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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Caio Fabio e Bp.Macedo. Atenção igreja !



Enfiando o rei Davi nos negócios escandalosos de um pastor e um bispo do Brasil


Julio Severo


Numa carta aberta para Caio Fábio anos atrás, relembrei-o que o Novo Testamento deixa claro que há condições e requisitos indispensáveis e obrigatórios para que um homem ocupe a posição de pastor. Uma dessas condições é ser irrepreensível.


Davi, João Batista, Herodes e alguns pastores brasileiros


Mas os seguidores de Caio não param de me enviar mensagens dizendo que se o rei Davi adulterou e era um homem segundo o coração de Deus, então Caio pode adulterar, pedir perdão e continuar na função pastoral. Caio está também perdoado se usar manipulação psicológica para dar sutil apoio ao aborto e ao homossexualismo, como ele já andou fazendo. Ele está igualmente desculpado se em seu passado de "papa evangélico" ele influenciava o povo evangélico a admirar Lula, sendo uma das maiores causas do devastador apoio evangélico ao político socialista que hoje usa a presidência do Brasil para impor o aborto e o homossexualismo na sociedade brasileira. Para Caio, na graça — ou mais propriamente, na sua Igreja Caminho da Graça — vale tudo.


Outro membro do Caminho da Graça me escreveu dizendo que Caio Fábio é um moderno João Batista. Sorte desse homem João Batista não estar aqui para se defender! Para quem não sabe, João Batista era filho de sacerdotes e pagou com a vida por ter repreendido o adultério e as corrupções do rei Herodes. Mas como tudo hoje está invertido, um moderno João Batista às avessas (com histórico de adultério perdoado pela "graça" versão Caminho da Graça) é que acabaria sendo repreendido por um Herodes.


É um fenômeno moderno pastores que se julgam na posição de João Batista, mas têm o caráter corrupto e adúltero de Herodes. São amantes do dinheiro e infiéis às suas esposas originais. Sem essa lamentável inversão, Deus pode realmente levantar profetas como João Batista para repreender os adultérios e corrupções dos modernos Herodes que estão na liderança da sociedade e das igrejas. O rei Herodes da "graça" made in Caminho da Graça que se cuide então.


O rei Davi não era sacerdote


Contudo, Davi é a vítima preferida dos que insistem em justificar as repreensibilidades das condutas dos Caios, Macedos e outros pastores. Mas eles ignoram um fato importante: Davi não era sacerdote. Em termos modernos, Davi não era pastor nem líder religioso. Havia na época de Davi os sacerdotes, que trabalhavam no cargo moderno de pastor. Eles ocupavam exclusivamente a função de liderança religiosa. Mais nada.


Por outro lado, Davi ocupava exclusivamente a função de liderança política. Ele era rei. Em termos modernos, ele era presidente. Mais nada.


As qualificações para sacerdote e pastor são muito mais elevadas do que as qualificações para presidente.


O sacerdote precisa ser irrepreensível. O pastor precisa ser irrepreensível. Davi era um homem segundo o coração de Deus como político. Mas se ele fosse sacerdote e pastor, ele teria a obrigação de ser irrepreensível. Como sacerdote e pastor, ele só poderia ser um homem segundo o coração de Deus com uma reputação e conduta irrepreensíveis. Ser irrepreensível é ter uma reputação excelente, é estar acima de acusações de caráter.


Além disso, o político Davi era casado com várias mulheres. Mesmo os sacerdotes da época dele não tinham várias esposas. Os sacerdotes tinham apenas uma mulher, e esse requisito continuou obrigatório para todos os pastores casados no Novo Testamento.


Bispo Macedo e o amor ao aborto e ao dinheiro


Com relação ao Bispo Edir Macedo, já tratei abundantemente do apoio dele ao aborto. É deplorável que um homem que se considere porta-voz de Deus defenda a matança legal de bebês em gestação. É deplorável que um homem que diz crer em milagres creia também no aborto. E é deplorável que um homem que se considere bispo lidere uma denominação que é alvo de freqüentes manchetes internacionais de corrupção e lavagem de dinheiro.


Por que Macedo e sua denominação lidam com o dinheiro de um modo que os expõe a escândalos? Com certeza, eles percebem o óbvio: o que o governo tira de impostos é muito mais do que o justo. E tentam proteger seu dinheiro com esquemas para desviá-lo da ganância estatal.


Macedo bem que poderia dar atenção ao exemplo de Tiradentes, que se revoltou contra o governo português pela cobrança de 20 por cento de impostos sobre os cidadãos do Brasil. Superando em muito a ganância do governo português, o atual governo brasileiro cobra quase 40 por cento de impostos, e só isso já deveria ser inspiração suficiente para motivar todos os pastores do Brasil a proclamarem jejuns, orações e ações contra esse roubo descarado. Mas em vez de orientar sua denominação e pastores a denunciarem esse imenso roubo estatal contra o Brasil, Macedo prefere apoiar o governo que rouba e recorrer a meios ilegais (pelos padrões do insaciável tubarão brasileiro do imposto de renda) para proteger sua imensa fortuna da voracidade estatal.


A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) está pagando um preço alto por recorrer a esses meios. A IURD está na mira do Ministério Público Federal por remessa de dinheiro ilegal ao exterior. Nos EUA, a IURD está também sob investigação por suas estranhas e bilionárias transações financeiras.


O que Deus exige do pastor?


Compare agora o histórico desses dois homens (Caio Fábio e Bispo Macedo) com as exigências bíblicas para o homem que quer pastorear:


"Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o pastorado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o pastor seja irrepreensível, marido de uma só mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao álcool, não violento, não cobiçoso nem ganancioso, mas moderado, não contencioso, não avarento; que governe bem a sua própria família, tendo seus filhos em obediência, com toda a modéstia, pois se alguém não sabe administrar a sua própria família, como conseguirá cuidar da igreja de Deus? Ele também não deve ser novo convertido, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo". (1 Timóteo 3:1-7)


Evidentemente, o rei Davi falharia em vários desses requisitos. De qualquer forma, esses requisitos não se aplicavam a ele, pois não são para políticos, mas apenas para pastores e bispos. No entanto, com seus problemas peculiares, nem o "Pastor" Caio Fábio nem o "Bispo" Edir Macedo têm um histórico irrepreensível na área de finanças e caráter. Eles podem ser políticos? Sim, provavelmente. Mal posso ouvi-los dizendo:


Caio e Macedo:
"Oba!!! Podemos ser políticos!"


Caio:
"Eu quero ser presidente! Tenho a experiência de ter sido o papa dos evangélicos do Brasil!"


Macedo: "Essa é para mim, Caio. Cai fora!!! Eu tenho a experiência de ser o maior magnata evangélico do Brasil. Tente ser senador!"


Caio:
"Buááá! Você está estragando meus sonhos! Só por isso vou fazer uma leitura psicológica de você no meu site para todos virem. Você vai ver!"


Macedo:
"Ah, é assim? Farei questão então que seu nome seja lembrado na próxima Sessão do Descarrego! Além disso, seus escândalos vão ser expostos no Jornal da Record!"


Brigas de família à parte, com seu caráter repreensível, ambos, como presidente e senador, estariam em seu habitat natural, no meio de muitos outros políticos que, em menor ou maior grau, vivem a mesma realidade moral e financeira deles.


O fato é que a ganância e as inclinações socialistas de Caio e Macedo — sem mencionar suas nefastas ligações passadas com Lula — os tornariam péssimos políticos cristãos. Eles podem ser pastores? Obviamente, nenhum dos dois nem sonha em largar do pastorado, mesmo não tendo a irrepreensibilidade que a Palavra de Deus exige.


Davi, Reagan e as desculpas de Caio e Macedo


Macedo e Caio têm uma desculpa: Já que Davi não tinha um histórico irrepreensível, eles também não precisam… Ufa! Eles respiram aliviados com essa santa muleta e santo amuleto! Será que o rei Herodes também usou a mesma justificativa para seu adultério e corrupções?


Eu admiro muito o rei Davi — apesar de seu adultério e assassinato covarde de Urias. Eu admiro muito o presidente Ronald Reagan — apesar de seu divórcio e recasamento. Ambos eram grandes políticos. Ambos fizeram proezas políticas e espirituais importantíssimas, cada um em sua própria geração. Davi derrubou Golias e elevou a nação de Israel. Reagan derrubou o Golias do comunismo soviético e honrou os EUA de forma tremenda. Mas seria difícil admirá-los se eles fossem pastores insistindo em não deixar o pastorado depois de um adultério, divórcio e recasamento, pois ser grande político não é a mesma coisa que ser um grande pastor. Ser pastor exige muito mais santidade do que ser presidente.


Por que? Porque um presidente dirige um povo, mas pastores segundo o coração de Deus podem influenciar presidentes e ajudar a formar uma nova geração de líderes políticos que dirigirão a nação. Pastores influenciaram de forma impressionante a fundação dos Estados Unidos, inclusive a vida de muitos presidentes americanos. O que seria de Reagan sem o Pr. George Otis, que em 1970 orou por Reagan e lhe disse profeticamente que ele seria presidente dos EUA?


Davi só se levantou como rei de Israel depois que o sacerdote Samuel o ungiu. Os Davis para a presidência do Brasil só surgirão com a ajuda de pastores ungidos e íntegros.


Entretanto, não é por amor à santidade e integridade que Caio e Macedo estão agarrados ao púlpito. Acima de tudo, eles têm suas razões pessoais para não deixar o pastorado…


A Bíblia não acertou na mosca quando disse que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males? Para Caio e Macedo, ser pastor e bispo é um negócio da China.






Fonte: Blog do Julio Severo

sábado, 10 de outubro de 2009

Silas Malafaia briga, xinga e estapeia o trouxa do Silas Malafaia

Bom, se faço algum comentário falam que é perseguição e trazem logo aquela péssima interpretação bíblica " não toqueis em meus ungidos... ". Então, ai esta! Faça você mesmo seu comentário! ah , e antes que eu me esqueça: Divirta-se(*) !

(*)se você não achar graça nenhuma como eu , faça o seguinte, ore e peça ao dono da seara para que envie verdadeiros trabalhadores!




A sindrome de Elimas em meio as igrejas



“Vendo Simão que o Espírito era dado com a imposição das mãos dos apóstolos, ofereceu-lhes dinheiro e disse: “Dêem-me também este poder, para que a pessoa sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo”
Atos 8.18-19
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Um feiticeiro, um mágico creu no evangelho. Este fato aconteceu no início da Igreja quando os apóstolos dividiam o cuidado da Igreja com os diáconos. O nome do mágico era Elimas, um mágico muito respeitado como já foi David Coperfield em nosso tempo.
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Elimas realizava suas proezas em Samaria e era chamado de O Grande Poder pelas sua maravilhosas ilusões. Mas Elimas foi surpreendido pelo diácono Felipe que apareceu em Samaria pregando o evangelho, e como resultado a platéia do mágico se converteu e foi batizada. Elimas também creu no evangelho porque Filipe realizava através do nome de Jesus sinais e maravilhas que não eram nenhuma ilusão. Isso impressionou Elimas, mas o que mais o impressionou foi a chegada de Pedro e João, dois ícones do evangelho, Elimas os viu impondo as mãos sobre os crentes e o Espírito de Deus descer literalmente sobre eles.
Então Elimas teve a infeliz idéia de comprar aquele poder, pensando ser um acontecimento mágico o Batismo no Espírito Santo, ofereceu dinheiro para ter o mesmo poder de Pedro e João. Ele não sabia que não podia comprar o dom de Deus com dinheiro. O ilusionista se iludiu com falsas esperanças a respeito do evangelho, pensou ser os sinais realizados por Filipe alguma grande mágica maior que a sua e o poder de Pedro e João a suprema técnica ilusionista que acontecia através de se repetir as palavras certas. Não sabia Elimas que aquilo tudo era real e dado como presente de Deus de graça a quem cresse.
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Agora preste atenção aos vários crentes hoje que pregam o evangelho mágico. Eles tentam nos iludir dizendo: “Me dê seus pedidos de oração que vou subir ao monte e queimar os pedidos e Deus vai atender” ou “Oferte tanto dinheiro quanto você tem e Deus te dará o dobro” ou “No Monte Sinai é onde Deus ouve as orações, me de ofertas, muita ofertas que vou levar suas orações ao Monte Sinai” ou “Leve essa rosa ungida para casa e o ambiente vai mudar”.
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O interessante é que os verdadeiros sinais tem sumido, o pregador vem nas nossas igrejas, grita, pula, derruba as pessoas ao chão, mas, cadê as verdadeiras curas? O Batismo no Espírito Santo? A verdadeira mudança nas vidas das pessoas que é a salvação operada por Jesus?
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Muitos crêem hoje que o evangelho é algo mágico ou deve ser. Se sou crente e não consigo amar, o erro está em Deus, afinal Ele não colocou o amor em mim, por isso sou crente e não controlo minha língua, por isso sou crente e sou violento, por isso sou pastor e não importo com as minhas ovelhas, afinal se Deus quiser isso Ele vai me falar ou me tocar.

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Tudo o que o evangelho pede de nós já está na Bíblia, se não obedecemos é por culpa nossa e dureza de coração. E Jesus prometeu que quem colocasse a fé nele veria os sinais, e seus verdadeiros discípulos realizariam sinais verdadeiros, autênticos, coisa visíveis, apenas no nome de Jesus, não no nome do pregador que sobe ao monte de Anápolis, ou no monte Sinai, não através dos pedidos queimados ou da rosa ungida. Não creia no evangelho mágico e nem em pregadores que não digam o que Pedro e João disseram ao ser usados para curar um aleijado:

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“Israelitas, por que isto os surpreende? Por que vocês estão olhando para nós, como se tivéssemos feito este homem andar por nosso próprio poder ou piedade? Pela fé no nome de Jesus, o Nome curou este homem que vocês vêem e conhecem. A fé que vem por meio dele lhe deu esta saúde perfeita, como todos podem ver”Atos 3.12-16
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fonte:www.profetadarealidade.com

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Atenção Líderes:não removam o escandalo da cruz !


Algo tem acontecido a certo tempo de maneira muito sutil em meio a igreja conteporânea ( não me refiro a certa denominação que em detrimento da Bíblia acolhe e apóia o homossexualismo ) que é a forma como tem se apresentado o evangelho, uma maneira light que em vez de transformar vidas , visa a aceitação maior de massas ouvintes presentes nos cultos, não em busca de uma mudança de vida mas sim em busca de seus mais estranhos desejos, concupiscencias e pedidos.Este tem sido o alvo maior destas " igrejas ".
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Pregar a Palavra e confrontar ousadamente o pecado são vistos como coisas antiquadas, meios ineficazes de se alcançar o mundo. Afinal de contas, não são essas coisas que afastam a maioria das pessoas? Por que não atraí-las para a igreja, oferecendo-lhes o que desejam, criando um ambiente confortável e amigável, nutrindo-lhes os desejos que constituem seus impulsos mais fortes?
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É como se, de alguma forma, conseguíssemos que elas aceitassem a Cristo, tornando-O, de algum modo, mais agradável ou tornando a mensagem dEle menos ofensiva. Essa maneira de pensa distorce por completo a missão da igreja.
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A Grande Comissão não é um manifesto de marketing. O evangelismo não requer vendedores, e sim, profetas. É a Palavra de Deus, e não qualquer sedução mundana, que planta a semente que produz o novo nascimento (1 Pe 1:23). Nada ganharemos, senão o desprazer de Deus, se procurarmos remover o escândalo da cruz (Gl 5:11).

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John MacArthur Jr ( via: Cinco Solas )
Adaptado por Leonardo Macambira

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A incredulidade quando vem dos púlpitos



Crer naquilo que a Bíblia diz é um dom salvador de Deus. Aptidão para falar em público, não. Crer em Jesus Cristo como o Filho de Deus encarnado é obra salvadora da graça. Capacidade para administrar uma igreja, não. Receber os relatos bíblicos em fé e viver por eles é resultado da operação salvadora do Espírito de Deus no coração. Capacidade para liderar um culto e dirigir uma liturgia, não. Fé nos relatos bíblicos de milagres é graça especial aos eleitos. Poder intelectual e acuidade mental, não.

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É por isto que existem pastores e professores de teologia que são incrédulos. Pois para ser pastor e professor de teologia não é preciso fé. Tive um professor de teologia no mestrado que me confessou ter sido um agnóstico durante toda sua vida. Creu aos 65 anos de idade, durante uma enfermidade. Sua vida mudou. O famoso William Barclay, autor de um comentário em todos os livros do Novo Testamento, ao fim da vida confessou que nunca realmente creu em coisa alguma do Cristianismo.

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Pastores e professores de teologia que não têm fé têm que ter outra coisa: a habilidade de separar mentalmente o que ensinam domingo na sua igreja daquilo que realmente acreditam, quando estão a sós com seus livros. Se não tiverem isto, até o que tem lhes será tirado. Pois se ensinarem na igreja o que realmente acreditam, dificilmente manterão seu emprego. Qual é a igreja que deseja ouvir um pastor que não crê nas Escrituras? As que quiseram, fecharam ou estão morrendo. As igrejas da Europa que o digam.

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Por não ter fé, o pastor incrédulo tem que direcionar seu ministério e seu culto para áreas onde sua incredulidade passe mais despercebida. Daí, a liturgia formalista, o ritual litúrgico elaborado, as recitações, as fórmulas, os paramentos, as cores, os símbolos. Tudo voltado para ocupar os sentidos de maneira que a fé não faça falta. A mensagem deve evitar temas difíceis. O foco é em pontos morais, sociais e políticos.

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Tive amigos que eram membros de uma igreja cujo pastor eu desconfiava que fosse incrédulo. Perguntando a eles como eram as pregações, descobri que o problema não era o que o pastor dizia, mas o que ele deixava de dizer, os temas que ele evitava, os assuntos que nunca mencionava, como a ressurreição de Cristo, a infalibilidade das Escrituras, a veracidade e confiabilidade da narrativa bíblica, o poder do Espírito para regenerar a natureza humana pecaminosa, a morte vicária de Cristo, a realidade da tentação e a necessidade de resisti-la. Era assim que ele aprendeu a sobreviver, evitando matérias de fé e pregando aquilo que um rabino, um mestre espírita ou líder muçulmano também pregaria, como a honestidade, o amor ao próximo e a necessidade de votar a favor do desarmamento.

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Meu filho de 16 anos ao ler o draft deste post me disse: “Papai, por que alguém gostaria de ser pastor se não tem fé? Não tem uma maneira mais fácil dele ganhar dinheiro?”

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Pois é, pior é que não tem.

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Fonte:Olhar Reformado

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Exemplo de vida . Ah, se os medalhões( fanfarrões ) da tv gospel tivessem um coração assim...

História de uma jovem menina que aproveitou ao máximo seu pouco tempo de vida. Exemplo de vida para qualquer pessoa. Versão Oficial





sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A sua marca ou a marca de Cristo ? Oque realmente importa em um Ministério ?


Há elementos no ministério que têm envergonhado o Senhor Jesus – autor e modelo do ministério pastoral. Lideres que se apascentam a si mesmos, investindo em sua glória pessoal. Que estão mais comprometidos com a sua imagem do que com a imagem de Cristo em suas vidas. Elementos arrogantes e auto-suficientes, muito longe da humildade que Jesus ensinou (Mt 11.29). Homens, segundo Paulo, que são “inimigos da cruz de Cristo” (Fl 3.18).
Estes cidadãos estão com a corda na barriga, negociando princípios, fazendo vista grossa para o pecado dentro de casa e da igreja, motivados pela remuneração e outros benefícios. Homens alienados. Paulo diz que “o destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas” (Fl 3.19).


É lamentável ver líderes tão megalomaníacos! Eles amam ser reconhecidos. Caçam elogios. Quando do seu aniversário, colocam a sua foto em outdoors para serem vistos e ovacionados pelos homens. Os falsos obreiros denunciados por Paulo são dissimulados, arrogantes e superficiais. Falam muito bem. São ‘jeitosos’. São profissionais do púlpito. Não têm coração sensível. Não têm paciência com as pessoas. Não alimentam as ovelhas. Andam amaciando a mensagem. Andam pregando outro evangelho. Não são profetas de Deus. Como ensina Judas, “estes homens são como rochas submersas, em vossas festas de fraternidade, banqueteando-se juntos sem qualquer recato, pastores que a si mesmos se apascentam; nuvens sem água impelidas pelos ventos; árvores em plena estação dos frutos, destes desprovidas, duplamente mortas, desarraigadas; ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre” (vv.12,13).


Este é o diagnóstico daqueles cujos ouvintes os seguram com uma corda na barriga, no ventre, por causa da sobrevivência no ministério pastoral. Que Deus, por Sua graça e misericórdia, nos livre desta corda na barriga, da zona de conforto e da infâmia do profissionalismo frio. É triste dizer que estes elementos não estão comprometidos com a oração e nem com a Palavra de Deus. A mensagem da cruz passou longe deles. Aliás, esta é uma mensagem impopular.


Para quem tem a corda na barriga, o negócio é pregar de tal maneira que o povo se sinta sempre confortável e entre pelo caminho da mera prosperidade material.
Mas é infinitamente melhor ter a corda no pescoço, puxada por enforcadores insatisfeitos com a mensagem do evangelho bíblico, com a exortação e a confrontação profética. Não podemos abrir mão do nosso compromisso com o Senhor, com a mensagem da cruz (1 Co 1.18). Não fomos chamados para a popularidade, mas para, acima de tudo, ter um compromisso com o Senhor, mesmo que paguemos com a vida.


João Batista perdeu a sua cabeça física, foi degolado, porque havia denunciado o pecado de Herodes Antipas com a sua cunhada, mulher de seu irmão. João não tinha corda na barriga, mas no pescoço. O seu compromisso era com o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). Ele amou mais o Senhor do que a sua própria vida. Um homem comprometido com a verdade do evangelho e alimentado pela graça, sendo um homem denso e intenso na sua labuta e na sua relação de intimidade com o Senhor.


José é outro precioso exemplo de alguém que sabe dizer não ao pecado e sim para Deus. Ele foi para prisão sendo acusado injustamente de assédio sexual pela mulher de Potifar. São homens desta envergadura que precisamos no ministério pastoral. Homens cheios do amor do Pai, da graça de Cristo e do poder do Espírito Santo. Que negam a si mesmos, tomam a cruz, seguem e servem ao Senhor Jesus com profunda alegria. Suas entranhas fervilham amor pelo Senhor e pelas almas. Vivem a integridade do Espírito Santo. Há contentamento em servir ao Senhor.


Deus requer de nós, pastores, seriedade na missão dada por Ele. Este é um tempo de muita confusão no seio da igreja evangélica brasileira. Há muitos ministérios personalistas, antropocêntricos. Quando Spurgeon pregava, as pessoas diziam: ‘Que Cristo maravilhoso!’. Por quê? Porque a mensagem do chamado príncipe dos pregadores tinha o Senhor Jesus Cristo como o centro e como a razão da sua vida e do seu ministério. Era um homem que, à semelhança de Paulo, pregava a Cristo, e este crucificado. Toda a honra e toda a glória são de Cristo, o Senhor. O que deve atrair o povo para os santuários é a mensagem cristocêntrica tão excelentemente exposta na Palavra. Como precisamos pregar o evangelho a partir da nossa própria vivência em Cristo!


A Igreja necessita de sermões que sejam fruto de vidas no altar, de homens que amam ao Senhor mais do que a si mesmos. Que exalam o bom perfume de Cristo nos que se salvam e nos que se perdem. Mensagens coerentes a partir de pregadores que vivem a coerência de Cristo. Os sermões devem ser bem elaborados, pesquisados e caprichados, mas sempre com a chancela do Espírito Santo.


Não tenhamos medo da corda no pescoço. O Pai tem prazer nos Seus filhos que andam na integridade do ministério profético dado por Ele, em Cristo Jesus, antes da fundação do mundo. Vivamos, pois, a coerência de Cristo e não tenhamos receio da corda no pescoço e isto para a Glória de Deus Pai!

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Fonte:Instituto Jetro

domingo, 30 de agosto de 2009

Diferenças entre lobos e pastores


1) Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.


2) Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.


3) Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.


4) Pastores choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.


5) Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.


6) Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.


7) Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.


8) Pastores olham nos olhos, lobos contam cabeças.


9) Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.


10) Pastores têm senso de humor, lobos se levam a sério.


11) Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.


12) Pastores têm amigos, lobos têm fãs admiradores.


13) Pastores se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.


14) Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.


15) Pastores vivem de ofertas, lobos enriquecem.


16) Pastores ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.


17) Pastores sabem orar no secreto, lobos só oram em público.


18) Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.


19) Pastores são pessoas humanas reais, lobos são personagens religiosos caricatos.


20) Pastores vão com temor para o púlpito, lobos vão displicentes para o palco.


21) Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.


22) Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.


23) Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.


24) Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a instituição.


25) Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.


26) Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.


27) Pastores sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.


28) Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.


29) Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.

30) Pastores conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e pregam a lei.


31) Pastores usam as Escrituras como texto inspirado, lobos usam as Escrituras como pretexto criado.


32) Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos só teêm projetos pessoais.


33) Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.


34) Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilização das ovelhas.


35) Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.


36) Pastores confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.


37) Pastores pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.


38) Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e se fazem especiais.


39) Pastores tem dons e talentos, lobos tem cargos e títulos.


40) Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.


41) Pastores dirigem igrejas-locais, lobos dirigem igrejas-empresas.


42) Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.


43) Pastores trabalham em equipe, lobos são prima-donas.


44) Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.


45) Pastores constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam em vínculos de co-dependência.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Confissões de um Pastor


Confesso que sou jovem demais para um texto de confissões. Ainda que seja curto e sem maiores implicações. Não sei se é prudente. Agostinho escreveu as suas já com alguma maturidade, aos 43 anos de idade, aproximadamente. Considerava-as muito mais uma iniciativa de adoração que de culpa ou auto-exposição. Talvez por isso eu tenha criado coragem: não quero considerá-las qualquer biografia ou descrição de trajetória pessoal, mas uma declaração de fraqueza que honre a Deus e ajude outros, sobretudo os que sentem como senti em vários momentos dessa breve história pastoral.

Confesso que não tinha idéia do peso que acompanha o ministério pastoral. Não apenas aquele que resulta dos sofrimentos em geral, participados pelas pessoas ao pastor em quem confiam e que com elas também sofre, mas aquele que, infinitamente mais pesado, resulta exatamente desta confiança, que faz com que nos vejam como líderes que não somos, cheios daquelas qualidades idealizadas que não temos. Superam-nos, em busca do “pastor”. Não lhes importa nossa juventude; não porque desprezam-na, mas porque não lhes comunica o que deveria. Chamam-nos “pastor” e “senhor”, mesmo que poderiam ser nossos pais. Confiam-nos suas almas de imediato, embora demoremos para nos perguntar: quem somos nós – ou o que temos nós – para cuidarmos de tantas?

Confesso que almejava o lado aparentemente mais glamouroso do ministério pastoral. Acreditava não haver nada mais entusiasmante que a pregação, até começar a lidar com sua real dificuldade: o que dizer, semanalmente, a um mesmo povo, que torna-se cada dia mais exigente e com memória cada vez mais fiel. Erasmo de Rotterdam diria: “odeio o ouvinte de memória fiel”. Cri que daria conta, tranqüilo, dos aconselhamentos, até começar a perceber que o problema das pessoas não é a ignorância sobre as soluções disponíveis, mas uma infinidade de medos a que não temos acesso, senão com muita paciência, acolhimento e amor. Acreditava que organizaria facilmente os ministérios e departamentos da igreja, conforme os muitos manuais à disposição para qualquer tipo de visão eclesiástica, até que comecei a perceber que não é organização que falta à igreja, mas comprometimento.

Confesso que me vi sozinho inúmeras vezes. Encontrei mais concorrentes que amigos entre aqueles que, como eu, lançaram-se ao desafio do ministério. Comportei-me também, muitas vezes, como um competidor, em busca da maior igreja, da mais numerosa membresia, da maior arrecadação e dos melhores contribuintes. Alimentei certa inveja, quando tais resultados se faziam presentes no arraial do colega. Embora tenha sido politicamente correto, sem jamais ultrapassar certos limites éticos e de convivência, reconheço que Deus sabe o que passou em meu coração nessa complicada área das realizações e dos resultados. Chorei diante Dele, mas não pude compartilhar minhas dores. Demorei para encontrar em quem confiar, pessoas que não exporiam meus dramas juvenis para minar as bases de meu pastorado.

Confesso que, desde o começo, faltaram referenciais mais sólidos para a construção de meu caráter. Não somente morais, pois que não foram poucos os escândalos que vi envolvendo pastores e líderes, mas inclusive de paciência e incentivo. Por que os mais velhos não podem relevar a mocidade dos mais novos? Por que exigem tanto? Olham-nos com evidente desconfiança, enciumados, afastando-nos de si mesmos e de seus ambientes de poder ou influência. Não poderiam ensinar-nos? Compartilhar conosco suas experiências e descobertas? Poupar-nos dos mesmos erros que cometeram, para que possamos cometer erros novos? Confesso que precisei de guias mais confiáveis e amorosos, dispostos a abençoar meu ministério sem que desejem se impor sobre mim ou desqualificar-me diante das ovelhas que Deus mesmo me confiou.

Confesso, depois de não muitos anos, que não tenho as respostas que achava ter, lá no começo. Há muitas frustrações e desilusões reservadas para os pastores. Pensei em desistir e, às vezes, até hoje, ainda penso. Creio que Karl Barth tem razão quando diz que “os apóstolos e profetas não querem ser o que são; eles têm de ser. E, todavia, eles são”. Agora entendo quando Tiago orienta a que não muitos de nós aspirem ser mestres. Identifico-me com Jeremias, quando derrama-se diante de Deus, seduzido pela vocação e apavorado com suas implicações, oscilando entre o não querer falar e a percepção de um fogo que o queima até que fale. Deus é um fogo consumidor. Não nos queima por que não somos o que quer que sejamos, mas até que o sejamos. E, assim, vamos de dor em dor, de luta em luta, de fé em fé.

Mas confesso que, apesar de toda angústia envolvida, é maravilhoso estar onde se crê ser a vontade de Deus. O resultado que vale é um coração confiante na graça de Cristo e na vitória de Sua cruz. O caminho Dele também não foi fácil.
Oposições, acusações, traições e negações de toda ordem marcaram sua trajetória terrena. Deus, porém, o exaltou sobremaneira, dando-lhe um nome acima de todo o nome, para que ao nome de Jesus todo joelho se dobre. A começar pelos nossos joelhos de pastores, nem sempre tão prontos a encontrar o solo da oração e do quebrantamento. Jesus é nosso modelo. Sua humildade e obediência, nossa meta. Seu Espírito, nossa força. Deus é fiel. Cuida de nós e supre nossas carências. Sem falar nas pessoas que levanta para, contra tudo e contra todos, nos abençoar. No fim das contas, são muitas. Não esperam nada em troca e dão-nos o melhor de seus corações. Renovam-nos a esperança e a disposição para seguir em frente. São verdadeiras dádivas, amigos mais chegados que irmãos.

Deus os conserve e a nós, na missão de implantar o Seu Reino e morrer para o mundo. A cada dia. Até aquele dia. Maranata.
Fonte: Instituto Jetro por Marcelo Gomes
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Onde será que está o erro?


Alguém reparou que estão lançando no ar uma suposta desilusão "evangélica" no Brasil ? Sabe, aqueles montes de profecias e atos proféticos sobre avivamento no Brasil ? Nada daquilo aconteceu amados! Dezenas de profecias do tal G12... nada aconteceu. 

Sabe, as novas revelações, as novas estratégias, as novas visões,as rosas ungidas, os tapetes chupa encosto,os banhos de arruda e sal grosso ( pasmem, dentro de alguns templos ) e as famosas palavras "remas", não deram em coisa alguma. Mas vamos ouvir muitos falar : "Mas milhares foram alcançados, milhares salvos!". Meu Deus!!! Só porque uma pessoa se tornou "evangélica" quer dizer que ela passou a ser um genuino cristão? Podemos ver pelas " igrejas" que hoje estão nas mídias ( Rádios e tv's ) e afins que isso é conversa fiada! 


Virou apenas uma moda ser evangélico, ainda mais com essa nova "revelação" de que somos "patrões de Deus", que a nossa fé deve ser usada como uma arma apontada para a cabeça de Deus, e que o obriga a realizar nossos desejos (sejam estes quais forem) independente de termos ou não compromisso com a sua palavra!!! 


Essa moda de que se eu "profetizar algo deve acontecer, porque eu sou filho do Rei, eu nasci pra ser próspero e vencedor!!!" Pois então que digam isso para o Senhor Jesus que não tinha nem onde recostar sua cabeça, que digam isso ao apóstolo Paulo que sofreu e apanhou como cachorro sem dono, coisa que em nossos dias são sinônimos de fraqueza e marginalidade espiritual. Sabe amados, fizeram um espetáculo em cima do tal do avivamento, (eu até quis acreditar e fiquei esperando por ele um tempo) e nada aconteceu, as cortinas se abriram e a atração principal não estava lá,oque foi encontrado foram apenas alguns animadores de palco secos,ocos e vazios (lembra de apo 3:20?).


 Sabe, depois de tanta novidade, de tantas novas revelações, de tantas novas estratégias, será que agora não poderiamos tentar outra coisa, uma coisa mais antiga e bem mais simples, mas que a história provou ser bem eficaz, poderiámos em vez de buscar algo novo voltar ao começo, lá há 2000 anos atrás, quando existia um evangelho puro, simples, humilde mas, que nos era revelado o poder de DEUS,o bastante pra levar pessoas a preferirem virar comida de leões,a serem vítimas de apedrejamentos e a serem queimadas vivas do que a negar esse cristianismo, e ao fundador desse Cristianismo... JESUS CRISTO!!!!!