desses cristão que são exemplo de amor a Deus e que devemos imitar.
Ao honrarmos( honrar, não adorar) os santos, estamos louvando a Deus, pois Deus foi louvado e exaltado pela vida e conduta desses santos”.

MARCELO LEMOS:( servo de Deus)
“Não, meu querido irmão, segundo o meu raciocínio honrar pai e mãe passa bem longe de adorá-los.
Agora, imagine a seguinte situação: meu pai é um grande fiel do Senhor; então, eu mando alguém fabricar uma imagem dele; em seguida passo a atribuir a ele diversos milagres e ‘graças’; isso gera uma enxurrada de orações para “Santo Pai do Marcelo”.

Belo dia, nossa Igreja, então, decide reservar-lhe um dia especial: no mesmo, pegamos sua imagem sobre os ombros; a carregamos por toda a cidade enquanto entoamos hinos sobre “Santo Pai do Marcelo”; ao mesmo tempo que o declaramos o Santo Padroeiro do Nosso Bairro “Não Idolatra”…

No que, prezado irmão, o quadro descrito acima tem em comum com o mandamento de honrar pai e mãe? Absolutamente nada!

Adorar é prestar serviço religioso a alguém ou algo. O mandamento é expressamente claro: “não servirás”. Aliás, o termo culto se refere a um “serviço religioso”.
Paz”.

ALEX:(Apologeta católico)

“Marcelo

Vc disse: “Não, meu querido irmão, segundo o meu raciocínio honrar pai e mãe passa bem longe de adorá-los.”
Mas foi vc mesmo quem disse que não entende a diferença entre honrar e adorar.

“Não consigo entender a diferença que fazem entre “adorar” e “honrar”, fazendo orações a santos; chamando Maria de co-redendora; carregando imagens enquanto as louvam… “

Já mostrei que fazer imagens não é idolatria, e honrar não é adorar.Honrar, homenagear não é adoração. Portanto não é idolatria.

Vc diz ainda:” Adorar é prestar serviço religioso a alguém ou algo. O mandamento é expressamente claro: “não servirás”. Aliás, o termo culto se refere a um “serviço religioso”.
Como já disse nós homenageamos os santos pelo serviço que eles prestaram a Deus e que são exemplo para nós.

Já disse tbm que quem faz o milagre é Deus ( muitas vezes através da intercessão dos santos), a Igreja é bem clara sobre isso. É só estudar a doutrina da Igreja antes de acusar.
Já mostrei que Deus tbm diz: “não fará imagens” e depois Deus diz para fazer imagens.
Idolatria é atribuir como divino algo ou alguem que não é Deus.

Os índios que adoram o sol (“Tupã”) são idólatras. Pois, atribuem ao sol o que é devido somente à Deus.

Assim, os egípcios que adoravam o “faraó” eram idólatras. Pois, atribuíam ao faraó o que é devido somente à Deus
adorar significa reconhecer como Deus.

Um católico quando reza diante de uma imagem não está adorando aquela imagem . O simples ato de se prostrar diante de alguem não é adoração.
“Moisés saiu ao encontro de seu sogro, prostrou-se e beijou-o. Informaram-se mutuamente sobre a sua saúde e entraram na tenda.” (Êxodo”18,7)Prostrar-se é sinal de respeito.
Não devemos respeito àqueles que dedicaram suas vidas ao serviço de Deus???

O ato de honrar e homenagear os santos era uma tradição dos primeiros cristãos tbm. Veja:

“Ignoravam eles (os Judeus) que não poderíamos jamais abandonar Cristo, que sofreu pela salvação de todos aqueles que são salvos no mundo, como inocente em favor dos pecadores, nem prestamos culto a outro. Nós O adoramos porque é o Filho de Deus.

“Quanto aos mártires, nós os amamos justamente como discípulos e imitadores do Senhor, por causa da incomparável devoção que tinham para com seu rei e mestre.

“Pudéssemos nós também ser seus companheiros e condiscípulos!
“(…) Vendo a rixa suscitada pelos judeus, o centurião colocou o corpo no meio e o fez queimar, como era costume. Desse modo, pudemos mais tarde recolher seus ossos (de Policarpo), mais preciosos do que pedras preciosas e mais valiosos do que o ouro, para colocá-lo em lugar conveniente. Quando possível, é aí que o Senhor nos permitirá reunir-nos, na alegria e contentamento, para celebrar o aniversário de seu martírio, em memória daqueles que combateram antes de nós, e para exercitar e preparar aqueles que deverão combater no futuro.” (Martírio de Policarpo 18 +- 160 D.C)

Se a reforma é um resgate aos primeiros cristãos, então se deve estudara a história dos primeiros cristão”.

MARCELO LEMOS: (servo de Deus)

“Querido irmão, ALEX;
Não é verdadeira a sua afirmação de que eu tenha dito não compreender a diferença entre “honrar” e “adorar”. Eu nunca disse isso. O que não faz sentido é vocês chamarem de “honrar” aquilo que, na prática, equivale a adorar. É apenas essa a questão que eu levanto sobre “honrar” e “adorar”. Em outras palavras, na prática católica, o que vocês chamam de honrar é o que qualquer pessoa chamaria de “adoração”; apenas os católicos negam isso.

Qualquer observador que não esteja usando os “óculos de Roma” vai ver que adorar e honrar, na prática católica, é a mesma coisa, ainda que o Vaticano tenha ‘criado’ até mesmo conceitos técnicos para negar este fato!

Você como católico certamente conhece os conceitos técnicos que o catolicismo ‘criou’ para negar que haja adoração no culto que vocês prestam as imagens. Os católicos alegam da Virgem Maria, por exemplo, “o culto que oferecemos [a ela] recebe o nome de hiperdulia; inferior ao culto de latria, tributado somente a Deus; e superior ao culto de dulia, tributado aos Santos!” - Sacerdote Fernando Carballo – “Protestantismo e Biblia”, páginas 112 e 113.

Vejamos o que este sacerdote católico afirma sobre a “honra” dada às imagens pelos católicos:

a) Os católicos oferecem cultos às imagens: “o culto que oferecemos”.

b) A Deus os católicos oferecem um culto “de latria“.

c) A Virgem Maria os católicos oferecem um culto chamado “hiperdulia”.

d) Quanto aos Santos, o culto que vocês lhes oferecem chama-se de “dulia”.

Levando em consideração que um sacerdote romano não pode dizer algo de sua própria imaginação, vou tomar as palavras de Fernando Carballo como fonte autorizada. Assim, passemos para as nossas questões:

É bíblicamente possível justificar qualquer culto que não seja voltado a Deus?


Nós podemos cultuar seres criados, ou o nosso culto deve ser dado exclusivamente ao Senhor?

Você poderia, por exemplo, nos dar algum exemplo bíblico de servos de Deus prestando culto a outro que não Deus? Teria as Escrituras algum exemplo de imagens feitas com o objetivo de lhes serem prestados culto? Exemplos positivos, evidentemente…

Diferenciar “graus” de adoração em latria; hiperdulia e dulia é algo autorizado pela Bíblia?


A mim, parece se apenas mais um dogma católico baseado apenas na autoridade do Santo Magistério; claramente com a intenção de ‘mascarar’ o óbvio. Pode ser que eu esteja me equivocando e, de fato, você possa justificar tais ‘graus’ diferentes de adoração nas Escrituras. Fico a espera.

É biblicamente possível justificar com as Escrituras um culto no qual se pressupõe que sejamos “super-escravos” de uma outra pessoa?


Você provavelmente sabe que o termo “dulia” significa “escravo”; portanto, um culto de ‘dulia’ equivale a se fazer escravo de quem se esta cultuando. Esse é o culto que o Vaticano autoriza aos Santos ‘comuns’.

Já a Virgem Maria, mãe de Nosso Salvador, vocês católicos autorizam um culto maior: de hiperdulia. O termo grego hiperdulia significa literalmente “super-escravo”.


Fazer-se “escravo” ou “super-escravo” de uma Imagem, ou da pessoa nela representada é algo cristão? Trata-se de uma prática que pode ser justificada a luz da Palavra de Deus? Submeter-se a eles, carregando-as; entoando-lhes hinos de louvor; agradecendo-lhes graças alcançadas; atribuindo-lhes poderes e funções: quaisquer coisas desse tipo podem ser justificadas a luz das Escrituras?

Para terminar, por hora, apenas citarei o CANON III do Concílio IV de Constantinopla (869-870):

“Se alguém, não ADORA A IMAGEM de Cristo Salvador, não verá a sua forma no Segundo Advento. DA MESMA FORMA, honramos e ADORAMOS A IMAGEM da sua Imaculada Mãe, e as IMAGENS DOS SANTOS… Aqueles que assim não sentem, sejam amaldiçoados”.


“Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura” (Isaías 42:8 ACF)

“Guardai, pois, com diligência as vossas almas, pois nenhuma figura vistes no dia em que o SENHOR, em Horebe, falou convosco do meio do fogo; 16 Para que não vos corrompais, e vos façais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher; 17 Figura de algum animal que haja na terra; figura de alguma ave alada que vóa pelos céus; 18 Figura de algum animal que se arrasta sobre a terra; figura de algum peixe que esteja nas águas debaixo da terra; 19 Que não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus; e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o SENHOR teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus” (Deuteronômio 4:15-19 ACF)

Graça e Paz”

[Esta última resposta foi publicada no fórum em 03/12/08, e até o dia de hoje ainda não obteve uma replica as questões apresentadas]

Sola Scriptura.