quarta-feira, 18 de novembro de 2009
És tu a unica razão da minha adoração ó Jesus !!!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
É tempo de nascer de novo , tempo de buscar renovo...
ELE é digno pelos séculos dos séculos AMÉM !!!!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
A música em uma visão bíblica

Atualmente, Deus está despertando a Igreja para o potencial de serviço que as artes têm. Notamos isso através de livros, revistas e periódicos dedicados às artes sob uma perspectiva cristã, criação de departamentos de música, definição de papéis diversos do músico dentro do ministério (tecladista, guitarrista, baterista, trompetista, saxofonista, trombonista, vocalista, etc), diferentemente do papel do músico de 20 anos atrás que resumia-se a alguém envolvido com o coro da igreja: ou como cantor, ou como regente. Além disso, temos hoje um participação ativa da música no ministério de evangelismo e nos movimentos de adoração, além de termos bastantes músicos profissionais que utilizam seus talentos a serviço da obra de Deus. Esta realidade nos incentiva a um estudo mais aprofundado das artes na Igreja, sendo o objetivo do presente trabalho fazer algumas considerações sobre uma dessas artes: a Música.
2 DESENVOLVIMENTO
2.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
A música é freqüentemente mencionada na Bíblia, pois cantar era parte integrante da cultura hebraica. O livro de Salmos é um hinário que nos exorta a cantar ao Senhor (Sl 149.1). Os israelitas não apenas cantavam em adoração a Deus, mas também cantavam enquanto trabalhavam (Nm 21.16-18). Davi cantou uma de suas composições quando da morte de Saul e Jônatas (2Sm 1.19-27), e, conforme está escrito no livro de Apocalipse, cantaremos, e muito, no céu! (Ap 19.1-8).
Há também na Bíblia muita música instrumental. A palavra selah, que aparece em todo o livro de Salmos (71 vezes), refere-se a um interlúdio instrumental entre as estrofes da música vocal. A nação de Israel era convocada para diversos eventos através de toques de trombetas: reuniões, para levantar acampamento, festas, comemorações, para a adoração, em campanhas militares, entre outros (Lv 23.24, Js 6.20, Jz 3.27, Sl 150.3).
A segunda volta de Cristo será anunciada por trombetas (Mt 24.31) e também a ressurreição dos mortos (1Co 15.52). A Bíblia também menciona vários instrumentos musicais como a flauta, a lira, a harpa e instrumentos de percussão (1Sm 10.5, 1Rs 1.40, 1Cr 25.1, Sl 45.8 - 150.3, Mt 9.23).
2.2 EM QUEM O MÚSICO CRISTÃO DEVE SE ESPELHAR?
Em função de problemas causados por músicos rebeldes dentro das igrejas, aliado à tendência do povo em generalizar, hoje nós, os músicos, temos fama de complicados, egocêntricos, orgulhosos, indisciplinados e outras coisas mais. O ministério musical tem algumas peculiaridades, pois a música tem o poder de acalmar os ânimos, restaurar as emoções, alegrar os corações, tranqüilizar os ouvintes, enfim, são peculiaridades da música e que "favorecem" a rebeldia dos músicos dentro das igrejas, por exemplo:
O músico é tão habilidoso e talentoso que, ao tocar ou cantar, torna-se tão agradável aos ouvintes, que estes, naquele momento, esquecem-se da rebeldia de quem está tocando ou cantando (inclusive com manifestações eufóricas), levando aquele músico a achar que não deve mudar de vida pois "agrada" aos irmãos quando toca ou canta. Essa atitude de não mudar de vida contraria o que diz a Bíblia (2Co 5.17) acerca da "nova criatura".
Quem tem um verdadeiro encontro com Cristo começa um processo de "santificação" caracterizado pela renovação do pensamento, separação e purificação de todas as coisas que não agradam a Deus (Rm 12.1-2). O músico deverá rever continuamente suas atitudes com respeito a tudo; conhecer mais de perto quais as razões que nos levam a tocar ou cantar; comparar a nossa vida Àquele que dever ser o nosso exemplo: JESUS CRISTO. Ao tomarmos Cristo como nosso exemplo, temos que copiar-Lhe as seguintes características:
Compaixão e misericórdia - Jesus era uma pessoa totalmente entregue às demais (Mt 9:36, Mt 14-14, Mc 1.41) e que deu Sua vida para o resgate de muitos (Mt 20.28).
O "SERVIR" e o "DAR" devem nos caracterizar como discípulos de Cristo. Nessas palavras resume-se o Fruto do Espírito o qual deveríamos ter: amor, gozo, paz, paciência, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio (Gl 5.22).
3 "ARTISTAS" OU SALMISTAS?
Infelizmente, no âmbito cristão e não apenas no ambiente mundano existem as más atitudes e os egos fora de controle. Uma das coisas que caracterizam tais atitudes são as listas de exigências que artistas "cristãos" pedem quando são convidados para "apresentar-se". Estas listas incluem desde especificação de som, tipo de hotel, até a marca de chicletes e balas para serem utilizados durante o evento. Já pensaram se Cristo fizesse tais exigências para fazer o que veio fazer: SERVIR e DAR? Portanto, se desejamos que o nosso ministério reflita a Cristo, devemos deixar de ser "artistas" e convertermos em "salmistas". Conforme o dicionário, o significado da palavra "salmista" é "compositor de salmos; o que canta", e os Salmos eram o cântico sagrado dos hebreus em louvores a Deus. Ao contrário do "artista", o "salmista" tem um significado mais profundo, dando a entender que é uma pessoa que, além de tocar ou cantar bem, é consagrado a Deus e separado para Ele; é alguém que está consciente da necessidade do Espírito Santo em sua vida e em sua música.
4 A MÚSICA NA BÍBLIA
É necessário que estudemos melhor sobre a música como um serviço do Corpo de Cristo, um meio de serviço ao Senhor e ao Seu povo. Devemos entender qual o lugar que a música ocupa na Palavra e na Igreja contemporânea. Tendo em vista a quantidade de versículos que mencionam a música, os cânticos, o louvor, a adoração, o regozijo ("cantar com gozo") e os instrumentos de música, entendemos que a música é algo muito importante para Deus. Em Sl 100.2, Deus ordena que nos acheguemos a Ele com louvor retumbante e com cânticos: "Servi ao Senhor com alegria...". A palavra hebraica que se emprega para "alegria" é ramanah, que significa "clamor retumbante". O maior livro da Bíblia, Salmos, é o livro dos cânticos. Logo, a música, o canto, o louvor e a adoração têm um lugar muito importante no coração de Deus.
4.1 PERSONAGENS MUSICAIS NA BÍBLIA
O Novo Dicionário Bíblico e alguns comentaristas consideram que a música foi "inventada" por "Jubal filho de Lamec" baseando-se em Gênesis 4.21 onde está escrito que Jubal era o "pai de todos os que tocam harpa e flauta". Sabemos, porém, que a música foi inventada por Deus mas que Jubal foi o primeiro homem citado na Bíblia como músico. Um detalhe importante é que Jubal tinha um irmão chamado Jabal, o qual foi o "pai dos que habitam em tendas e criam gados" (Gn 4.20), ou seja, os pastores. Tal fato, leva-nos à reflexão de que pode existir uma relação muito próxima entre os que são músicos e os que são "pastores de ovelhas".
Ao estudarmos a vida e a liderança de Moisés, vemos que, se ele não sabia tudo sobre música, tinha um bom conhecimento dela, pois, em um dia, compôs um cântico e o ensinou integralmente ao povo de Israel (Dt 31.19-22). Além do mais, Moisés foi criado no palácio de Faraó, e um dos costumes nas casas dos reis naquela época era ensinar a música aos filhos desde a mais tenra idade. Deus queria que Moisés tirasse o Seu povo do Egito para que, uma vez livres da escravidão e da opressão, tivessem a oportunidade de servi-Lo, ou seja, "adora-Lo, trabalhar para Ele e render-Lhe culto" (Ex 3.12). No momento em que Moisés e Arão foram falar com Faraó, disseram: "Assim diz o Senhor Deus de Israel: deixa ir o meu povo para que me celebre uma festa no deserto" (Ex 5.1). Neste sentido, Moisés foi também um "mestre de louvor", pois "dirigiu" o povo de Deus a um lugar específico para servi-Lo (celebrar-Lhe uma festa, oferecer-Lhe sacrifícios e adorá-Lo).
Davi é talvez o músico mais conhecido da Bíblia. Enquanto pastoreava as ovelhas do seu pai, compôs belos salmos ao Senhor. De todos os homens mencionados na Bíblia, Davi foi o único de quem Deus disse que era um homem segundo o Seu coração. Davi instituiu várias coisas no serviço da música, organizando-o de forma bastante detalhada, dando origem ao que é chamado de "Estrutura Musical Davídica", cujos aspectos são comentados a seguir:
. Constituição de um grande grupo de levitas para tocar os instrumentos feitos pelo próprio Davi. Eram 4.000 músicos instrumentistas (1Cr 23.5);
. Músicos dedicados ao serviço de louvor em tempo integral (1Cr 9.33);
. Seleção de pessoas para o serviço do louvor - As palavras "designassem", "colocou" e "separaram" utilizadas em diversas passagens do primeiro livro de Crônicas (15.16-17; 6.31; 16.4; 25.1), nos mostram que não era qualquer pessoa que ministrava o louvor, havendo uma preocupação de quem "escolhia" e de quem era "escolhido", pois que levavam tão a sério o papel da música a ponto de se dedicarem integralmente a esse ministério, com disciplina, esmero e responsabilidade;
. Ênfase à maneira de se vestir (1Cr 15.27) - Nossa aparência é importante ao estarmos representando o Grande Rei dos reis no ministério do louvor. Essa maneira de se vestir não diz respeito a que tenhamos uma roupa de "linho fino", como a dos levitas, mas a que nos cuidemos para estarmos com uma roupa limpa, bem passada e, sobretudo, vestidos dignamente para uma ocasião tão especial em que estamos louvando Àquele que é Rei dos reis e Senhor dos senhores;
. Davi encarregou o serviço do louvor a pessoas que sabiam o que estavam fazendo, ou seja, eram pessoas conhecedoras e preparadas para a música (1 Cr 15.22). O conhecer e o saber são muito importantes não só no serviço da música, como em qualquer outro. Porém, não devemos simplesmente sermos instruídos na parte técnica, mas também, sabermos que esse preparo e conhecimento musicais devem ser utilizados para a exaltação Daquele que é digno de toda a honra, de toda a glória e de todo o louvor (1Cr 25.7).
. Música, canto e louvor 24 horas por dia - este é outro aspecto importante da estrutura musical Davídica (1Cr 9.33; 16.37; 16.40). Inclusive, em Salmos 134.1 é feita uma menção a essas jornadas. Aprendemos com isto que nossas atitudes, nosso estilo de vida e nossa entrega a Deus deve ser total e contínua em tudo o que fazemos.
. Ordem, no sentido de organização e administração (DETALHES) - A preocupação com os detalhes iam desde a forma como deveriam se vestir até a acomodação física dos músicos no tabernáculo de reunião (1Cr 6. 39 e 44). Até o lugar onde deveriam parar havia sido especificado, havendo, portanto, ordem, organização e estrutura (1Cr 15.24). Asafe era o "primeiro" diante da arca, e ele "fazia ressoar os címbalos" (seção de percussão); em "segundo lugar" estavam Zacarias e um grupo de irmãos com ele os quais tocavam "alaúdes e harpas" (seção de cordas); e depois deles, estavam os sacerdotes Benaia e Jaaziel, os quais tocavam "trombetas" (seção de sopro). A música que tocavam, quem as tocava e quais as posições que deveriam tomar, TUDO tinha sido perfeitamente planejado e preparado.
. Designação de certas pessoas responsáveis por certas áreas - Seria muito difícil para Davi ordenar e administrar tudo sozinho. Daí, a necessidade de se designar líderes aos quais os levitas deviam submissão no serviço do louvor. Vemos aqui que Davi sabia delegar autoridade, uma das características de uma administração descentralizada e participativa. Davi entendia a importância da cadeia de comando e não tinha complexo de superioridade, nem era autoritário ou ditador. Por outro lado, vemos que os levitas se submetiam à autoridade de seus líderes, pois não haveria autoridade sem submissão. Todos os músicos estavam debaixo de autoridade (1Cr 25.6). Quando somos submissos à autoridade, temos facilidade, tranqüilidade e confiança para delegar autoridade a outros e a exigir-lhes obediência. Porém, quem tem autoridade, não deve abusar dela e sim, administrar com sabedoria, a autoridade concedida por Deus para o bem-estar do Corpo de Cristo.
. Colocação da Arca de Deus no meio da tenda em local acessível a todo o povo - Este foi um fato inédito que Davi fez, pois, Deus havia dito a Moisés que a Arca deveria ficar atrás do véu, no Lugar Santíssimo! E Deus não reprovou este ato, pois não deu ordens para colocar a arca de volta ao Seu lugar. Quase todos os comentaristas da Bíblia concordam que este foi um "privilégio" muito grande para o povo de Israel quando Deus, por um espaço de tempo, estava permitindo um acesso mais aberto a todo o Seu povo, caracterizando uma prévia do que haveria de vir: Cristo derramaria o Seu sangue, o véu do templo se rasgaria e, algum dia, todos os povos, línguas, tribos e nações teriam um acesso direto ao Pai através do sangue do Cordeiro derramado na cruz do Calvário!
5 CONCLUSÃO
A estrutura musical Davídica nos mostra que tudo que tocamos (instrumentos musicais) e tudo o que cantamos deve ser direcionado ao louvor a Deus; não importa onde o façamos, estaremos diante do trono do Senhor, para agradá-Lo, e para oferecermos sacrifícios somente a Ele, e a mais ninguém. Todo o nosso serviço deve girar em torno da Sua presença! Glórias a Deus!
BIBLIOGRAFIA
WITT, Marcos. O que fazemos com estes músicos? - São Paulo: W4ENDOnet Comunicação e Editora, 2003.
NOLANDY, Rory. O coração do artista: construindo o caráter do artista cristão - São Paulo: Fundação Batista Central WCA/Ekklesia e W4ENDOnet Comunicação e Editora, 2002.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Adoremos , Somente adoremos!
Adoramos a Deus porque o amamos. Foi por isto que nascemos: para adorar. E adoramos como indivíduos e como igreja a fim de atribuir ao Senhor o valor e a honra que lhe pertencem, e para apresentar-lhe nossos corpos como sacrifício vivo. No Novo Testamento, adoração envolve tudo isto.
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Na Nova Aliança, o adorador torna-se a oferta de adoração. No Velho Testamento, os cordeiros que eram sacrificados não sabiam o que estava acontecendo; eram sacrifícios mortos. Mas no Novo Testamento, a oferta torna-se um sacrifício vivo. Um sacrifício vivo sabe o que está acontecendo. Nós, os que oferecemos o sacrifício, ao mesmo tempo somos o sacrifício. O adorador é a oferta de adoração. O que Deus está procurando em mim e em você como indivíduos, e também na igreja, é a oferta das nossas vidas sobre o altar da adoração.
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O Trono
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O capítulo 4 de Apocalipse contém a descrição de uma cena de adoração no céu. E uma palavra deve saltar das páginas durante a leitura desta passagem: o trono. Dez vezes só neste capítulo, João fala a respeito do trono. Parece que esta imagem superava a tudo o mais na mente e na memória de João, enquanto tentava relatar sua visão. Ao observar a perfeita adoração no céu, vemos que tudo gira em torno daquele trono. Todas as formas da criação, a igreja, o mundo angelical, tudo está em sujeição àquele que está no trono.
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Quando nos reunimos para adorar, a congregação está ali para se encontrar com aquele que está sentado no trono. Não existe verdadeira adoração sem um encontro com aquele trono. É o mesmo trono que Isaías viu. Assim como ocorreu aqui nesta passagem no céu, sempre que adoramos estamos reconhecendo que toda autoridade, poder, domínio, controle e supremacia pertencem àquele que está no trono.
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Isaías disse: "Vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono" (Is 6.1). Era como se Isaías tivesse de perder a visão do trono terreno antes que pudesse ver "o trono". Na vida de tantas pessoas hoje nas igrejas, até mesmo na vida de dirigentes de louvor e de pastores, há outros tronos, e por esta razão não conseguem ver claramente "o trono". Ó como nós mesmos precisamos ser adoradores a fim de que nosso povo se torne adorador também!
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Portanto, o foco da adoração precisa ser Deus, se quisermos realmente adorar. Quando as pessoas entram no culto hoje, será que é fácil para elas enxergar a Deus? Geralmente, enxergam uma porção de outras coisas que servem de obstáculo para se ter uma compreensão correta de quem Deus é, o Deus que vieram adorar.
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Hoje é o homem que está no centro do palco, no centro das atenções. Não estou me referindo tanto ao físico quanto ao espiritual. Deus não dividirá sua glória com homem ou mulher, seja quem for. No momento em que o homem assume o controle, Deus fica de lado. O povo pode ouvir música, mas está ouvindo a Deus? Pode ouvir um sermão, mas está se encontrando com Deus? Pode apreciar uma boa apresentação, mas está conhecendo ao Deus Todo-poderoso?
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Vivemos numa sociedade que tem uma sede insaciável por entretenimento. Isto tomou conta da igreja também. Até o desenho arquitetônico dos nossos prédios mostra que nos tornamos mais um teatro do que igreja. O lugar do púlpito ficou tomado por um palco para "apresentações religiosas". Tanto a pregação como o louvor se transformaram em apresentações profissionais.
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Não existe espaço para entretenimento num culto de adoração. O povo não precisa ver como os músicos e os pregadores são pessoas dotadas e habilidosas; precisa ver como Deus é santo. Precisa ter um encontro com ele. No entanto, a congregação freqüentemente sai mais impressionada com o cantor do que com o Salvador, mais impressionada com a personalidade do pregador do que com o poder do Espírito Santo. No entretenimento o homem é o foco, enquanto que na adoração o foco sempre é Deus.
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Devemos lutar com todo nosso ser para manter o foco da congregação no lugar certo. Afinal, nossa audiência na adoração é o próprio Deus. É sua aprovação que devemos buscar.
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"Não importa se o mundo ouviu, se aprovou, ou se entendeu; O único aplauso que devemos buscar é o aplauso daquelas mãos que foram pregadas na cruz!"
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"Então ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono, e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos" (Ap 5.13).
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Mais do Que Contemplar
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Reconhecer a grandeza, a soberania e a majestade daquele que se assenta sobre o trono é uma parte essencial da adoração. Mas sem uma resposta pessoal àquele que está no trono, a adoração é incompleta. Em Apocalipse 4.10 vemos a resposta daqueles que estão adorando no céu. É uma resposta de submissão. Verdadeira e autêntica adoração exige uma atitude de coração em submissão por parte do adorador. Se realmente vemos Deus no trono, como pode haver alguma outra resposta da nossa parte, senão submeter-nos àquele que tem toda autoridade e soberania?
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Entretanto, na adoração praticada nas igrejas hoje, quantas pessoas têm algum pensamento de submeter suas vontades àquele sobre quem estão cantando, e a quem dizem estar adorando? Você acha que Deus ouve o que lhe estamos cantando, mesmo que tenha um som maravilhoso, se não tivermos qualquer plano ou intenção de submeter nossas vidas a ele?
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Nos capítulos 4 e 5 de Apocalipse, os adoradores estão prostrados em humildade e submissão. Não pode haver outra resposta apropriada à visão do trono. Nas nossas vidas, estamos muito mais nos empavonando do que nos submetendo, nos exaltando do que nos humilhando. Onde há soberba, não pode haver adoração. Na exaltação humana, Deus se retira, e permanece do lado de fora da igreja.
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Digo isto com temor, e o digo como músico: No mundo da "música cristã", é mais comum Deus ser usado para exibir o talento do homem, do que o talento do homem ser usado para expressar a Deus.
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A passagem considerada como chave para o avivamento é 2 Crônicas 7.14, que começa assim: "Se meu povo se humilhar..." Então antes de orar, que também é essencial, vem a humilhação, porque Deus não ouvirá a oração de uma pessoa orgulhosa ou soberba. Ele só ouve a oração dos humildes. A parábola do fariseu e do publicano mostra claramente a quem Deus vai responder.
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O lema da igreja galesa em 1904 e 1905 era: "Dobre a igreja e salve o mundo". A igreja galesa se dobrou diante de Deus, e foi "dobrada" ou quebrantada por ele. Em pouco tempo o mundo inteiro estava sentindo os efeitos. Todo avivamento na história começou com humilhação e arrependimento por parte dos filhos de Deus.
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Há um outro aspecto nesta passagem do Apocalipse. Em volta do trono, há vinte e quatro assentos, ou tronos menores, onde se assentam vinte e quatro anciãos com coroas nas cabeças. O que significa uma coroa? Representa autoridade e direitos. E o que estes anciãos estão fazendo vez após vez? Tiram as coroas das cabeças e as colocam aos pés daquele que se assenta no grande trono. Abdicam-se dos seus direitos e os entregam a um outro.
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Não temos direitos. Nos países democráticos fala-se muito dos direitos de cidadãos, e podemos dar graças a Deus por estes direitos. Mas nas coisas do espírito, entregamos nossos direitos a outro. Fomos comprados por um preço, o preço do sangue do Filho de Deus.
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Aprendemos a reivindicar nossos direitos e o fazemos na igreja também. "Posso fazer isto com meu corpo"; "Tenho controle sobre minhas decisões". Não é verdade. Nosso corpo é templo do Espírito Santo. Como crente não tenho mais direitos.
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São estas coisas que dividem a igreja, a família, a comunidade. Dividem equipes, ministérios, cooperadores.Cada um quer seguir sua tendência, seu gosto, sua preferência. Cada um tem direito de escolher a igreja que corresponde melhor ao seu gosto de música, de pregação, de estilo.
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A adoração encontra sua consumação na entrega dos nossos corpos, de toda nossa vida, em serviço àquele que estamos adorando. A adoração não termina no culto. Saímos do culto para adorá-lo em serviço.
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No Novo Testamento servir e adorar são sinônimos, pode-se usar tanto um como outro. Romanos 12.2 fala do "culto racional", que é servir a Deus e que faz parte da adoração. Você acha que oferecemos a Deus algo que realmente lhe agrada se saímos do culto sem nenhuma intenção ou entrega prática para servi-lo durante a semana?
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É responsabilidade dos líderes de adoração ajudar o povo a entender o que viemos fazer nos cultos da igreja. Quando realmente formos um povo que pratica a adoração em seu sentido completo, não teremos que nos preocupar em como ganhar novos membros ou em ver novas conversões. Verdadeiros adoradores serão sal e luz no mundo em que vivem, e a vida de Deus se multiplicará.
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Este lugar, ó Senhor, é o altar,
A oferta, minha vida;
Meu corpo, Senhor, entrego a Ti,
Como sacrifício vivo.
Senhor, entrego-lhe todos meus direitos,
Minha vontade, meus talentos também.
Coisa alguma quero reter para mim mesmo,
Entrego meu tudo a Ti.
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Fonte: Revista impacto
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Cria em mim ó Deus um coração puro e um espírito inabalável !
Que venhamos a meditar nesta profunda canção para sermos melhores servos e filhos do Deus Altíssimo !
terça-feira, 13 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Louvemos ao Senhor- Porque Cristo é o motivo do louvor !!!
Louve, adore, engrandeça a este Deus maravilhoso por este dia que Ele nos preparou!!!
Cristo é a nossa vida e o motivo de nosso louvor !!!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Oque é adorar em espírito e em verdade ?

Muitos pensam que para adorar a Deus é necessário estar em um templo cercado de pessoas em atitude reverente. Para elas é preciso um momento de concentração, reforçado com meditação, rezas e orações. É o que chamam de ambiente propício. Este ambiente geralmente surge de um envolvimento emocional promovido pela expectativa de milagres, profecias, manifestações, etc. ( Jo 4:24 )
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"Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" ( Jo 4:24 )
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O que é a verdade ?
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- O que é a verdade? Do ponto de vista filosófico seria quase impossível dar uma resposta satisfatória a esta pergunta. Diante de Jesus Pilatos fez esta mesma pergunta com base em seu conhecimento filosófico de modo sarcástico ( Jo 18:38 ).
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Porém, deixemos os problemas filosóficos de lado, uma vez que Jesus anunciou que veio dar testemunho da verdade, e que todos quantos deram crédito à sua palavra pertenciam à Verdade ( Jo 18:37 ).
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O apóstolo Paulo, por sua vez, deixou registrado que Deus é verdadeiro e todo homem mentiroso "De maneira nenhuma; sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso; como está escrito: Para que sejas justificado em tuas palavras, e venças quando fores julgado" ( Rm 3:4 ).
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Sabemos que Deus é verdadeiro do mesmo modo que Ele é luz ( 1Jo 1:5 e 1Jo 5:20 ). Também sabemos que quem não está em Deus é trevas, ou seja, é mentiroso ( 1Jo 1:5 ). Através destes versículos percebemos que, quando Paulo disse que Deus é verdadeiro e todo homem mentiroso, ele estava fazendo referência à condição dos homens sem Deus ( Rm 3:10 à Rm 3:18 ).
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Assim como os pecadores foram destituídos da glória de Deus e passaram à condição de trevas, todos os homens alienados de Deus igualmente tornaram-se mentirosos. Ao dizer que todos os homens são mentirosos, Paulo não estava se referindo a um tipo específico de conduta reprovável pela moral humana. Paulo fez referência à natureza humana decaída herdada de Adão!
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Deus é luz, e todos quantos não estão em Deus são trevas. Deus é verdadeiro, e todos quantos não são participantes da sua natureza são mentirosos. Do mesmo modo que a injustiça dos homens contrasta com a justiça de Deus, a mentira dos homens contrasta com a verdade de Deus.
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Paulo ao fazer referência ao seu antigo estado de alienação de Deus disse: “Mas, se por causa da minha mentira sobressai a verdade de Deus para sua glória, por que sou eu ainda julgado como pecador?” ( Rm 3:7 ). Ora, percebe-se que a condição de pecador é o mesmo que mentira.
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Quando analisamos asserções como “Deus é luz”, ou “Deus é verdadeiro”, não devemos analisá-las do ponto de vista científico ou filosófico. Antes, é preciso compreender tais asserções como atributos de Deus. Quando a bíblia estabelece o contraponto: “Deus é luz, e não há nele travas alguma”, a asserção “Deus é luz” demonstra que tudo que não está unido a Deus não tem relação nenhuma com Ele.
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Jesus se apresentou como sendo o caminho, a verdade e a vida, ou seja, a única pessoa capaz de estabelecer comunhão entre Deus e os homens "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" ( Jo 14:6 ). O apóstolo Paulo demonstrou aos cristãos em Roma que todos os homens pecaram e foram alienados da glória de Deus por causa da desobediência de Adão. Jesus, por sua vez, ao se apresentar como o caminho, a verdade e a vida, promove a união dos homens com Deus. O homem por intermédio de Cristo passa a ser participante da glória de Deus.
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Jesus compartilhou da sua glória com os que crêem para que possam voltar à comunhão com o Pai “E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um” ( Jo 17:22 ), pois tal glória foi perdida quando o homem pecou ( Rm 3:23 ).
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De posse da glória concedida por Cristo, o homem deixa a condição de mentira e passa a ser verdadeiro, pois está na verdade.
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Em verdade
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O apóstolo João é claro ao demonstrar que Cristo é verdadeiro. Além dos cristãos terem ciência (saber) de que o Filho de Deus veio em carne, foi concedido também o entendimento (revelação) para que os cristãos passassem a estar unidos a Cristo (conhecermos).
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A idéia da palavra ‘conhecer’ empregada pelo apóstolo João neste versículo é ‘estar unido a...’, ‘em comunhão com...’, 'um só corpo'. Quando lemos que conhecemos a Deus, ou antes, que Ele nos conheceu, é o mesmo que dizer que estamos em plena comunhão com Ele ( Gl 4:9 ). Ex: Quando a bíblia diz que ‘conheceu’ o homem a mulher, ela aponta comunhão íntima, um só corpo.
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Quando o homem sem Deus (mentiroso) alcança o entendimento através da mensagem do evangelho, passa a conhecer (comunhão) o que é verdadeiro, ou seja, deixa a condição de mentira e passa a compartilhar da Verdade. João, ciente desta maravilhosa verdade, anuncia: “... no que é verdadeiro estamos...”, ou seja, estar ‘em Cristo’ é o mesmo que estar ‘em verdade’.
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A condição ‘em verdade’ é proveniente de uma nova criação, como bem assevera o apóstolo Paulo: “E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade" ( Ef 4:24 ). O novo homem é criado por Deus ‘em verdadeira’ justiça e santidade. É por isso que todo aquele que está ‘em Cristo’ é uma nova criatura.
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Muitos gramáticos são unânimes em reconhecer que a sintaxe e o estilo dos escritores do Novo Testamento possuem características que são próprias e exclusiva do evangelho. Vale salientar uma destas características, pois ela ajudará na composição da idéia 'em verdade'.
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A frase preposicional 'em Cristo' no grego é um uso específico do dativo. Como é sabido, antes dos escritores do Novo Testamento não há registro de que alguém dentre os gregos tenha utilizado o dativo preposicionado para expressar idéias como 'em Platão', 'em Sócrates', etc. Somente no Novo Testamento encontramos frases com este uso específico do dativo.
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O capítulo 1 da carta aos Efésios aponta este uso do dativo em frase preposicional. O elemento gramatical mais repetido é a preposição grega '', correspondente ao nosso “em”, seguida do dativo 'Χριστ'. Ela vem com o pronome pessoal (“nele”), ou com um nome (“em Cristo”, “no Amado”).
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A nova criatura resulta de uma nova criação de Deus. A nova criação é feita em verdadeira justiça e santidade. Cristo é a verdade, e todos que estão em Cristo são igualmente verdadeiros, porque no que é Verdadeiro os que crêem estão ( 1Jo 5:20 ).
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Com base no que analisamos, adorar ‘em verdade’ é o mesmo que estar em comunhão com Cristo. Ou seja, não se refere à atitude do adorador, ou ao ambiente que o adorador se encontra, antes diz da condição da nova criatura.
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Como ser verdadeiro ?
A idéia da verdade, ou do que é verdadeiro que Jesus apresenta não tem relação com sentimento e práticas humanas cotidianas. A idéia de que ser verdadeiro é ser autêntico, ou seja, cercado de virtudes humanas, não se refere à verdade que Cristo estabeleceu.
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Para que o homem seja verdadeiro é preciso estar unido a Cristo, em comunhão com Deus. Como? Ora, a comunhão com Deus é estabelecida através da mensagem do evangelho "O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo" ( 1Jo 1:3 ). O que é que João ouviu e estava retransmitindo aos Cristãos para que tivessem comunhão com Deus? A mensagem do evangelho!
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A mensagem do evangelho constitui-se no chamado de Deus para que os homens estejam unidos a Ele "Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor" ( 1Co 1:9 ).
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Após ouvir a mensagem do evangelho e crer em Cristo como o enviado de Deus, conforme diz as escrituras, o homem passa a viver 'em verdade'. Passa a compartilhar da vida que há em Deus, como luzeiros no mundo que jaz em trevas.
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O homem que crê na mensagem do evangelho é novamente criado 'em verdade'. É produto do milagre da regeneração. O novo nascimento é o acesso (porta) para a glória de Deus. Quem estava alienado, agora passa a ver a glória de Deus, como está escrito: "Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?" (João 11: 40).
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Através do ouvir a mensagem do evangelho o homem passa a crer na esperança proposta, ou seja, a fé vem pelo ouvir. O evangelho é poder de Deus para os que crêem, que faz dos homens que eram filhos de Adão filhos de Deus ( Jo 1:12 ; Jo 1:13; Rm 1:16 ). O poder regenerador da fé (evangelho) faz com que o homem passe a compartilhar a glória de Deus ( Jo 17:22 ; Jo 17:23 ).
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“O que é nascido da carne, é carne, mas o que é nascido do Espírito é espírito”
Pelo fato de os homens serem descendentes de Adão são designados carnais. Além de possuirem um corpo constituído de carne, a natureza dos homens sem Deus é designada ‘carnal’.
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O que é ser carnal? 'Carnal' refere-se à natureza decaída, alienada de Deus, que foi herdada de Adão. Quem é carnal, ou seja, descendente na carne de Adão não pode agradar a Deus. Esta é uma condição intrínseca a natureza herdada de Adão. Por mais que uma pessoa tenha intenção e vontade de adorar a Deus, e não é nascida de novo, conforme o que propõe a mensagem do evangelho, não poderá agradar a Deus ( Rm 8:8 ).
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Por ser gerada de Adão a tendência nata da carne é a morte. Quando falamos da tendência da carne como sendo morte, não nos referimos à morte física do homem, antes à alienação (separação) de Deus ( Rm 8:7 ).
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Porém, do mesmo modo que os nascidos de Adão são carnais, os nascidos segundo o último Adão são espirituais. Como? Ora, do mesmo modo que o Espírito Eterno, que fez ressurgir o Cristo dentre os mortos, ele fez ressurgir os que crêem e habita neles ( Rm 8:9 ).
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Pelo fato de os cristãos terem o Espírito de Cristo, isto indica que também são filhos de Deus, portanto, espirituais. Todos quantos são nascidos de Deus (Espírito) são filhos de Deus (espírito).
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Adorar em Espírito e em verdade
Muitos pensam que para adorar a Deus é necessário estar em um templo cercado de pessoas em atitude reverente. Para elas é preciso um momento de concentração, reforçado com meditação, rezas e orações. É o que chamam de ambiente propício. Este ambiente geralmente surge de um envolvimento emocional promovido pela expectativa de milagres, profecias, manifestações, etc.
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Consideram que adorar a Deus em espírito e em verdade é fruto da emoção, da vontade e do intelecto do homem. Para Eles adoração sem emoção, ou sem intelecto não é adoração, e é possível adorar em verdade sem ter nascido do Espírito, ou adorar em espírito sem ter nascido da Verdade.
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Porém, a Bíblia demonstra que, se o homem adora em espírito, concomitantemente ele está na Verdade, e se adora 'em verdade' é porque vive em Espírito! Adoração não é um estilo de vida como apregoam. Adorar em espírito e em verdade só é possível quando se conhece a Deus, ou seja, quando Deus passa a habitar no homem "O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós" ( Jo 14:17 ).
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Quando é que o homem passa a estar em Deus e Deus no homem, fazendo morada? ( 1Co 3:16 ). Somente após crer na mensagem do evangelho "Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa" ( Ef 1:13 ).
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Muitos se escudam no legalismo, outros no formalismo, sem nos esquecermos dos tradicionalistas. Os emocionalistas acusam os racionalistas, e surgem inúmeras forma de fanatismos. Porém, todos se esquecem que somente os nascidos de novo podem adorar a Deus em espírito e em verdade.
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Quando o homem nasce de novo através da mensagem do evangelho, não há um tempo ou lugar específico para adorar. Os verdadeiros adoradores adoram em todo tempo e em todos os lugares.
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Em suma: para adorar em espírito e em verdade é preciso crer no que anunciou os profetas: “Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e criai em vós um coração novo e um espírito novo (...) Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis” ( Ez 18:31 ; Ez 36:25 -27).
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Somente o Espírito Eterno “Então (Deus) aspergirei...” (v. 31), pode purificar o homem através da palavra do evangelho (água pura). O 'aspergir água pura' é o mesmo que nascer da água. Somente Deus pode aspegir a água pura, ou seja, o nascer do Espírito. Somente Deus pode fazer do homem uma nova criatura, com novo coração e um novo espírito ( Sl 51:10 ; Is 57:15 ).
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A nova criatura, ou o novo homem em Cristo é gerado de Deus para a sua glória ( Jo 1:12 ). Deus cria, forma e faz o novo homem em verdadeira justiça e santidade para a sua própria glória "A todos os que são chamados pelo meu nome e os que criei para a minha glória, os formei, e também os fiz" ( Is 43:7 ). Somente os nascidos da água e do Espírito, ou seja, da verdade e do Espírito são capazes de adorar a Deus em espírito e em verdade, pois estes foram criados para louvor da glória de Deus, ou seja, adoração verdadeira ( Ef 1:6 ; Ef 1:12 e Ef 1:14 ).
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Fonte :Estudo bíblico