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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Pessoas falhas, Deus as usa ? Números e dinheiro. Serão estes os sinais da aprovação de Deus ao comportamento de uma pessoa ?


Se é bem-sucedido, obviamente vem de Deus. Certo? Se traz benefício espiritual, não resta dúvida! É assim que muitas pessoas julgam pessoas e obras dos homens, imaginando que o fim justifique o meio, e até prove a aprovação de Deus das pessoas usadas para o bem dos outros. Deus pode usar pessoas com falhas para cumprir seus planos? Ele pode permitir que alguém sirva para ajudar outros, e ainda reprovar aquele mensageiro?

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As aplicações deste raciocínio são muitas. Alguns justificam o adultério porque Davi era homem segundo o coração de Deus (Atos 13:22). Outros defendem práticas erradas nas igrejas (mulheres pregando, todo tipo de show musical, atividades de entretenimento, apelos materialistas, etc.) porque servem para encaminhar algumas pessoas para Cristo. Num mundo de marketing e comércio, não deve nos surpreender que o “lucro” no final da folha de balanço se torne o único medidor importante.

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Mas o estudo da palavra deixa bem claro que o julgamento de Deus é outro. Ele frequentemente usa pessoas com falhas, e até atos errados destas pessoas, para cumprir seus planos. Jamais devemos distorcer este fato para justificar o erro. Considere:

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Perez era filho de Judá e Tamar, e se tornou antepassado de Jesus (Mateus 1:3). Mas a relação deles envolvia promessas quebradas, engano e prostituição (veja Gênesis 38). Deus usou estas pessoas, mas não aprovou os pecados delas. A genealogia de Deus inclui adúlteros, assassinos, idólatras, etc. Deus usou pessoas com falhas para trazer Jesus ao mundo!

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Deus pode usar o pecado do homem para cumprir seus planos, mas isso não justifica o erro. Os irmãos de José pecaram nas suas más intenções, mas Deus usou o erro deles para salvar uma nação (Gênesis 50:20). Judas pecou, mas Deus usou sua traição para um fim proveitoso (Mateus 26:24).Os judeus mataram Jesus, mas Deus usou este pecado para cumprir seus planos (Atos 3:13-19).

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Se refletir um pouco, perceberá que Deus constantemente usa pessoas com falhas para cumprir seus propósitos, porque ele trabalha por meio de pessoas imperfeitas – como você e eu! Ele escolheu sacerdotes imperfeitos (Hebreus 7:23,27), apóstolos imperfeitos (2 Coríntios 4:7; Gálatas 2:11; Filipenses 3:12), etc.

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O fato de alguém servir para pregar a verdade aos outros não significa que a própria pessoa necessariamente chegará ao céu (1 Coríntios 9:27). Cada um será julgado pelo reto Juiz (2 Coríntios 5:10; João 12:48).

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Outro fato para o qual devemos atentar em nossos dias e que se crermos que numeros e dinheiro são sinais de aprovação de Deus devemos dar as mãos para a igreja de Roma assim tambem como aos mulçumanos e os judeus, classes que em sua maioria apresentam pessoas ricas e bem sucedidas , além é claro das suas própias instituições.E não poderiamos esquecer também de algumas supostas igrejas em que o nome de jesus só fica na fachada porque dentro dela o senhor é mamom,e seu sacerdote um denominado " maior evangelista do século."

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Fiquemos com os critérios dados pelo Senhor e busquemos fazer a sua vontade para assim sermos obreiros aprovados por Ele!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Sobrevivi ao encontro, foi TREMENDO... o ENGANO !!!


O que é o G12

É preciso que, antes que entremos nos meandros desta “nova visão", venhamos a nos deter a tarefa de refletir sobre este questionamento: o que é o G12?
Seus defensores se apressam em esclarecer que o G12 é, além de um método, uma tentativa de retorno ao cristianismo primitivo. Rejeitam a idéia de que a visão seja uma “nova doutrina” e fogem de questionamentos mais aprofundados que coloquem em dúvida os seus conceitos. Passei a conhecer o G12 a cerca de dois anos quando fui um dos primeiros membros da minha igreja a ser convidado para o Encontro. De início, me senti muito feliz, pois notava naqueles que já haviam participado deste retiro uma mudança de comportamento visível a olho nu, mudança esta que infelizmente não se confirmou e que mais tarde ficou evidenciada como apenas um momento de empolgação, aonde as emoções vieram à tona.

O Encontro

O Encontro começou para nós com o chamado “pré-encontro”, uma série de longas palestras onde se repassavam os princípios básicos da fé cristã: O Plano de Salvação, Justificação, Santificação, etc. Até aí tudo bem, afinal nada melhor do que estudar novamente estes princípios, uma vez que muitos cristãos dos nossos dias não são íntimos de nenhum deles.

Partimos então para o retiro que aconteceu em Pojuca-BA, próximo a Salvador. É importante frisar que todo o trabalho de preparação psicológica começou com um misterioso segredo sobre onde se daria o Encontro e o que lá iria acontecer, na minha mente e creio nas dos demais participantes esperávamos mais um retiro com momentos de estudo da Palavra e também de lazer. Qual não foi a nossa surpresa, fomos recebidos com as ordens de silêncio absoluto e total obediência aos “encontristas” (irmãos que trabalharam no retiro).

Fomos levados à primeira palestra que tinha como tema “Peniel”, palavra hebraica que significa face a face com Deus. Depois de ouvirmos da importância do encontro com o Senhor, nos foi ordenado ir nos espalhar pela área do local do encontro. Fomos orientados a, individualmente, orarmos e confessarmos a Deus as nossas falhas conversando em voz audível somente a nós mesmos.

Este momento me lembrou um congresso que fiz quando ainda era católico carismático e nos dias posteriores notei que as semelhanças eram muitas.

Durante as palestras ouvíamos ao fundo a música “Tu Mirada” de Marcos Witt, música esta que seria tocada repetidamente durante todo o retiro. A música criava um ambiente propício para o que aconteceria mais tarde.

Fomos dormir muito tarde com a obrigação de acordarmos muito cedo, o silêncio continuava a imperar. É bom lembrar que esta cobrança começou a provocar em todos nós sentimentos de repulsa e revolta, sendo que algumas pessoas até chegaram a desejar voltar para casa.

No dia seguinte recomeçaram as palestras, algumas até muito boas! Porém, a partir de então surgiram as ministrações de conteúdo duvidoso: maldição hereditária, cura interior, etc.
Logo mais falarei sobre maldição hereditária, uma das maiores ênfases da visão, algo para eles imprescindível. Agora quero me referir ao momento de cura interior (muito semelhante à Renovação Carismática Católica). Depois de uma ministração, fomos orientados a nos acomodar ou sentados ou deitados e a fazermos um mergulho no nosso passado numa espécie de processo regressivo.

Nos foi dito que deveríamos pensar no encontro do espermatozóide do nosso pai com o óvulo da nossa mãe e depois lembrarmos da nossa infância e adolescência e os momentos em que ofendemos ou pecamos contra alguma pessoa e a pedirmos perdão a Deus por isto.
Só uma observação: ora, se devemos lembrar do nosso espermatozóide teremos que recorrer a uma doutrina espírita, a da pré-existência do espírito, algo que afronta a Bíblia que nos ensina que somos gerados no ventre materno em corpo, alma e espírito.

Onde está a afronta? No fato de que se lembrarmo-nos do espermatozóide, estaremos nos vendo antes mesmo de sermos formados quando o nosso espírito ainda não existia.

Depois disto deveríamos colocar num papel os nossos pecados contra Deus e seguirmos juntos para um espaço ermo e escuro onde nos reunimos em um grande círculo com uma fogueira no centro. Após este momento de “ministração” e oração, desce por um fio amarrado a uma árvore uma chama que ascende a fogueira onde jogaríamos o papel com os nossos pecados e finalmente o “diabo não teria mais do que nos acusar”. Para quem não sabe, esta é uma prática da filosofia oriental Sei-Cho-Noe em suas reuniões.

Ao voltarmos para ao local das palestras, sentido-nos “livres”, encontramos um ambiente totalmente diferente. Em vez de uma música suave e introspectiva, tocava-se “Eu Quero é Deus”. A euforia era total entre todos, nossas emoções estavam à flor da pele e comemorávamos como numa conquista de copa do mundo: pulos, abraços, risos e lágrimas de alegria. Afinal, estávamos “limpos e livres”.

No último dia as exigências já não eram tantas e assistimos a uma palestra onde nos foi passado o modelo de células do G12. Depois fomos orientados a deitarmos e a fecharmos os nossos olhos, sob pena de que, se fizéssemos o contrário, seríamos considerados desobedientes. Colocavam algo ao nosso lado e falavam até o momento em que nos foi liberado abrir os olhos. Do nosso lado se encontravam um pacote com fotos e correspondências de nossas esposas e familiares. Poucos conseguiram conter a emoção. Pronto! O encontro teria sido tremendo!!! E nada mais que isso poderia ser dito após o nosso retorno.

Confesso que não me lembro de todos os detalhes e preferi não expor outras coisas que considero de menos importância.

Nota-se claramente o forte apelo emocional do encontro, desde a sua preparação, o seu segredo, a sua chegada com o forte sentimento de opressão que viria mais tarde a contrastar com a sensação de liberdade.

Tudo preparado nos mínimos detalhes para uma manipulação emocional e psicológica que viria a parecer algo espiritual, impressão que muitos têm e por isso eles fazem declarações emocionadas, tipo: “finalmente conheci a Jesus”, “agora eu realmente me converti”.

A música, o ambiente cheio de recomendações de silêncio, as palestras emotivas, o momento da cruz (ficávamos de braços abertos, olhos fechados, e visualizando a crucificação de Cristo), o correio e no meio disto tudo, o ensino de um método que parece a única solução para a igreja, o único viável, bíblico e cristão.

Maldição Hereditária

Os defensores desta “doutrina” que não é nova, pois surgiu e foi abominada nos Estados Unidos há muito tempo, se baseiam em alguns textos isolados do Antigo Testamento.

Aprendi muito cedo em minha vida cristã que “texto fora do contexto é pretexto para heresia” e por isso me detive a estudar sobre a viabilidade da hereditariedade da maldição.

Em primeiro lugar devemos nos deter a conceituar corretamente maldição. Nos povos do A.T. a maldição era vista como um agouro, uma praga geralmente usada por pessoas de menor posição social como defesa ou revide contra pessoas mais poderosas econômica ou politicamente.

Muitos hoje vêm maldição como uma entidade de vida própria capaz de se retransmitir de uma para outra geração como um ser poderoso que aprisiona e determina a vida de quem a recebe.

Dentro do contexto bíblico a definição que me parece mais viável é a que li num dicionário teológico: “A maldição é o sansão da Lei Divina”. Portanto, a maldição surge como a sentença ou punição para quem infringe algum aspecto da Lei.

O texto de Êxodo 20:5 diz o seguinte
“Não te encurvarás a elas nem as servirás; pois eu, o Senhor sou Deus zeloso, que visito a maldição dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam”. Êxodo 20.5
Fiz questão de sublinhar a frase acima, pois dá ênfase à sobre quem recai a maldição. O texto se refere ao pecado da idolatria e aqueles que deixam de adorar o Deus verdadeiro para se curvarem diante de imagens. Não vejo como enquadrar esta punição a um cristão, pois não consigo compreender a existência de um cristão que odeie ao Senhor e que, sendo cristão verdadeiro, se curve diante de ídolos.

Quero deixar bem claro que não questiono a existência de maldição sobre os ímpios (PV 3:33), a própria condição de ímpio é por si só maldita. Porém, para se conceber a existência da maldição sobre os crentes é preciso má fé e um espírito que deve ser provado como manda a Bíblia.

A Palavra de Deus enfatiza a responsabilidade individual. O texto completo de Ezequiel 18 mostra esta realidade com clareza. A história de um pai justo que gera um filho injusto com práticas equivalentes a feitiçaria, idolatria e adultério, mas que gera um filho justo que por sua decisão própria pelo caminho correto não sofre as conseqüências dos pecados do pai.

Frise-se o versículo 20 de Ezequiel 18:
“A alma que pecar, essa morrerá. O filho não levará a maldade do pai, nem o pai a maldade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele”. Ezequiel 18.20
Sabendo que a maldição resulta de uma infração a Lei de Deus e que somos falíveis, como nos livramos dela? O texto de Gálatas 3:13 responde
“Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, pois está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”. Gálatas 3.13
Entregando-me a Jesus sou absolvido das sanções da Lei, nenhuma condenação há para mim (Rm 8:1).

O próprio Senhor Jesus tratou de desfazer este pensamento no meio dos seus discípulos, basta ler com atenção ao relato de João 9: 1-3 e se chegará a este entendimento.

A Realidade Atual

A prática de “quebra de maldição” é apenas mais uma das práticas místicas do G12, aliás o misticismo é algo muito presente nas igrejas da “Visão” e surge como fórmula para os líderes manterem a submissão dos seus rebanhos. Pude comprovar isto na igreja da qual fiz parte quando algumas irmãs foram orientadas a colocarem fitas adesivas na boca como ato profético” contra a maledicência. Em outra igreja da nossa região, irmãos e irmãs rasparam a cabeça como forma de “batalha espiritual” contra aqueles que fazem o mesmo em centros do baixo espiritismo.

Há um visível sectarismo nestas denominações onde aqueles que não aceitam o G12 são quase que enxotados para fora, como foi o meu caso. Meu antigo pastor disse-me que seria mais sincero que eu saísse da igreja do que continuar nela sem aceitar a visão.

Afora isto tudo, há o ensino do perdão a Deus. Mesmo que em muitos livros, os líderes da visão tenham se apressado em cobrir esta orientação com líquido corretivo, este ensino continua a ser proferido. Tive um dos momentos de maior tristeza quando depois de um dos últimos encontros, uma irmã subiu ao púlpito para testemunhar as “bênçãos” recebidas e disse que a principal delas foi o fato de ter “aprendido a perdoar a Deus”.

Como um Deus soberano e infalível pode precisar do perdão de pecadores? A justificativa dada por eles para este ensino é a de que muitas pessoas não aceitam a perda de entes queridos e ficam magoadas com o Senhor. Ora, não seria o mais certo ensinar a estas pessoas sobre a necessidade de se reconhecer a soberania de Deus em vez de se criar uma doutrina baseada em experiências particulares? Afinal,
“Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa”. Nm 23:19
As igrejas têm se divido, irmãos e até famílias têm sido separadas. Difícil imaginar algo que venha do Pai e promova separação, se o ensino de Jesus sempre foi o da unidade. Os que defendem o G12 apregoam que este método faz a igreja crescer, mas é necessário lembrar que uma igreja não deve crescer apenas numericamente pois o verdadeiro crescimento requer compromisso com a Palavra, vida de santidade, tudo baseado no Evangelho.

O crescimento numérico de uma igreja não deve ser o referencial para dizermos se ela é genuinamente evangélica, pois se assim o fosse teríamos que reconhecer os mórmons, as testemunhas de Jeová, o catolicismo, a renovação carismática católica e outras seitas como movimentos evangélicos.

Para Pensar

Por que muitos homens experientes caíram? Não sei exatamente a resposta, porém o que salta aos olhos é que aqueles que tinham a presunção, a má ambição e o desejo de serem conhecidos como “grandes líderes” foram presas fáceis para esta armadilha.

Soa muito bem aos ouvidos de certos líderes o reconhecimento humano expressado em títulos como “pastor de multidões”, “apóstolo de grandes igrejas”, etc.

Pode-se dizer que estes líderes são até bem intencionados na falsa tese de que “os fins justificam os meios”. Porém, como dizem por aí: “de bem intencionados, o inferno está cheio”.

Para um cristão verdadeiro um objetivo só é justo se os meios para atingi-lo forem justos e transparentes. Não me parece correto prometer um avivamento e promover manipulação emocional e psicológica, prometer um “Encontro com Deus” e entregar um encontro com Freud.

Em nenhum momento me contraponho ao método bíblico (Atos dos Apóstolos 20:20) de igreja em células, algo que surgiu na Coréia e que se comprova na prática um excelente método de crescimento sadio da igreja. Mas é bom frisar que este modelo surgido primeiramente na Ásia nada pouco tem haver com o G12, um conjunto de falsas doutrinas adicionadas a uma série de artimanhas manipuladoras, numa perigosíssima mistura escondida por trás de um belo método.

O grande perigo das heresias não são as suas mentiras, mas as suas verdades. Primeiro se conta uma verdade, outra verdade e, depois que você é envolvido por estas “verdades”, surgem sorrateiramente as mentiras.

Façamos como os crentes de Beréia, que foram chamados de mais nobres porque tinham o zelo de consultar nas Escrituras se aquilo que lhes era passado era verdadeiro (Atos 17:10-11).

Gostaria de encerrar provocando algumas reflexões:

Que evangelho é este que prioriza os programas em detrimento das vidas?

Que evangelho é este que incentiva a competitividade entre os membros que almejam ser um dos “doze” do líder?

Que evangelho é este que se baseia em textos isolados e incentiva a crença na teologia da prosperidade?

Que evangelho é este que nega a cruz e lança maldição sobre os salvos?

Que evangelho é este que manipula emocional e mentalmente as pessoas?

Que evangelho é este que confunde avivamento com gritaria?

Que evangelho é este que faz um retorno claro às bases legalistas do judaísmo?

Que evangelho é este que faz uso de práticas ocultistas e de ritualismos?

Que evangelho é este que fala em santidade e oculta as suas verdadeiras intenções, prometendo o espiritual e dando o meramente emocional?

Que evangelho é este que em vez de unidade promove separação?
A resposta para estes questionamentos se encontra em Gálatas 1:8

“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos anunciamos, seja anátema”. Gálatas 1.8


Comentário de Hermes Fernandes:

Ao publicar este texto, tento dar respostas às perguntas que me têm sido feitas sobre o movimento G12. Por jamais ter deixado o que Deus me deu por este prato de lentilha podre, prefiro deixar que fale quem já passou pela experiência. Assino em baixo praticamente tudo o que foi dito pelo autor. Trata-se, de fato, de pura lavagem cerebral. Triste é ver quem um dia experimentou a genuína graça cair nesse engano e levar outros consigo.
E o que digo, assino embaixo:

Hermes C. Fernandes

Se alguém for comentar contra o que foi dito, favor deixar seu nome. É mais honroso e demonstra caráter.

Fonte :hermesfernandes.blogspot.com Autor:Clériston Andrade


Comentário MARCAS de CRISTO : Assino aonde ?

terça-feira, 14 de julho de 2009

Vinte motivos para não fazer parte do G12




20 motivos, pra não participar:


1)Não participo do G12, por que tem causado divisão e contenda na igreja de Cristo, e Jesus disse:"Quem não é comigo é contra mim, quem não ajunta espalha" (Mateus 12:30)


2)Não participo, porque já sou escolhido e recebido pelo grupo de Jesus, e a igreja do Senhor não precisa de divisões. (João 15:16)


3)Não participo, por que segundo alguns (não todos), deve-se aceitar a Jesus em todo culto, e a bíblia ensina que aceitar uma vez só basta (Lucas 23:42)


4)Não participo, por que Jesus não disse para formarmos grupos de 12,mas sim formarmos um corpo; quem disse isso foi César Castellanos,que também tem dito várias outras heresias tão brabas quanto sua tal " visão ". Portanto ensinamentos de homens. (I Tim. 6:3;5)


5)Não participo, por que não é a única visão de Deus para estes dias, o Senhor opera de várias maneiras diferentes. (I Pedro 4:10)


6)Não participo, por que não quero ficar dizendo: "O encontro é tremendo", mas digo: "DEUS É TREMENDO".( não pude me conter , ALELUIA!!!!!!! )


7)Não participo, por que pescam em aquário (assim como tentaram comigo) (Atos 13:6;12)


8)Não participo, por que os que participam, além de fazerem juramentos de guardar segredo, sobre o que acontece lá (Tiago 5:12), desprezam e se acham superiores àqueles que não participam do encontro.Jesus condena todo tipo de sentimento faccioso!


9)Não participo, por que as maiores denominações evangélicas do Brasil e do mundo rejeitam a tal visão, tenho que imitar o que é bom (III João 11)


10)Não participo, por que tive um encontro com Deus quando O aceitei como meu Senhor e Salvador (Rom. 10:9; Rom. 10;13)

11)Não participo por que estou esperando pelo verdadeiro encontro, o arrebatamento (I Tess 4:17)


12)Não participo, por que (mesmo dizendo que não) usam de técnicas budistas, e ocultistas (como a lei do silencio) não podendo (no encontro) se comunicar com ninguém. Temos que testemunhar para edificar a fé (I Tess 2:8; Atos 1:8; Rom 1;14)


13)Não participo, por que usam também de psicologia e espiritismo, tais como regressão, e está escrito, as coisas velhas se passaram...(II Corintios 5:17)


14)Não participo, por que tem escandalizado muita gente que participa (Mateus 24:10)


15)Não participo, por que usam de "lavagem cerebral", dizendo exaustivamente e alto som: "O encontro é tremendo"


16)Não participo, por que não sou curioso (I João 2;16)


17)Não participo, por que sou muito bem alimentado na igreja da qual faço parte, e não posso deixar de me congregar nela (Hebreus 10:25)


18)Não participo, por que sou submisso a meu pastor, e a DEUS (hebreus 13:7;17), líder de célula despreparado, que lê apostila pronta não terá autoridade sobre mim.


19)Não participo, pois dizem que é para os nào convertido, e eu já sou convertido (Galatas 2:20)


20)Não faço parte dessa visão, pois dizem que somos pecadores devido a pecados de nossos antepassados (Ezequiel 18:20)


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Os torpes efeitos da loucura G-12


Efeitos colaterais do G-12:


1. Os “cultos” não são mais reuniões para adorarmos a Deus, e sim para recebermos bênçãos. Tudo gira em torno dos interesses do povo; os “cultos” são voltados para as pessoas, e não para o louvor do Senhor Jesus Cristo.


2. A exposição da Palavra de Deus não é mais o principal momento de um “culto”. Afinal, para muitos crentes, Deus fala de várias outras maneiras.


3. Praticamente não existe mais o louvor meditativo, em espírito, pois a cada dia os “cultos” se assemelham aos shows mundanos (desculpem-me da redundância, pois todos os shows, por definição, são mundanos).


4. Muitos crentes de hoje consideram normal a realização de shows, por meio dos quais artistas se apresentam para um público que reage com histeria. Cantores e pregadores são mais populares do que Jesus Cristo...


5. Não há mais espaço para a evangelização, de fato. As igrejas se limitam a sair em praça pública para dançar, gritar, pular e “determinar” que o Brasil é do Senhor Jesus!


6. As letras das canções (canções, mesmo, pois não são hinos de louvor a Deus) só enfatizam os “sonhos de Deus” e mensagens de auto-ajuda. A cada dia, desaparecem os hinos de adoração a Deus e os que falam da obra de Cristo.


7. A falta de temor a Deus nos “cultos” é facilmente percebida em razão das atitudes extravagantes dos crentes.


8. A Palavra de Deus não é respeitada, e quem a defende é taxado de retrógrado, biblista rígido, quadrado, ultra-conservador, etc.


9. Não há mais espaço para a renúncia e a santificação. Os crentes se consideram todo-poderosos.


10. Líderes fracassam moralmente, sendo condenados pela Justiça, mas os crentes não se sentem envergonhados; antes, se dizem perseguidos pelo mundo. Afinal, os crentes também compram CD's e DVD's piratas, possuem gatonet em casa... Para que se importar com os desvios de seus líderes?Lembremo-nos das palavras do Sumo Pastor, registradas em Mateus 7.15,16


“Acautelai-vos... Por seus frutos os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?”
Retirado do blog do Pastor Ciro Sanches

sábado, 17 de janeiro de 2009

G12 - Senhores da apostasia!!!


G12- a apostasia se espalha, o espírito do anticristo já opera!
Deus tem me despertado e me inclinado a observar acerca de tudo que nos adverte as escrituras sobre os últimos tempos, envolvendo a apostasia e a preparação para o reinado do anticristo. Conforme diz a bíblia, o espírito do anticristo já opera e a carta que nos adverte isso é direcionada para a igreja e não ao mundo, como vemos em I João 2-18 e 19:
“Filhinhos, já é a última hora, e como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos anticristos têm surgido, pelo que conhecemos que é a última hora. Eles saíram do nosso meio, entretanto não eram dos nossos...”
A Palavra nos revela acerca dos falsos profetas que estão entre nós e que a apostasia já está instalada dentro das igrejas, alcançando a muitos e levando multidões a seguirem outro evangelho, que não é o de Cristo, mas outro, que aponta para o anticristo e contribui para o surgimento do reinado do mesmo que um dia se manifestará. Vejamos em II Tessalonissenses 2:7:
“Com efeito, o mistério da iniquidade já opera...”
E ainda em II Pedro 2:1 e 2:
“Assim como, no meio do povo surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão dissimuladamente heresias destruidoras, até o ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguiram suas práticas, e será infamado o caminho da Verdade.”
Vejamos o que diz em I Timóteo 4:1 e 2:
“O Espírito afirma expressamente que nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, por obedecerem espíritos enganadores e a ensino de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência”
Repare que essa advertência de Paulo é direcionada à Timoteo, ou seja, é para a igreja, e não para os que estam fora dela. Perceba que a apostasia não significa necessariamente sair da igreja, mas é implantada dentro dela, por líderes que têm suas próprias mentes cauterizadas e que levam alguns a obedecerem a ensinos de demônios e a espíritos enganadores.
O que é apostasia? é o abandono da verdade,é o desvio da sã doutrina.O plano de satanás é introduzir na igreja elementos cristãos falsificados, fazendo a igreja apostatar, ou seja, abandonar a Verdade, muitas vezes acreditando continuar nela (“Meu povo perece por falta de conhecimento”), pois se a pessoa está dentro da igreja aprendendo uma falsa verdade e um falso evangelho sem saber que aquilo não é o verdadeiro evangelho de Cristo, a apostasia se espalha muito sutilmente.
Ficam seduzidos e distraídos com o engano dentro de Instituições que acreditam ser de Deus.Vejamos algumas heresias e falsas doutrinas que estão sendo introduzidas sutilmente, que já vêm corrompendo o caminho da verdade, implantadas sorrateiramente com princípios de feitiçaria e religiões ocultistas dentro de muitas igrejas, geralmente implantada em um conhecido “encontro com Deus” do movimento G-12:
Cura interior e visualização;Confissões de pecados para homens (inclusive os do tempo da ignorância);Unção do riso;Quebra de maldições;Jejum de palavras;Teoria budista que afirma ser o homem um deus ou semi-deusUnção dos quatro seres viventes e outras “unções” absurdas
Cura interior e cura de memórias - para serem “curadas” de traumas as pessoas são induzidas a “recordar” os momentos passados desde que estavam na barriga de suas mães, visualizando “Jesus” em cada um desses momentos, com o intuito de “superar” possível rejeição, mágoas e abusos, para assim perdoarem pessoas e até mesmo a Deus por terem lhe feito mal, levando-as a uma verdadeira histeria com auxílio de músicas que mexem profundamente com o emocional, utilizando artifícios da musicoterapia. Essas práticas na verdade não passam de técnicas de psicoterapia em roupagem de “evangelho” misturada à regressão e visualização, essas já usadas há tempos por antigos xamãs e gurus orientais.·
Teoria budista que afirma ser o homem um deus ou semi-deus-(as maiores seitas do mundo pregam isso,INCLUSIVE OS BUDISTAS, e agora alguns pastores)-Essa perigosa e falsa teoria na verdade induz ao homem a querer ser um semi-deus, exatamente como foi proposto à Eva pela serpente no Edén, quando ela foi persuadida a comer o fruto da árvore para ser igual a Deus, para obter,assim como Deus, o conhecimento do bem e do mal, e se tornar um semi-deus, era exatamente esse princípio por trás da oferta da serpente.Hoje essa mesma proposta está sendo oferecida por muitos pastores. Assim como lúcifer um dia quis ser deus, hoje ele induz o homem a querer também ocupar o lugar de senhor e não mais de servo. Somos servos de Deus e filhos por adoção, mas não somos deuses. Só o Senhor é Deus. Em 2 Ts lemos:“o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, OSTENTENDO-SE COMO SE FOSSE O PRÓPRIO DEUS”Sabemos que aquele que ostentará a ser o próprio Deus é o homem da iniqüidade, logo esse princípio de ser semi deus provém do espírito do anticristo que já opera, e não de Deus.·
Jejum de palavras -três dias sem falar com ninguém para alcançar maior espiritualidade, como em retiros budistas onde eles são proibidos de falar com alguém para alcançar um estado zen, entrar em transe e alcançar o nirvana.·
Unção do riso- pessoas riem descontroladamente, ao ponto de algumas vomitarem e rolarem no chão sem conseguir parar, e ainda chamam isso de unção vinda do doce Espírito Santo. Como podem admitir tal coisa como sendo de Deus? O Espírito de Deus é Santo e não contradiz a Palavra que Ele mesmo inspirou a ser escrita, se temos lá em Gálatas 5: 22 E 23 que um dos frutos do Espírito é a mansidão, tranqüilidade e domínio próprio, como podem dizer que o Santo Espírito faria isso com os seus?·
Quebra de maldições hereditárias- Induzem inclusive cristãos a acreditarem que ainda precisam quebrar maldições hereditárias. Totalmente contrário aos ensinos bíblicos:Em Ezequiel 18:20:“A alma que pecar essa morrerá. O filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho...”E ainda:“De sorte que os que são da fé são BENDITOS com Abraão” Galatas 3:9“Cristo nos resgatou da maldição da lei fazendo-se maldições por nós...”Gálatas 3:13.Nós não temos maldições hereditárias, pois estamos em Cristo!. Quem serve ao Deus segue a bíblia, e não o que homens pregam. E a bíblia diz que somos benditos e não malditos. Em Cristo se encerra toda maldição.·
Confissão de pecados para os líderes- pessoas são induzidas a formarem filas para que elas confessem seus pecados aos lideres do g-12 ,inclusive os do tempo da ignorância ,do qual Deus não mais se lembra, esquecendo que o tempo em que precisávamos de sacerdotes para intervir entre o homem e Deus foi abolido em Cristo, que nos reconciliou com Deus, rasgou-se o véu do santuário que fazia separação e nos abriu um novo e vivo caminho que nos leva diretamente a Deus,sem mais intervenção sacerdotal,conforme esse trecho:”Portanto irmãos tendo ousadia para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho...” Hebreus 10:19 e 20.·
“Unção dos 4 seres viventes”- pessoas se entregam à fábulas e heresias quando dizem que há uma “nova unção” vinda dos 4 seres viventes,aqueles citados em Apocalipse como sendo SEMELHANTES a um leão,a um novilho,a uma águia e a um homem.Equivocadamente, baseados nisso, ficam rugindo e engatinhando no chão caracterizando um leão ou imitando um cordeiro , batendo as mãos simulando um vôo de águia, como se um dos 4 animais se “manifestassem”nelas,como acontece em alguns rituais ocultistas em que homens acreditam receber espíritos de animais e agem dessa mesma forma.No entanto os 4 seres que a Bíblia cita apenas adoram ao Senhor dizendo: Santo, Santo, Santo..Sabemos que a unção que temos é a do Espírito Santo que não nos sujeita a ficar agindo como animais no chão,porém temos a unção que permanece em nós, não precisamos de outra,como diz em I Jo 2:27a: “E a unção que vós recebestes Dele FICA em vós...”·
Unção de Adão (acontece em alguns lugares adeptos ao g-12, não em todos)-ritual em que doze pessoas ficam nuas dentro de uma sala, buscando voltar à “pureza” que Adão possuía no Éden, bastante semelhante a cerimônias ocultistas. Não entendem que em Cristo TUDO FOI CONSUMADO e por meio dele seremos apresentados a Deus como noiva sem mácula.· Unção da urina (acontece em alguns lugares adeptos ao g-12, não em todos)- alguns líderes ensinam seus discípulos a “ungirem” com urina determinados lugares para marcar território para Cristo, justificando tal ato alegando que os animais demarcam territórios dessa forma, naturalmente, ensinados por Deus.·
Unção de partes íntimas (acontece em alguns lugares adeptos ao g-12, não em todos)- onde pessoas são ensinadas a passar “óleo ungido” nas próprias partes íntimas para serem “libertas” de pecados sexuais. Tentativa de substituir o sangue de Jesus que nos limpa de todo pecado.
CONCLUSÃO : Em I Timóteo 1:3 e 4 Paulo escreve:
“Quando eu estava de viagem rumo da Macedônia te roguei permanecesses em Éfeso para admoestar a certas pessoas a fim de que não ensinem outra doutrina e nem se ocupem com fábulas;Para que não mais sejamos como meninos inconstantes, agitados de um lado para o outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha de homens que, pela astúcia com que induzem ao erro.”
“Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece, não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz essa doutrina, não o recebais em casa, nem lhes dê boas-vindas; porquanto aquele que lhe dá boas vindas faz-se cúmplices das suas obras más.” I Jo 1:9-11
Não podemos subtrair nem acrescentar absolutamente NADA no evangelho de Cristo, na Palavra de Deus Porque nossa suficiência está em Jesus. Na cruz Ele disse TUDO está consumado. Ninguém pode lançar outro fundamento além de CRISTO, por que senão estaremos negando seu sacrifício perfeito, sua obra no calvário. Jesus basta à igreja verdadeira, conforme lemos em I corintios 3:11:
”Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que já foi posto, que é Jesus Cristo.”