sexta-feira, 31 de julho de 2009

Desvendando Paulo. O apóstolo dos gentios. ( 2 )


CONVERSÃO
A conversão de Saulo se deu por volta dos anos 33 ou 34 d.C.. Converteu-se sem a pregação do evangelho por parte de outro homem (Gál.1.11-12). Afinal, quem pregaria para Saulo? O próprio Ananias ficou temeroso quando Deus lhe enviou a orar por aquele que era conhecido como o grande perseguidor da igreja (At.9.13). Uma conversão sem pregação constitui-se exceção. O normal é que alguém pregue o evangelho para que outros se convertam (Rm.10.14).


Saulo e sua escolta (não sabemos quem eram) tinham quase completado sua viagem de cerca de 240 quilômetros, que deve ter levado por volta de uma semana. Quando se aproximaram de Damasco, um lindo oásis cercado pelo deserto, perto do meio-dia, de repente, uma luz do céu brilhou ao seu redor (v. 3), mais clara do que o sol (26:13). Foi uma experiência tão gloriosa que ele ficou cegado (v. 8,9) e caiu por terra (v. 4), “prostrado aos pés de seu conquistador”.


Então uma voz dirigiu-se a ele (em aramaico, 26:14), de forma pessoal e direta: Saulo, Saulo [Lucas mantêm o original aramaico, Saoul ], porque me persegues? E, respondendo a pergunta de Saulo sobre a identidade daquele que falava, a voz continuou: Eu sou Jesus, a quem tu persegues (v. 5). Imediatamente, Saulo deve ter entendido, pela forma extraordinário como Jesus se identificou com os seus seguidores, que persegui-los era perseguir a Ele, que Jesus estava vivo e que suas afirmações eram verdadeiras. Assim obedeceu prontamente a ordem de levantar-se e entrar na cidade (v. 6), onde lhe seriam dadas outras instruções. Enquanto isso, os seus companheiros de viagem, pararam emudecidos, ouvindo a voz, não vendo, contudo, ninguém (v. 7).


Eles também não entenderam as palavras do orador invisível (22:9). Mesmo assim, guiando-o pela mão, levaram-no para Damasco (v. 8). Ele, que esperava entrar em Damasco na plenitude do seu orgulho e bravura, como um auto-confiante adversário de Cristo, estava sendo guiado por outros, humilhado e cego, capturado pelo Cristo a quem se opunha. Não podia haver dúvidas sobre o que acontecera. O Senhor ressurreto aparecera a Saulo. Não era um sonho ou uma visão subjetiva; era uma aparição objetiva de Jesus Cristo ressurreto exaltado. A luz que viu era a glória de Cristo, e a voz que ouviu era a voz de Cristo. Cristo interrompeu a sua impetuosa carreira de perseguidor e fez com que se voltasse em direção contrária.

PRIMEIRAS VIAGENS APÓS A CONVERSÃO

Em Gálatas 1, Paulo apresenta seu itinerário após a conversão para mostrar que não aprendeu de nenhum apóstolo a doutrina cristã:

Damasco (At.9.8)

Deserto da Arábia – Gál. 1.17

Damasco – Gál 1.17

Jerusalém – 3 anos depois da conversão, onde esteve 15 dias com Pedro – Gál. 1.18. Seu objetivo nesse ponto era deixar claro que não esteve com Pedro tempo suficiente para aprender com ele as doutrinas do cristianismo.

Síria e Cilícia - Gál. 1.21 – Esteve, por aproximadamente 10 anos, morando em sua cidade natal, Tarso. Talvez tenha passado esse período sozinho. Tinha sido rejeitado pela família, pelos judeus e encontrava dificuldades entre os cristãos, pois estes tinham receio dele. Por suas epístolas, entendemos que muitos não aceitavam seu apostolado pelo fato de não ter vivido com Jesus. Em Atos 1, na hora de escolher o substituto de Judas Iscariotes, Pedro apresentou os requisitos: o candidato deveria ter acompanhado Jesus desde o batismo de João até a ressurreição (At.1.21-22). Portanto, se Paulo estivesse ali, não seria escolhido para ser apóstolo.

Antioquia – Por fim, Barnabé foi até Tarso à procura de Paulo e logo depois conduziu-o a Antioquia da Síria, onde passou a participar da igreja (At.11.25-26). Antioquia foi o oásis de Paulo. Barnabé foi aquele irmão de que Paulo tanto necessitava para introduzi-lo no convívio cristão. Em Antioquia Paulo permaneceu um ano.

Jerusalém – Depois disso, Paulo foi a Jerusalém com Barnabé e Tito afim de levar a ajuda enviada pelos irmãos de Antioquia (At.11.27-30). Era então o ano 47 ou 48, 14 anos depois de sua conversão, conforme Gálatas 1.18.

Antioquia – Paulo volta para Antioquia, que passou a ser um tipo de "quartel-general".

De acordo com os Atos e as epístolas, entendemos que Paulo era um homem muito instruído, tanto em relação ao judaísmo quanto na filosofia grega. Contudo, seu conhecimento espiritual sobre os mistérios de Deus sobrepujava a tudo isso. Era também homem impetuoso, disposto e extremamente zeloso em tudo.

A EVANGELIZAÇÃO DOS GENTIOS.

Pedro iniciou a evangelização dos gentios em Atos 10, mas isso não foi algo natural para ele que era um judeu de Jerusalém. Somente após um arrebatamento, uma visão e uma palavra direta de Deus, é que Pedro admitiu a idéia de pregar aos gentios. Paulo, porém, era um judeu romano. Isso facilitava sua visão rumo aos povos não judeus. Deus o escolheu para essa missão: ser apóstolo aos gentios (At.22.21; Gál. 2.2,8).

Nas cidades em que chegava, Paulo normalmente ia primeiro às sinagogas (At.13.13-14, 42-48; 14.1; 17.1-2). Ainda não havia igrejas ou templos cristãos nesses lugares. Por outro lado, ele ainda honrava os judeus com a primazia no anúncio da fé cristã. Entretanto, eles não viam por essa ótica. As pregações nas sinagogas terminavam com a revolta dos judeus. Paulo era expulso, agredido e muitos queriam até apedrejá-lo. Desse modo, ocorria um escândalo em público, mas a essa altura, alguns judeus já haviam se convertido. Até as disputas em praça pública eram proveitosas para que os gentios ouvissem a palavra de Deus. Com esse grupo de convertidos se formava a igreja e as reuniões mudavam de local (At.18.4-7).

PRIMEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA – entre os anos 47 e 49 (At.13 e 14)
Paulo esteve durante algum tempo participando da igreja em Antioquia. Esta cidade era muito importante. Chegou a ser uma grande metrópole ainda nos tempos dos reis gregos da Síria, os selêucidas. Após a conquista por Roma, continuou como capital da província e ali se encontravam os governadores romanos. Era bela, com muitos palácios e templos, dentre os quais se destacava o Santuário de Apolo. Nessa cidade havia uma grande colônia judaica, correspondendo à sétima parte da população.
Estando reunido com os irmãos em Antioquia, Paulo recebeu uma direção do Espírito Santo para empreender sua primeira viagem missionária juntamente com Barnabé. Partiram então, levando João Marcos.
Eis o roteiro da primeira viagem missionária de Paulo: Antioquia da Síria; Ilha de Chipre (Salamina e Pafos); Antioquia da Psídia; Icônio, Listra, Derbe; Perge; Antioquia da Síria.
No meio da viagem, Marcos abandonou o grupo e voltou para Jerusalém. Por esse motivo, Paulo não quis levá-lo em sua próxima viagem (At.13.13).

TERCEIRA VISITA A JERUSALÉM-Após a primeira viagem missionária, Paulo faz sua terceira visita a Jerusalém, por volta do ano 49. Nessa oportunidade ocorre a famosa discussão dos apóstolos sobre o que deveria ser exigido dos gentios convertidos no que se refere à observância da lei mosaica. (At.15)

SEGUNDA VIAGEM MISSIONÁRIA -Entre os anos 50 e 52 d.C. (At.15.40 a 18.22)
Terminado o concílio de Jerusalém (At.15), Paulo e Barnabé voltaram para Antioquia, levando consigo Judas, chamado Barsabás, e Silas. Alguns dias depois (At.15.36), Paulo inicia sua segunda viagem missionária, em companhia de Silas, com o principal propósito de visitar as igrejas estabelecidas nas cidades anteriormente visitadas.
Eis o roteiro da segunda viagem: Antioquia da Síria; Cilícia; Listra; Frígia; Galácia; Trôade; Macedônia/Grécia: Filipos; Tessalônica; Beréia; Acaia; Atenas; Corinto; Éfeso; Jerusalém; Antioquia da Síria.
Em Listra, Timóteo entrou na equipe de Paulo. Em Trôade foi a vez do médico Lucas. Paulo ficou um ano e meio em Corinto, ocasião em que estabeleceu a igreja. Daí escreveu aos Tessalonicenses.

TERCEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA – 53 a 58 d.C. (At.18.23 a 20.38).
Tendo ficado "algum tempo" em Antioquia (At.18.23), Paulo parte para sua terceira viagem missionária.
O apóstolo muda então sua "base" para Éfeso, que passa a ser sua cidade de retorno. Ali esteve durante dois anos (At.19.10). O versículo mencionado diz que toda a Ásia foi evangelizada naquele período. Portanto, parece certo que Paulo fez diversas viagens às cidades da Ásia Menor, voltando sempre para Éfeso.
O itinerário da terceira viagem foi: Antioquia da Síria, Galácia, Frígia, Éfeso, Macedônia, Grécia, Trôade, Mileto, Tiro e Cesaréia.

Desvendando Paulo. O apóstolo dos gentios!!!


Introdução, história e caracteristicas



Neste primeiro tópico do nosso estudo, abordaremos questões referentes à pessoa do apóstolo Paulo, suas viagens, sua obra, seu zelo e sua doutrina. Suas viagens se revestem de fundamental importância e estão ligadas ao propósito do seu ministério. Apóstolo significa "enviado". Sendo assim, o apóstolo precisa ir. Suas viagens produziram uma obra, que foi o estabelecimento de igrejas em diversas cidades do Império Romano.

Após a fundação das igrejas, Paulo poderia, simplesmente, seguir adiante sem se importar com o rebanho. Entretanto, destaca-se o seu zelo, demonstrado pelo envio de cartas às igrejas, inclusive a uma que não foi por ele fundada, a igreja de Roma. Essa correspondência poderia conter apenas assuntos de interesse pessoal do autor e dos destinatários.

Entretanto, contêm a mais sublime exposição da doutrina cristã. Depois de todo esse trabalho, o apóstolo não recebeu recompensa humana. Pelo contrário, foi perseguido, preso, açoitado e morto. As suas viagens e as suas prisões foram necessárias para que hoje tivéssemos as epístolas paulinas no Novo Testamento.


Família e infância

Paulo se chamava também Saulo (At.13.9), nome hebraico derivado de "Saul", que significa "pedido". Nasceu em Tarso, na Cilícia, no ano 1 d.C. (At.21.39). Era judeu por descendência e romano devido ao status de sua cidade natal no Império (At.16.37; 22.25-30). Paulo era seu nome romano, derivado do latim "Paulus", que significa "pequeno" (At.13.9). O livro "Atos de Paulo e Tecla" nos apresenta o apóstolo como um homem de "baixa estatura, que possuía cabelos ralos na cabeça, sobrancelhas ligadas e nariz convexo."

Jerônimo escreveu que os antepassados de Paulo viviam na Galiléia e depois migraram para Tarso. Eram, portanto, judeus da diáspora. Não sabemos os motivos da mudança, já que eram várias as razões que faziam com que muitos judeus abandonassem a Judéia. O próprio crescimento do comércio no Império era motivo de muitos deslocamentos.

Tarso era a principal cidade da Cilícia, célebre (At.21.39) e bela. Era um centro cultural, religioso e filosófico. Possuía um templo dedicado a Baal e uma universidade tão importante quanto as de Atenas e de Alexandria.
A família de Paulo pertencia à tribo de Benjamim. Não se sabe o nome dos seus pais, mas apenas que eram da seita dos fariseus, à qual o próprio Saulo aderiu. (At.23.6; Fp.3.5 Rm. 11.1).

Juventude, educação, ofício e seita religiosa

Embora Tarso fosse uma ótima cidade, sua cultura e costumes eram estranhos ao judaísmo. Os pais de Saulo parecem ter se preocupado com a formação religiosa do filho. Por isso, Saulo foi morar em Jerusalém (At.26.4), onde estavam sua irmã e seu sobrinho (At.23.16). Tal mudança deve ter ocorrido por volta dos 13 anos de idade, quando todo judeu deveria se apresentar no templo judaico. Daí em diante, o jovem Saulo passou a ser instruído pelo mestre fariseu Gamaliel (At.5.34; 22.3).

Tornou-se também um fariseu convicto e extremamente zeloso (Gál.1.14). Pela análise de todos os textos mencionados, entendemos que a família de Saulo era influente. Ele mesmo chegou a possuir algum nível de autoridade política e religiosa em Jerusalém. Pode ter participado do Sinédrio ou simplesmente de uma sinagoga, onde votava contra os cristãos (At.26.10). Parte de sua instrução foi o aprendizado da confecção de tendas, ofício que mais tarde lhe serviria como fonte de renda em algumas viagens.

Tendo nascido no ano 1, Paulo era contemporâneo de Jesus. Contudo, não sabemos se chegaram a ter algum contato antes da crucificação. Isso é bastante possível, mas, por falta de provas, torna-se apenas objeto de especulação. Os versículos de II Cor.5.16 e I Cor.9.1 podem indicar esse conhecimento, mas isso não é absolutamente certo. Mesmo que tenha tomado conhecimento a respeito de Jesus, Paulo, como fariseu, não via em Cristo a realização de suas esperanças, uma vez que os fariseus aguardavam a emancipação política de Israel.

Assim, o cristianismo, que anunciava um reino espiritual, apresentava-se como abominação aos olhos de Paulo, o qual se tornou um perseguidor implacável contra os cristãos (Gál. 1.13; I Cor. 15.9). Não satisfeito com as perseguições dentro de Jerusalém, Paulo os perseguia em outras cidades, procurando prendê-los afim de que fossem mortos. Notamos nisso um ímpeto "missionário" às avessas. Nesse tempo de perseguidor, Saulo ainda era um jovem, conforme está escrito em At.7.58; 8.1-3.


continua em breve...

Não importa o inimigo, ele perdeu !


“Então, se chegou Joabe e o povo que tinha consigo diante dos siros, para a batalha; e fugiram de diante dele” (1 Crônicas 19.14).

Uma das maiores confederações de nações foi formada para destruir o povo de Deus, porém, bastou uma simples decisão para levá-las à derrota. Com isso, os servos do Senhor aprenderam a lição de que quem foge do inimigo está contaminado por ele. A fé nos manda crer no Senhor acima de tudo. Por isso, quem a tem não se amedronta. Foi suficiente Joabe – o comandante do exército de Israel – e o povo, que com ele estava, chegarem-se diante dos sírios, para que estes fugissem (v. 14). Creia, que o mesmo poderá acontecer com você!

Aos olhos da carne, os dias de Israel estavam contados; afinal, as nações que se uniram contra o reinado de Davi estavam muito bem armadas. Para se ter uma ideia, só de carros de guerra havia 32 mil, além dos milhares de soldados. Mas a decisão de Joabe fez mudar completamente aquele quadro. O que aprendemos com isso é que quem tenta escapar do adversário está, na verdade, contaminado por ele. Por outro lado, quem o enfrenta, em Nome do Senhor dos Exércitos, obtém a ajuda divina.

O Livro Sagrado declara que a fé vem quando damos ouvidos à Palavra de Deus (Romanos 10.17). Ora, o oposto da fé é o medo, o qual surge ao crermos na ameaça do diabo. Então, diante de qualquer desafio, é preciso refletirmos sobre o que existirá em nosso coração: se deixarmos o medo entrar, ficaremos nas mãos de Satanás e, consequentemente, não teremos o Senhor ao nosso lado. Entretanto, o contrário também é verdade: se tivermos fé, venceremos o inimigo, pois o Pai celeste estará conosco. Por conta disso, sempre pense naquilo que você deixará governar o seu coração.

A fé é a maior arma de quem a possui. Ela nos leva a crer no Altíssimo, a despeito da provação, e a avançar contra as hostes inimigas. Ela nos garante que, em qualquer situação, somos mais que vencedores.

Ao lermos a passagem de 1 Crônicas, temos a impressão de que, naquela vez, o povo de Deus sofreria uma terrível derrota. Contudo, quando Joabe concebeu o plano e o pôs em execução, ficou pasmo ao ver os sírios fugirem diante dele. Como se não bastasse, os amonitas, ao verem os sírios fugirem, desesperaram-se e tentaram escapar também.

Ainda hoje, o Altíssimo orienta Seus soldados a agirem corretamente no combate. O segredo é não olhar para as ameaças do inimigo, mas, sim, para o Autor e Consumador da fé (Hebreus 12.2). Ele dará a você as instruções necessárias.


Seja um vencedor em Cristo !!!!
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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Dias de tolice na boca de muitos


“E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2 Pedro 3.4).

Nessa passagem, o apóstolo Pedro declara que, nos últimos dias, muitos zombariam das promessas de Deus. Infelizmente, os ímpios nem se dão conta de como Satanás os tem levado a fazer coisas irracionais, como, por exemplo, caçoar dos assuntos do Senhor. Aliás, os deboches sempre estiveram na boca de muitos considerados sábios. Porém, verdadeiros sábios são os que aguardam o cumprimento da promessa divina.

Pedro chamava a atenção para um tempo em que o “espírito de bobeira” possuiria muita gente, causando questionamentos tolos. Hoje, existem aqueles que têm sido usados pelo inimigo como se fossem “amostras grátis” desse triste agir. Ora, achincalhar a Palavra de Deus é a maior ignorância que alguém pode cometer! Mesmo assim, o espírito do erro levará essas pessoas a encontrarem razões para pregar o contrário da Mensagem divina. Então, fuja desses que falam do que não entendem e raciocinam sobre o que não aprenderam, pois, enquanto não se converterem ao Senhor, jamais serão iluminados, e, além disso, seu futuro será a perdição.

Na Idade Média, os sábios também riam da Sagrada Escritura. Por exemplo, Isaías disse, na Palavra, que a Terra era redonda, mas os pensadores da época medieval acreditavam que nosso planeta era chato e havia grandes colunas que o seguravam. Hoje, as fotos de satélite os desmentem.

O que ainda não se entende da Palavra, mais cedo ou tarde, será provado como verdadeiro. É assim que se vê quem, realmente, é prudente. Por isso, não discuta com os perdidos nem leve em conta as brincadeiras, chacotas e agressões que poderão fazer a você, pois eles precisam ser amados e necessitam de uma verdadeira conversão. Somos os únicos que podemos dar-lhes o verdadeiro amor de Deus. Além disso, sabemos que, para serem salvos, é necessário que o Altíssimo os conduza até o Salvador. A obra é toda do Senhor! Apenas ore e creia!

terça-feira, 28 de julho de 2009

Atenção espertos e simpatizantes: Não mudem as regras!!!


“Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea” (Mateus 19.4).


Há um Criador de tudo o que existe, tanto no plano espiritual quanto no material. Ele formou todas as coisas pelo Seu querer. Sua capacidade é imensurável, infinita, e as regras estabelecidas por Ele têm uma lógica. Portanto o melhor, ou seja, o certo é não se considerar "iluminado" o bastante para tentar mudar as regras que o “Fabricante” estabeleceu.

Nada que existe no mundo surgiu por acaso. Há um Ser cujo poder é imensurável e cujas habilidades são infinitas (Isaías 40.28). Ele é o Criador de todas as coisas, inclusive do homem. Darwin trouxe a Teoria da Evolução. No entanto, como alguém pode acreditar que toda essa perfeição surgiu por acaso? Vale a pena conhecer este Ser tão sábio e amoroso que nos fez e também Suas instruções a respeito de tudo. Sem dúvida, Ele não foi irresponsável a ponto de nos ter criado sem também ter fornecido as informações necessárias. Quanto mais você se aprofundar nesse entendimento, mais desejará conhecer o Altíssimo.


Deus tinha um plano e criou tudo segundo Seu desejo. A cada obra, Ele examinava e via que era bom o que havia feito. Nada foi elaborado de modo irregular ou defeituoso. Porém, a coroa da sua criação, o homem, desobedeceu ao Senhor e, com isso, trouxe a imperfeição ao mundo. A transgressão cometida por Adão foi responsável pelas mazelas que existem até hoje em nossos dias.

Com o pecado, a morte espiritual – a natureza pecaminosa– entrou no mundo, mas ela não conseguiu mexer, tocar ou diminuir a capacidade de Deus. Então, o Pai elaborou e executou um plano para redimir o homem. A parte principal do Seu querer já foi consumada. Ao enviar Seu Filho unigênito para morrer no Calvário, o Senhor estava providenciando um meio para que o ser humano pudesse voltar à comunhão com Ele.


Uma das regras estabelecidas pelo Todo-Poderoso na criação se deu ao formar macho e fêmea (Gênesis 1.27; 5.2). O homem deixará pai e mãe, unir-se-á à mulher, e serão os dois uma só carne (Gênesis 2.24). Ele não fez o macho para se unir a outro, nem a fêmea para se juntar a outra.


Todos os princípios deixados por Ele têm sua razão e, um dia, quem os trocar, ou estimular a desobediência a eles, terá de prestar conta ao Pai celeste! Não se esqueça de que horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo(Hebreus 10.31).

Ele é o Todo-Poderoso, e todos os Seus planos não podem ser impedidos (Jó 42.2). Todo aquele que é sábio não se mete a esperto para se atrever a mudar os estatutos do Criador.

Os exércitos celestes em revista


“Já se ouve a gritaria da multidão sobre os montes, semelhante à de um grande povo, a voz do reboliço de reinos e de nações já congregadas. O SENHOR dos Exércitos passa em revista o exército de guerra” (Isaías 13.4).


A Babilônia citada por Isaías é mais do que o país do famoso Nabucodonosor. É aquela cujo poder será destruído completamente pelos consagrados do Senhor, os quais já receberam autoridade para isso. Deus está passando em revista Sua tropa. Que Ele não o ache sujo, mal vestido e desarmado; antes, façamos o barulho santo ser ouvido.

A Babilônia representa o reinado do nosso inimigo. Por causa do pecado cometido por Adão, o primeiro homem, o inimigo tem dominado a terra e feito muitos seres humanos seus escravos, usando-os em todos os níveis de iniquidade. Como tirano, e com mão de ferro, o diabo escraviza, domina e destrói a vida das pessoas por meio de enganos, vicios,enfermidades, práticas erradas e os mais diversos crimes.


Não devemos ficar impressionados com o poderio bélico de nosso inimigo que tem dominado e destruído vidas, pois Jesus nos constituiu autoridades do Reino de Deus para aniquilar as obras do diabo. Hoje, se a Igreja se dispuser, poderá libertar os cativos do pecado, levando as pessoas à libertação,pois somos detentores do Poder de Deus "Evangelho" para virar este jogo. Nós, que somos de Cristo, estamos autorizados a usar o poder "Evangelho"que nos foi confiado para fazer a obra do Pai.

O novo nascimento nos fez povo de Deus e nos deu poder para agir em Nome de Jesus (Marcos 16.17). Somos consagrados do Senhor e fomos comissionados a destruir as obras satânicas aqui na terra. Quando clamamos a Deus pela libertação de uma pessoa possuída por espíritos malignos, Ele nos atende. Agindo em Nome do Senhor, o diabo tem de nos obedecer. Milhões de pessoas esperam pela nossa ação que irá libertá-los.

Deus está passando em revista Sua tropa, por isso, devemos estar atentos, pois Ele não quer que os Seus O envergonhem com suas atitudes. Ter amplo conhecimento bíblico é fundamental para a vitória, pois as armas que temos de usar contra o mal nos são dadas pelo entendimento que recebemos pela pregação da Palavra (2 Coríntios 10.14).

Não é bom apresentar-se a Deus sem a devida preparação. O soldado da cruz não pode estar sujo pelo pecado, sem as vestes purificadas. Elas precisam estar lavadas pelo sangue de Jesus. Cuide para não se apresentar sem armas da nossa milícia. Deus somente pode usar quem está cheio do Espírito Santo. Aquele que tem do que se envergonhar jamais será bem-sucedido (2 Timóteo 2.15).


Faça ouvir o barulho santo em todo o lugar!!!


Toque a sua trombeta!!!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A vantagem de ser JUSTO !


“Porque o cetro da impiedade não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda as mãos à iniquidade” (Salmo 125.3).


O cetro da impiedade não domina aqueles que estão debaixo da Aliança do Senhor, porque eles são guiados pelo Espírito Santo. Então, a sorte dos filhos de Deus está livre da ação maligna, por isso, não devem estender a mão à iniquidade, mas precisam estendê-la para fazer algo apenas sobre o que Deus lhes dá.

O governo do inimigo não tem atuação sobre nós, que já recebemos Jesus como Senhor e Salvador. Somos povo de Deus e estamos em outra amplitude espiritual. Sobre nós reina o poder celestial, porque a Verdade nos libertou das artimanhas malignas. Os cidadãos do Reino celestial são governados pelo Espírito de Deus, e esse governo se dá pela Palavra.

Para quem ainda não se converteu, a palavra de Deus não tem a mesma importância que para nós. Nele, somos orientados, guardados e dirigidos. No entendimento que recebemos ao ler a Palavra, percebemos que o Senhor reina sobre a nossa vida. A simples leitura ou audição com a meditação da Bíblia nos traz paz ao coração, força para lutar, e a direção de Deus para nossa vida.

A nossa sorte está livre das ações do inimigo, não vivemos mais no pecado.Estamos livres! A autoridade do inimigo não nos pode tocar, pois já não lhe somos mais sujeitos. O Senhor nos colocou em um patamar espiritual onde o inimigo não nos consegue atingir. Ele pode tentar, mas jamais conseguirá tocar em nós. Estamos isentos de toda influência do mal enquanto permanecermos na obediência e na submissão do nosso Pai. Podemos descansar a sombra do Onipotente!

Em sua obra de tentar, o maligno se mostra como o tal e se esforça para que acreditemos que não temos condições de vencer. Não se submeta às mentiras dele. A Palavra do Senhor declara que você na presença do Senhor é uma bênção, e isso basta. Já ao que o diabo anda espalhando a seu respeito, ao quadro sombrio que ele pinta sobre o que lhe pode acontecer, não dê a menor atenção. Ele é mentiroso (João 8.44), e tudo o que fala não tem a menor possibilidade de se realizar, a menos que você empreste a ele sua vida, abrindo mão das bençãos de Deus ao trocar por pratos de lentilhas.

Temos de estender a mão para abençoar, adorar, trabalhar, ajudar... contudo, nunca para fazer a impiedade. Somente as estenda ao Senhor Deus, para que ela realize a vontade dEle.

A pessoa que nasce de novo é feita herdeira de Deus, co-herdeira com Jesus e, por isso, não precisa ficar desesperada para obter aquilo de que necessita. Basta orar e crer, a fim de que o amor, a bondade e misericórdia do Senhor movam a sua mão e o seu poder atue em seu favor. Agora mesmo, veja o que você precisa e, destemidamente, com ousadia e intrepidez ,entre na presença do Senhor e apresente a ele suas necessidades em forma de súplicas e Ele... o abençoará!!!

sábado, 25 de julho de 2009

DITADURA GAY : Psicóloga pode ter direitos cassados




Por Felipe Pinheiro

Em defesa dos seus interesses, a militância gay tem manifestado-se em passeatas e no próprio Congresso Nacional em favor de argumentos como o Projeto de Lei Constitucional 122, que torna crime a homofobia - medo e aversão ao homossexual. Amparado pela alegação de preconceito, ou a famigerada "homofobia", o movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) tem ganhado força junto aos parlamentares. Contudo, segundo o deputado federal Paes de Lira (PTC), "há outras pessoas no Congresso Nacional que pensam de forma diferente e não aceitam também a criminalização da expressão do pensamento".


Defensora de um estado homossexual temporário, e não imutável, como afirmam aqueles que alegam ter nascido com tal orientação sexual, a psicóloga Rozângela Justino tem experimentado a sua liberdade de expressão cerceada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), um dos reflexos do que a doutora denomina como "Ditadura Gay". "Ativistas do 'movimento pró-homossexualismo' tentam invalidar as chamadas 'terapias de reparação', negando o reconhecimento do apoio aos que desejam voluntariamente deixar a homossexualidade", disse Justino, que poderá ter os direitos profissionais cassados em julgamento no próximo dia 31 de julho.


De acordo com a psicóloga, que acompanha desde 1987 pessoas que sofrem com o comportamento homossexual - este já classificado como um transtorno pela OMS (Organização Mundial da Saúde) junto com desvios como transexualismo, pedofilia e sadomasoquismo -, "profissionais da área da psicologia, mesmo acreditando na possibilidade de mudança daqueles que desejam deixar a homossexualidade, têm se recusado a atender pessoas em estado de sofrimento acometidas pela orientação sexual egodistônica [caso em que a homossexualidade é sinônimo de sofrimento para o indivíduo] com medo da 'ditadura gay' e da punição do CFP".


Em entrevista ao Guia-me por telefone, o deputado Paes de Lira, que substituiu o parlamentar Clodovil Hernandes em março deste ano, expressou apoio a Rozangela Justino e avaliou a ação contra a psicóloga como uma retaliação do movimento LGBT. "A doutora Rozangela nunca defendeu que as pessoas fossem compelidas a se tratar. Ele só procura ajudar aquelas que procuraram socorro. Será que o papel do psicólogo não é esse? Eu penso que sim".


Até mesmo no blog de Justino, internautas que desconhecem ou refutam o tratamento psicológico têm expressado opiniões que confundem o seu posicionamento profissional com uma pseudo postura fundamentalista religiosa. "Se você esteve na universidade, deveria ter aprendido que psicologia não é religião e vice-versa. (...) Evangelize quem você quiser e do jeito que você quiser, mas não coloque a Psicologia no meio disso. Respeito a opinião que você tem (apesar de não concordar), mas não admito que você coloque a SUA verdade acima de uma ciência séria (porque o que você faz não é sério, é uma estupidez sem tamanho)", afirmou o autor L.M sobre o artigo "A NOSSA HORA! Chegou a sua hora povo brasileiro! Chegou a sua hora, psicólogo brasileiro!", publicado no dia 21 de junho por Rozângela.


Manifesto do Silêncio


Desde que a ação foi movida e o seu julgamento remarcado (antes aconteceria no dia 29 de maio), Justina (que também atua como presidente da Abraceh - associação de apoio ao ser humano e a família), em parceria com aqueles que apóiam a liberdade de expressão, foi à Brasília no protesto "Manifesto do Silêncio", no qual os representantes utilizam máscaras e cartazes como: "Deixar a Homossexualidade é um Direito Humano e Constitucional".


"Tivemos a oportunidade de orar em todos os gabinetes, foi uma bênção", afirmou Edna Miranda, esposa do ex-travesti Joide Miranda. "Todos ficaram pasmos, perguntando se era o Joide mesmo, e que eles não sabiam que existiam trabalhos como esse, em que os homossexuais podem procurar ajuda para sair voluntariamente dessa conduta. Não sabiam que havia retorno à heterossexualidade", disse Edna que tem visto o testemunho do marido repercutir entre evangélicos e gays: "Todos [homossexuais] que ouviram o testemunho e nos procuram, pessoalmente ou pela Internet, sempre contam a mesma história - falta de base familiar, ausência paterna, abuso sexual. Eles achavam ter nascido nessa condição. Quando então ouvem o testemunho de um ex-homossexual, aí renasce uma esperança".


Retirado do blog Pupito Cristão:http://www.pulpitocristao.com/

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Pode até tardar, mas nunca falhara!!!

"Porque a visão ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará." Habacuque 2:3
Deus tinha um plano sobre a vida do povo, e o profeta Habacuque se questionava querendo entender porque Deus aparentemente não estava agindo. Então quando o Senhor lhe trouxe uma resposta, Habacuque entendeu que Deus não falha, e Ele faz cumprir Sua palavra no tempo determinado. Uma das coisas mais difíceis para nós é ter que esperar.


No mundo agitado em que vivemos temos pressa para tudo, e queremos tudo para ontem. Por isso muitas vezes acabamos tomando decisões precipitadas. Devemos aprender a nos colocar na presença de Deus apresentando nossos pedidos a Ele, e aprender a esperar pela resposta com fé, pois certamente ela não tardará.


Oração: Senhor Deus, obrigado por esta palavra. Ensina-me a viver com paciência e ajuda-me a esperar pelo tempo determinado. Perdoa pela minha ansiedade, e muitas vezes até a falta de fé. Eu sei que o Senhor jamais se esquece de nenhum dos Seus filhos, eu sei que o Senhor jamais irá me deixar desamparado.

Obrigado Senhor.


Eu oro em nome de Jesus.

Amém.

sábado, 18 de julho de 2009

Oque é isto Ana Paula? Adoração, idolatria ou "oração profética"?

Ana Paula Valadão, vocalista e lider do grupo Diante do trono da Igreja Batista da lagoinha.


Foto tirada no jardim do Getsêmani.

Retirada do site de relacionamento Orkut .
http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom.aspx?uid=6145503560678891699&pid=1247423161958&aid=1244231655&p=0$pid=1247423161958

e ai?
fazer oque né?

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Você realmente tem sido um discípulo de Jesus ?


Nechayev, um discípulo de Karl Marx no século 19, que participou no assassinato do Czar Alexander II, escreveu: “Um revolucionário… não tem interesses pessoais, nem negócios, nem emoções, nem vínculos, nem propriedades e nem nome. Tudo nele é completamente absorvido pelo único pensamento e única paixão pela revolução”.


Apesar de suas motivações e metas serem incorretas a declaração de Nechayev mostra com propiedade a determinação necessária de uma pessoa compromissada. Jesus queria um compromisso real e verdadeiro dos Seus discípulos.


Em Lucas 14:25, lemos que as multidões o acompanhavam enquanto Ele ia para Jerusalém. Talvez estes seguidores casuais se considerassem Seus verdadeiros discípulos, mas Jesus ensinou que segui-lo era muito, mas muito mais ,do que conhecer fatos a Seu respeito.


Ele explicou o verdadeiro significado de ser Seu discípulo quando definiu o custo e o valor de um discipulado. Nada, nem o amor pelo pai ou mãe ou até mesmo pela própria vida, poderia ter precedência sobre a lealdade a Jesus (Lucas 14:26-33).


Os Seus discípulos (de então e agora) devem reconhecer que se Deus está em primeiro lugar em suas vidas, os bens e até mesmo os relacionamentos sociais devem ficar em segundo plano.


Jesus chama os Seus seguidores para serem absorvidos por um único e exclusivo pensamento e paixão – Ele.


E ai?
Você é um discípulo?

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Arqueologia Bíblica.Você sabe para que serve ?


A Natureza e o Propósito da Arqueologia Bíblica.

A palavra arqueologia vem de duas palavras gregas, archaios e logos, que significam literalmente “um estudo das coisas antigas”. No entanto, o termo se aplica, hoje, ao estudo de materiais escavados pertencentes a eras anteriores. A arqueologia bíblica pode ser definida como um exame de artefatos antigos outrora perdidos e hoje recuperados e que se relacionam ao estudo das Escrituras e à caracterização da vida nos tempos bíblicos.

A arqueologia é basicamente uma ciência. O conhecimento neste campo se obtém pela observação e estudo sistemáticos, e os fatos descobertos são avaliados e classificados num conjunto organizado de informações. A arqueologia é também uma ciência composta, pois busca auxílio em muitas outras ciências, tais como a química, a antropologia e a zoologia.

Naturalmente, alguns objetos de investigação arqueológica (tais como obeliscos, tempos egípcios e o Pártenon em Atenas) jamais foram “perdidos”, mas talvez algum conhecimento de sua forma e/ou propósito originais, bem como o significado de inscrições neles encontradas, tenha se perdido.


Funções da Arqueologia Bíblica

A arqueologia auxilia-nos a compreender a Bíblia. Ela revela como era a vida nos tempos bíblicos, o que passagens obscuras da Bíblia realmente significam, e como as narrativas históricas e os contextos bíblicos devem ser entendidos.

A arqueologia também ajuda a confirmar a exatidão de textos bíblicos e o conteúdo das Escrituras. Ela tem mostrado a falsidade de algumas teorias de interpretação da Bíblia. Tem auxiliado a estabelecer a exatidão dos originais gregos e hebraicos e a demonstrar que o texto bíblico foi transmitido com um alto grau de exatidão. Tem confirmado também a exatidão de muitas passagens das Escrituras, como, por exemplo, afirmações sobre numerosos reis e toda a narrativa dos patriarcas.

Não se deve ser dogmático, todavia, em declarações sobre as confirmações da arqueologia, pois ela também cria vários problemas para o estudante da Bíblia. Por exemplo: relatos recuperados na Babilônia e na Suméria descrevendo a criação e o dilúvio de modo notavelmente semelhante ao relato bíblico deixaram perplexos os eruditos bíblicos. Há ainda o problema de interpretar o relacionamento entre os textos recuperados em Ras Shamra (uma localidade na Síria) e o Código Mosaico.

Pode-se, todavia, confiantemente crer que respostas a tais problemas virão com o tempo.

Por Que Antigas Cidades e Civilizações Desapareceram

Sabemos que muitas civilizações e cidades antigas desapareceram como resultado do julgamento de Deus. A Bíblia está repleta de tais indicações. Algumas explicações naturais, todavia, também devem ser brevemente observadas.

As cidades eram geralmente construídas em lugares de fácil defesa, onde houvesse boa quantidade de água e próximo a rotas comerciais importantes. Tais lugares eram extremamente raros no Oriente Médio antigo. Assim, se alguma catástrofe produzisse a destruição de uma cidade, a tendência era reconstruir na mesma localidade.

Uma cidade podia ser amplamente destruída por um terremoto ou por uma invasão. Fome ou pestes podiam despovoar completamente uma cidade ou território. Nesta última circunstância, os habitantes poderiam concluir que os deuses haviam lançado sobre o local uma maldição, ficando assim temerosos de voltar. Os locais de cidades abandonadas reduziam-se rapidamente a ruínas. E quando os antigos habitantes voltavam, ou novos moradores chegavam à região, o hábito normal era simplesmente aplainar as ruínas e construir uma nova cidade. Formava-se, assim, pequenos morros ou taludes, chamados de tell, com muitas camadas superpostas de habitação.

Às vezes, o suprimento de água se esgotava, rios mudavam de curso, vias comerciais eram redirecionadas ou os ventos da política sopravam noutra direção - o que resultava no permanente abandono de um local.

Até o presente não houve um caso sequer em que a arqueologia tenha demonstrado definitiva e conclusivamente que a Bíblia estivesse errada!


*NEM JAMAIS PODERÁ DEMONSTRAR !!!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Vinte motivos para não fazer parte do G12




20 motivos, pra não participar:


1)Não participo do G12, por que tem causado divisão e contenda na igreja de Cristo, e Jesus disse:"Quem não é comigo é contra mim, quem não ajunta espalha" (Mateus 12:30)


2)Não participo, porque já sou escolhido e recebido pelo grupo de Jesus, e a igreja do Senhor não precisa de divisões. (João 15:16)


3)Não participo, por que segundo alguns (não todos), deve-se aceitar a Jesus em todo culto, e a bíblia ensina que aceitar uma vez só basta (Lucas 23:42)


4)Não participo, por que Jesus não disse para formarmos grupos de 12,mas sim formarmos um corpo; quem disse isso foi César Castellanos,que também tem dito várias outras heresias tão brabas quanto sua tal " visão ". Portanto ensinamentos de homens. (I Tim. 6:3;5)


5)Não participo, por que não é a única visão de Deus para estes dias, o Senhor opera de várias maneiras diferentes. (I Pedro 4:10)


6)Não participo, por que não quero ficar dizendo: "O encontro é tremendo", mas digo: "DEUS É TREMENDO".( não pude me conter , ALELUIA!!!!!!! )


7)Não participo, por que pescam em aquário (assim como tentaram comigo) (Atos 13:6;12)


8)Não participo, por que os que participam, além de fazerem juramentos de guardar segredo, sobre o que acontece lá (Tiago 5:12), desprezam e se acham superiores àqueles que não participam do encontro.Jesus condena todo tipo de sentimento faccioso!


9)Não participo, por que as maiores denominações evangélicas do Brasil e do mundo rejeitam a tal visão, tenho que imitar o que é bom (III João 11)


10)Não participo, por que tive um encontro com Deus quando O aceitei como meu Senhor e Salvador (Rom. 10:9; Rom. 10;13)

11)Não participo por que estou esperando pelo verdadeiro encontro, o arrebatamento (I Tess 4:17)


12)Não participo, por que (mesmo dizendo que não) usam de técnicas budistas, e ocultistas (como a lei do silencio) não podendo (no encontro) se comunicar com ninguém. Temos que testemunhar para edificar a fé (I Tess 2:8; Atos 1:8; Rom 1;14)


13)Não participo, por que usam também de psicologia e espiritismo, tais como regressão, e está escrito, as coisas velhas se passaram...(II Corintios 5:17)


14)Não participo, por que tem escandalizado muita gente que participa (Mateus 24:10)


15)Não participo, por que usam de "lavagem cerebral", dizendo exaustivamente e alto som: "O encontro é tremendo"


16)Não participo, por que não sou curioso (I João 2;16)


17)Não participo, por que sou muito bem alimentado na igreja da qual faço parte, e não posso deixar de me congregar nela (Hebreus 10:25)


18)Não participo, por que sou submisso a meu pastor, e a DEUS (hebreus 13:7;17), líder de célula despreparado, que lê apostila pronta não terá autoridade sobre mim.


19)Não participo, pois dizem que é para os nào convertido, e eu já sou convertido (Galatas 2:20)


20)Não faço parte dessa visão, pois dizem que somos pecadores devido a pecados de nossos antepassados (Ezequiel 18:20)


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Escatologia : Alguns conceitos importantes 4


ÚLTIMAS COISAS


O Arrebatamento, a Segunda Vinda e o Milênio

A escatologia é o aspecto da doutrina bíblica que lida com as “ultimas coisas” (do grego eschatos, “final”). Em 1 Jo 2.18, João descreve os momento em que escreveu como sendo a “última hora”, evidenciando que ele, como em todas as gerações, vivia em expectativa imediata da segunda vinda de Cristo e via o seu tempo como um no qual a presente evidência parecia afirmar que a sua geração era mesmo a última. Não é uma atitude doentia: Cristo Jesus deseja que as pessoas aguardem ansiosamente a sua volta ( Mt 25.1-3; 2Tm 4.8).

João não aponta apenas para o avançado da hora da história como ele a vê; ele também se volta para o assunto do anticristo, um tema comumente discutido quando se estuda a escatologia. O espírito do anticristo, o arrebatamento da igreja, a grande tribulação, a restauração da nação de Israel e o reino milenar de Cristo na Terra estão todos ente os muitos assuntos que a Bíblia descreve como “últimas coisas”. A Bíblia claramente diz que essas coisas devem acontecer. Entretanto, o momento exato não está claro: em muitos casos não é dada a seqüência ou maneira correta do cumprimento de tais acontecimentos.

Este site não segue qualquer ponto de vista conclusivo em relação a esses assuntos popularmente discutidos. Pelo contrário, ele procura ajudar os companheiros cristãos a compreender o ponto de vista dos outros e a fim de auxiliar no diálogo e repudiar o fanatismo. Provavelmente não seja razoável para um cristão ser separado de outro na interpretação de coisas ainda futuras, coisas das quais não se pode saber o resultado final até que realmente ocorram. Tanto o arrebatamento da igreja (incluindo a segundo vinda de Cristo) quanto o milênio (ou o período de mil anos do reino de Cristo) são peças centrais no futuro profético. Honestidade em relação a esses dois acontecimentos, que são absolutamente certos nas Escrituras, mostra que não são absolutamente precisos em se designar uma época especifica ou método ou ordem definitiva de ocorrência.

São apresentados três possibilidades, todas com base bíblicas, sobre a ordem das coisas dos últimos dias. Isto sugerem, que nenhuma dessas correntes é a correta, mas, que são teorias apenas. Portanto, não deve-se jamais discuti-las ou serem ensinadas como verdade absoluta.

1. Amilenismo: (definição: Wayne Grudem)A primeira posição aqui explicada, o amilenismo, é realmente a mais simples.

Segundo essa posição, a passagem de Apocalipse 20.1-10 descreve a presente era da igreja. Trata-se de uma era em que a influência de Satanás sobre as nações sofre grande redução de modo que o evangelho pode ser pregado por todo o mundo. Aqueles que reinam com Cristo por mil anos são os cristãos que morreram e já estão reinando com Cristo no céu. O reino de Cristo no milênio, segundo esse ponto de vista, não é um reino físico aqui na terra, mas sim o reino celestial sobre o qual ele falou ao declarar: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mt 28.18).

Esse ponto de vista é chamado “amilenista” por sustentar que não existe nenhum milênio que ainda esteja por vir. Como os amilenistas crêem que Apocalipse 20 está-se cumprindo agora na era da igreja, sustentam que o “milênio” aqui descrito já está em curso no presente. A duração exata da era da igreja não pode ser conhecida, e a expressão “mil anos” é simplesmente uma figura de linguagem par um longo período em que os propósitos perfeitos de Deus vão se realizar.

De acordo com essa posição, a presente era da igreja continuará até o tempo da volta de Cristo. Quando Cristo voltar, haverá ressurreição tanto de crentes como de incrédulos. Os crentes terão o corpo ressuscitado e unido novamente com o espírito e entrarão no pleno gozo do céu para sempre. Os incrédulos serão ressuscitados para enfrentar o julgamento final e a condenação eterna. Os crentes também comparecerão diante do tribunal de Cristo (2 Co 5.10), mas esse julgamento irá apenas determinar os graus de recompensa no céu, pois só os incrédulos serão condenados eternamente. Por esse tempo também começarão o novo céu e a nova terra. Imediatamente após o juízo final, o estado eterno terá início e permanecerá para sempre.

Esse esquema é bem simples porque nele todos os eventos dos tempos do fim ocorrem de uma só vez, imediatamente após a volta de Cristo. Alguns amilenistas dizem que Cristo pode voltar a qualquer momento, enquanto outros (como Berkhof) alegam que alguns sinais ainda não se cumpriram.

2. Pós-milenismo: (definição: Wayne Grudem)O prefixo pós significa “depois”. Segundo esse ponto de vista, Cristo voltará após o milênio.

Segundo esse ponto de vista, o avanço do evangelho e o crescimento da igreja se acentuarão de forma gradativa, de tal modo que uma proporção cada vez maior da população mundial se tornará cristã. Como conseqüência, haverá influências cristãs significativas na sociedade, esta funcionará mais e mais de acordo com os padrões de Deus e gradualmente virá uma “era milenar” de paz e justiça sobre a terra. Esse “milênio” durará um longo período (não necessariamente de mil anos literais) e, por fim, ao final desse período, Cristo voltará à terra, crentes e incrédulos será ressuscitados, ocorrerá o juízo final e haverá um novo céu e uma nova terra. Entraremos então no estado eterno.

A característica principal do pós-milenismo é ser muito otimista acerca do poder do evangelho par mudar vidas e estabelecer o bem no mundo. A crença no pós-milenismo tende a aumentar em época em que a igreja experimenta grande avivamento, há ausência de guerras e conflitos internacionais e aparentemente se obtêm grandes avanços na vitória sobre o mal e sobre o sofrimento no mundo. Mas o pós0milenismo em sua forma mais responsável não se baseia simplesmente na observação dos eventos do mundo em nossa volta, mas em argumentos extraídos de várias passagens da Escrituras, as quais examinaremos abaixo.

3.Pré-milenismo: (defininção: Wayne Grudem)

a) Pré-milenismo clássico ou histórico: O prefixo “pré” significa “antes” e a posição pré-milenista diz que Cristo irá voltar antes do milênio.


Esse ponto de vista é defendido desde os primeiros séculos do cristianismo.
Segundo esse ponto de vista, a presente era da igreja continuará até que, com a proximidade do fim, venha sobre a terra um período de grande tribulação e sofrimento. Depois desse período de tribulação no final da era da igreja, Cristo voltará à terra estabelecer um reino milenar. Quando ele voltar, os crentes que tiverem morrido serão ressuscitados, terão o corpo reunido ao espírito, e esses crentes reinarão com Cristo sobre a terra por mil anos. (Alguns pré-milenistas o consideram mil anos literais, enquanto outros o entendem como expressão simbólica para um período longo.)


Durante esse tempo, Cristo estará fisicamente presente sobre a terra em seu corpo ressurreto e dominará como Rei sobre toda a terra. Os crentes ressuscitados e os que estiverem sobre a terra quando Cristo voltar receberão o corpo glorificado da ressurreição, que nunca morrerá, e nesse corpo da ressurreição viverão sobre a terra e reinarão com Cristo. Quanto aos incrédulos que restarem sobre a terra, muitos (mas não todos) se converterão a Cristo e serão salvos. Jesus reinará em perfeita justiça e haverá paz por toda a terra.


Muitos pré-milenistas sustentam que a terra será renovada e veremos de fato o novo céu e a nova terra durante esse período (mas a fidelidade a esse ponto não é essencial ao pré-milenismo, pois é possível ser pré-milenista e sustentar que o novo céu e a nova terra virão só depois do juízo final). No início desse tempo, Satanás será preso e lançado no abismo, de modo que não terá influência sobre a terra durante o milênio no abismo, de modo que não terá influência sobre a terra durante o milênio (Ap 20.1-3).

De acordo com o ponto de vista pré-milenista, no final dos mil anos Satanás será solto do abismo e unirá as forças com muitos incrédulos que se submeteram externamente ao reinado de Cristo, mas por dentro revolvem-se em revolta contra ele. Satanás reunirá esse povo rebelde para batalhar contra Cristo, mas serão derrotados definitivamente. Cristo então ressuscitará todos os incrédulos que tiverem morrido ao longo da história, e esses comparecerão diante dele para o julgamento final. Uma vez realizado o juízo final, os crentes entrarão no estrado eterno.

Parece que o pré-milenismo tende a crescer em popularidade à medida que a igreja experimenta perseguição e o sofrimento e o mal aumentam sobre a terra. Mas, assim como no caso do pós-milenismo, os argumentos a favor do pré-milenismo não se baseiam em observação de eventos correntes, mas em passagens específicas das Escrituras, especialmente (mas não exclusivamente) Apocalipse 20.1-10.

b) Pré-milenismo pré-tribulacionista (ou pré-milenismo dispensacionalista): Outra variedade de pré-milenismo conquistou ampla popularidade nos séculos XIX e XX, em especial no Reino Unido e nos Estado Unidos.


Segundo essa posição, Cristo voltará não só antes do milênio (a volta de Cristo é pré-milenar), mas também ocorrerá antes da grande tribulação (a volta de Cristo é pré-tribulacional).


Esse ponto de vista é semelhante à posição pré-milenista clássica mencionada acima, mas com uma importante diferença: acrescenta outra volta de Cristo antes de sua vinda para reinar sobre a terra no milênio. Essa volta é vista como um retorno secreto de Cristo para tirar os crentes do mundo. Segundo esse ponto de vista, a era da igreja continuará até que, de repente, de maneira inesperada e secreta, Cristo chegará a meio caminho da terra e chamará para si os crentes: “...os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares” (1Ts 4.16-17). Cristo então retornará ao céu com os crentes arrebatados da terra. Quando isso acontecer, haverá uma grande tribulação sobre a terra por um período de sete anos.

Durante esse período de sete anos de tribulação, cumprir-se-ão muitos dos sinais que, segundo predições, precederiam a volta de Cristo. O grande ajuntamento da plenitude dos judeus ocorrerá à medida que eles aceitarem Cristo como o Messias. Em meio ao grande sofrimento haverá também muita evangelização eficaz, realizada em especial pelos novos cristãos judeus. Ao final da tribulação, Cristo voltará com os seus santos para reinar sobre a terra por mil anos. Depois desse período milenar haverá uma rebelião que resultará na derrota final de Satanás e suas forças, e então virá a ressurreição dos incrédulos, o último julgamento e o começo do estado eterno.

Deve-se mencionar outra característica do pré-milenismo pré-tribulacionista: essa postura se encontra quase exclusivamente entre os dispensacionalistas que desejam fazer distinção clara entre a igreja a Israel. Essa posição pré-tribulacionista permite que a distinção seja mantida, uma vez que a igreja é retirada do mundo antes da conversão geral do povo judeu. Esse povo judeu, portanto, permanecerá um grupo distinto da igreja. Outra característica do pré-milenismo pré-tribulacionista é sua insistência em interpretar as profecias bíblicas “literalmente sempre que possível”.


Isso se aplica em especial a profecias do Antigo testamento acerca de Israel. Os que defendem essa posição argumentam que essas profecias da futura bênção de Deus a Israel ainda irão se cumprir entre o próprio povo judeu; elas não devem ser “espiritualizadas”, tentando-se ver o seu cumprimento na igreja. Por fim, uma característica atraente do pré-milenismo pré-tribulacionista é que ele permite às pessoas insistir em dizer que a volta de Cristo pode ocorrer “a qualquer momento” e, por essa razão, fazem justiça ao significado pleno das passagens que nos incentivam a estarmos prontos para a volta de Cristo, ao mesmo tempo que ainda admite um cumprimento bem literal dos sinais que precedem a sua volta, pois diz que lês se darão durante a tribulação.

sábado, 11 de julho de 2009

Escatologia : Alguns conceitos importantes 3




A TRIBULAÇÃO


A- Sua Duração: É a 70ª semana de Daniel e, portanto, durará sete anos (Dn 9.27). A metade desse período é apresentada pelas expressões “42 meses” e “1.260 dias” (Ap 11.2,3)

B- Sua Distinção: (Mt 24.21; Ap 6.15-17)

C- Sua Descrição: Julgamento sobre o mundo. As três séries de juízos descrevem esse julgamento (selos, Ap 6; trombeta, Ap 8-9; taças, Ap 16)-Perseguição contra Israel. (Mt 24.9,22; Ap 12.17)-Salvação de multidões (ap 7).-Ascensão e domínio do anticristo (2Ts 2; Ap 13).

D- Seu Desfecho: A tribulação terminará com a reunião das nações para a batalha de Armagedom e com o retorno de Cristo à terra (Ap 19).

O MILÊNIO:

A- Definição: O Milênio é o período de 1000 anos em que Cristo reinará sobre a terra, dando cumprimento às alianças abraâmica e davídica, bem como à nova aliança.

B- Suas Designações: O Milênio é chamado de “reino dos céus” (Mt 6.10), “reino de Deus” (Lc 19.11), “reino de Cristo” (Ap 11.15), a “regeneração” (Mt 19.28), “tempos de refrigério” (At 3.19) e o “mundo por vir” (Hb 2.5).

C- Seu Governo: Seu cabeça será Cristo (Ap 19.16)-Seu caráter. Um reino espiritual que produzirá paz, equidade, justiça, prosperidade e glória (Is 11.2-5).-Sua capital será Jerusalém (2.3).

D- Sua Relação com satanás: Durante este período satanás estará acorrentado, sendo liberto ao seu final, para liderar uma revolta final contra Cristo (Ap 20). Satanás será derrotado e lançado definitivamente no lago de fogo.


OS JUÍZOS FUTUROS

A- O Julgamento das Obras dos Crentes:

Tempo: Depois do arrebatamento da Igreja.
Lugar: No céu.
Juiz: Cristo.
Participantes: Todos os membros do Corpo de Cristo.
Base: Obras posteriores à salvação.
Resultado: Galardões ou perda de galardões.
Textos: 1Co 3.11-15; 2Co 15.10

B- O Julgamento das Nações (ou gentios):

Tempo: Na segunda vinda de Cristo.
Lugar: Vale de Josafá.
Juiz: Cristo.
Participantes: Os gentios vivos na época da volta de Cristo.
Base: Tratamento dos “irmãos” de Cristo, i.e., Israel.
Resultado: Os salvos entram no reino; os perdidos são lançados no lago de fogo.
Textos: Mt 25.31-46; Jl 3.2

C- O Julgamento de Israel:

Tempo: Na segunda vinda de Cristo.
Lugar: Na terra, no “deserto dos povos” (Ez 20.35).
Juiz: Cristo.
Participantes: Judeus vivos ao tempo da segunda vinda de Cristo.
Base: Aceitação do Messias.
Resultado: Os salvos entrarão no reino; os perdidos serão lançados no lago de fogo.
Textos: Ez 20.33-38

D- O Julgamento dos Anjos Caídos:

Tempo: Provavelmente depois do milênio.
Lugar: Não especificado.Juiz: Cristo e os crentes.
Participantes: Anjos caídos.
Base: Desobediência a Deus ao seguirem a satanás em sua revolta.
Resultado: Lançados no lago de fogo.Textos: Jd 6; 1Co 6.3

E- O Julgamento dos Mortos Não-Redimidos:

Tempo: Depois do Milênio.
Lugar: Perante o Grande Trono Branco.
Juiz: Cristo.
Participantes: Todos os não-salvos desde o principio da humanidade.
Base: O que faz serem julgados é a rejeição da salvação em Cristo, mas o fogo do juízo é a demonstração de que pelas próprias más obras merecem a punição eterna.
Resultados: O lago de fogo.Textos: Ap 20.11-15

Escatologia : Alguns conceitos importantes 2


O ARREBATAMENTO


A ocasião do Arrebatamento: Pós-milenistas e amilenistas vêem o arrebatamento da igreja no final desta era e simultâneo com a segunda vinda de Cristo. Entre os pré-milenistas, há vários pontos de vista.


1. Arrebatamento pré-tribulacional:


A- Significado:O arrebatamento da Igreja (i.e., a vinda do Senhor nos ares para os Seus santos) ocorrerá antes que comece o período de sete anos da tribulação. Por isso, a Igreja não passará pela Tribulação, segundo este ponto de vista.


B- Provas citadas: A promessa de ser guardada (fora) da hora da provação. (Ap 3.10)-A remoção do aspecto de habitação no ministério do Espírito Santo exige necessariamente a remoção dos crentes. (2Ts 2)-A tribulação é um período de derramamento da ira de Deus, da qual a Igreja já está isenta. (Ap 6.17, cf. 1Ts 1.10; 5.9)-O arrebatamento só pode ser iminente se for pré-tribulacional. (1Ts 5.6)


2. Arrebatamento mesotribulacional:


A- Significado: O arrebatamento ocorrerá depois de transcorridos três anos e meio do período da tribulação.


B- Provas citadas: A última trombeta de 1Co 15.52 é a sétima trombeta de Apocalipse 11.15, que soa na metade da tribulação.-A Grande Tribulação é composta apenas dos últimos três anos e meio da septuagésima semana da profecia de Daniel 9.24-27, e a promessa de libertação da Igreja só se aplica a esse período. (Ap 11.2; 12.6)-A ressurreição das duas testemunhas retrata o arrebatamento da Igreja, e sua ressurreição ocorre na metade da tribulação. (Ap 11.3,11)


3. Arrebatamento pós-tribulacional:


A- Significado: O arrebatamento acontecerá ao final da Tribulação. O arrebatamento é distinto da segunda vinda, embora seja separado dela por um pequeno intervalo de tempo. A igreja permanecerá na terra durante todo o período da tribulação.


B- Provas citadas: O arrebatamento e a segunda vinda são descritos pelas mesmas palavras.-Preservação da ira significa proteção sobrenatural para os crentes durante a tribulação, não libertação por ausência (assim como Israel permaneceu no Egito durante as pragas, mas protegido de seus efeitos).-Há santos na terra durante a tribulação. (Mt 24.22)

4. Arrebatamento parcial:


A- Significado: Somente os crentes considerados dignos serão arrebatados antes de a ira de Deus ser derramada sobre a terra; os que não tiverem sido fiéis permanecerão na terra durante a tribulação.


B- Provas citadas: Versículos como Hebreus 9.28, que exigem vigilância e preparo.


C- A Descrição do Arrebatamento: 1- Os textos: 1Ts 4.13-18; 1Co 15.51-57; Jo 14.1-32.


D- Os acontecimentos: Descida de Cristo. A Ressurreição dos mortos em Cristo. A Transformação de corpos mortais para imortais dos crentes vivos na ocasião. O encontro com Cristo nos ares para a subida ao céu.

Escatologia : Alguns conceitos importantes


ESCATOLOGIA - Doutrina das últimas coisas.

Em relação à volta do Senhor Jesus, a única unanimidade que há entre os teólogos é que ela acontecerá. Nos demais aspectos, são várias correntes defendidas. Cada um com sua teoria e opinião.
É praticamente impossível definir como será a volta do Senhor e os demais acontecimentos dos últimos dias. São os mistérios do Senhor!
A seguir, transcrevo as principais correntes defendidas pelos teólogos.

Os assuntos são:

I - A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
II- O ARREBATAMENTO DA IGREJA
III- A TRIBULAÇÃO
IV- O MILÊNIO
V- OS JUÍZOS FUTUROS
VI- AS RESSURREIÇÕES
I - A SEGUNDA VINDA DE CRISTO


Começaremos tratando do assunto MILÊNIO:


A. Posição Pós-milenista.

1- Significado:
A segunda vinda de Cristo se dará depois do milênio.

2- Ordem dos acontecimentos:
A parte final da Era da Igreja (i.e.. Os seus últimos mil anos) é o Milênio, que será uma época de paz e abundância promovida pelos esforços da igreja. Depois disso, Cristo virá. Seguir-se-á então uma ressurreição generalizada, e depois desta um juízo geral e a eternidade.

3- Método de interpretação:
A interpretação pós-milenista é amplamente espiritualizada no que tange a profecia. Apocalipse 20, todavia, será cumprido num reino terreno, estabelecido pelos esforços da igreja.

B. Posição Amilenista

1- Significado:
A Segunda vinda de Cristo se dará no fim da época da igreja e não existe um Milênio na Terra. Estritamente falando, os amilenistas crêem que a presente condição dos justos no céu é o Milênio, e que não há ou haverá um Milênio terrestre. Alguns amilenistas tratam a soberania de Cristo sobre os corações dos crentes como se fosse o Milênio.

2- Ordem dos acontecimentos:
A Era da Igreja terminará num tempo de convulsão, Cristo voltará, haverá ressurreição e juízo gerais e, depois, a eternidade.

3- Método de interpretação:
A interpretação amilenista espiritualiza as promessas feitas a Israel como nação, dizendo que são cumpridas na Igreja. De acordo com esse ponto de vista, Apocalipse 20 descreve a cena das almas nos céus durante o período entre a primeira e a segunda vinda de Cristo.

C. Posição Pré-milenista.

1- Significado:
A segunda vinda de Cristo acontecerá antes do Milênio.

2- Ordem dos acontecimentos:
A Era da Igreja termina no tempo da Tribulação, Cristo volta à Terra, estabelece e dirige seu reino por 1.000 anos, ocorrem a ressurreição e o juízo dos não-salvos, e depois vem a eternidade.

3- Método de interpretação:
O pré-milenismo segue o método de interpretação normal, literal, histórico-gramatical. Apocalipse 20 é entendido literalmente.

4- A questão do arrebatamento:
Entre os pré-milenistas não há unanimidade quanto ao tempo em que vai ocorrer o arrebatamento.


Esteja a vontade , identifique sua corrente teológica e emita a sua opnião sobre o assunto, breve estarei abordando outros temas dentro de ESCATOLOGIA.


Paz a todos

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Salvação ou milagres : Qual deve ser o centro da pregação?


Venho aqui tratar de um tema que é de extrema importância para a Igreja fiél nos últimos dias aqui nesta terra. Em primeiro lugar devemos partir do seguinte entendimento: a Igreja fiel ,corpo de Cristo ,é aquela que entende o momento profético que está vivendo, que é a iminência da volta do Senhor Jesus para buscá-la, o arrebatamento. E baseado nesse entendimento ela prega e anuncia o seguinte: Salvação e a volta do Senhor Jesus!

A primeira pregação do Senhor Jesus na Bíblia foi em Mateus 4:17 :" Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus." Fala explicitamente de salvação, de arrependimento sem o qual não se pode alcançar salvação.Jesus fala do reino dos céus e da vida eterna. Em João 16:8 a 11, Jesus esclarece a ação do Espírito Santo no chamado para a salvação: " E, quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. Do pecado porque não crêem em mim; Da justiça, porque vou para meu Pai e não me vereis mais; E do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado."

Jesus fala dos requisitos para a salvação, e que deve ser entendido por aquele que é chamado para a mesma. Entendimento esse que só pode ser alcançado pela operação de convencimento do Espírito Santo, sendo este um processo estritamente espiritual . O homem entende que é pecador e deve se arrepender quando passa a crer que Jesus está vivo, que Jesus se fez justiça para propiciação dos nossos pecados na sua morte, ressurreição a assunção aos céus, e que se negarmos a Ele depois de termos sido convencidos disso tudo pelo Espírito Santo seremos condenados junto com o príncipe deste século, ou seja, o entendimento de céu e inferno como opção de destino para a alma.

O que está acontecendo hoje em dia? A maioria está pregando um Jesus de milagres, resolvedor de problemas materiais, um Jesus imediatista. Não há o conhecimento das escrituras e do propósito real do Senhor “Se esperarmos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens” (I Coríntios 15:14-19).

Certamente que Jesus faz milagres e pode resolver qualquer mazela do ser humano. Mas hoje em dia até a ciência pode curar muitas enfermidades, o homem diligente em seu trabalho e prudente no uso de seus recursos assim como o jovem estudioso podem prosperar, terapeutas de casais alcançam bons resultados, clínicas de recuperação de drogados também, etc. Isso não quer dizer que não é lícito pedir tudo isso ao Senhor Jesus, nem fazemos culto à miséria e sofrimento, mas em absoluto não se deve chamar à salvação querendo "atrair" a multidão com esses artifícios, pois acima já vimos qual o entendimento que salva.

A Palavra está repleta de textos em que o próprio Senhor Jesus exorta a não confundir a mensagem da salvação: "Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas." Mateus 6:33.

Que são "todas essas coisas..." de que Jesus estava falando? Se lermos os textos que antecedem esse versículo citado , veremos que Ele estava falando de necessidades materiais.

Em João 6: 26,27 , após a multiplicação dos pães falou Jesus à multidão que o seguia: " ...na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comeste do pão e vos saciastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, o qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou." No versículo (53) sentencia: "... na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos." No versículo seguinte (54) fala de que vida está se referindo: "Quem come da minha carne e bebe meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia."

O que significa comer da carne e beber do sangue de Jesus? A carne fala do seu corpo, a Igreja, e o sangue do seu Espírito. Se Jesus é a cabeça desse corpo, a Igreja fiél, o sangue que circula nesse corpo é seu Espírito Santo. Tem que se viver a ação constante do Espírito Santo, esse sangue tem que passar por cada um de nós, e isso só vai acontecer se formos membros desse corpo, e esse corpo só será mesmo corpo de Cristo se Jesus for mesmo o cabeça, mas isso é assunto para mais tarde. O que importa agora é entender que a salvação é ato e processo.

Se houvesse uma fórmula matemática para a salvação seria essa: Salvação = ato + processo.

É um ato quando aceitei o Senhor Jesus ,e um processo contínuo de caminhada nas pisaduras de Jesus em seu corpo, a Igreja, e é esse processo que nos garante a salvação em Jesus. Eu aceitei Jesus e continuo aceitando todos os dias até Sua volta ou até Deus requerer a minha alma.
As multidões estão sendo atraídas hoje pelo "tanque de Betesda", pelo movimento. Ali havia um momento em que ocorria um milagre quando o anjo agitava as águas, porque Deus é misericordioso e o paralítico esperava que um homem o ajudasse a chegar ao tanque. Mas quando encontrou Jesus alcançou o milagre, e como se pode ver mais na frente também a salvação, pois Jesus o encontrou no templo, e ainda lhe orientou que não pecasse mais, pois além do milagre é esse entendimento que Jesus quer nos dar.

As multidões estão procurando o homem da oração poderosa, o showman, aquele que ora, jejua e caminha por você, já que você só quer o milagre e não salvação, e o pior é que este homem só está chamando para o milagre e não para salvação, e em muitas vezes em troca de uma oferta financeira.

Temos o exemplo dos dez leprosos. De dez só um voltou para Jesus, porém todos receberam milagres. Mas Jesus te chama para vida eterna. E foi esse entendimento alcançado por Pedro quando Jesus perguntou a seus discípulos se queriam se retirar, como a multidão que comeu do pão na multiplicação: " Respondeu-lhe pois Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna." João 6:68

O apóstolo Paulo ainda diz pelo Espírito Santo em I Coríntios 15:19: " Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens." Por isso busquemos e preguemos o Senhor Jesus para vida eterna, pois aquele que vem ao Senhor com este entendimento, vem por convencimento do Espírito Santo (João 16: 8 a 11) e essas pessoas verdadeiramente darão frutos.

Pois serão aqueles que verdadeiramente compreendem a Palavra (Mateus 13: 23). Pois Jesus é própria Palavra de Deus (Apocalipse 19: 13), e Jesus em hebraico é Yeshua (salvação). No caminhar diário, lutando pela salvação (I Co 10: 12) Deus nos dará tudo que for necessário para que alcancemos seu reino eterno, quer durmamos no Senhor, quer estejamos vivos para o grande dia que a Igreja fiel tanto anseia, que é o dia da volta do Senhor Jesus para arrebatá-la.

Quem Jesus seja com todos os que visitam esse blog.
Amém.

Marcio de Assis Cordeiro

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Oque é benção?


Pergunta: "Eu gostaria de ter uma definição do que é bênção."


Resposta: Se você tivesse feito essa pergunta a Esdras ou Neemias, a resposta provavelmente seria curta e precisa: bênção é "a mão de Deus sobre nós." Ambos usam essa expressão cerca de nove vezes, falando da "boa", "bondosa" e "poderosa" mão de Deus. Desse modo, eles atingem o cerne da questão. Também poderíamos dizer: bênção significa "Deus está conosco!"


No Antigo Testamento, em geral, a bênção refere-se a bem-estar terreno, segurança, poder, riqueza, descendência, etc., e essa bênção está expressamente condicionada à obediência aos mandamentos de Deus: "Eis que, hoje, eu ponho diante de vós a bênção e a maldição: a bênção, quando cumprirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que hoje vos ordeno; a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, mas vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes" (Dt 11.26-28). Para Israel, o povo terreno de Deus, são prometidas bênçãos terrenas. A respeito, leia Gênesis 49.

A bênção para a Igreja de Jesus, o povo celestial de Deus, tem uma conotação celestial correspondente: "Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo" (Ef 1.3). A bênção de Deus – "Deus conosco" – tornou-se homem em Jesus Cristo! Por isso também podemos descrever a idéia de bênção como sendo "a ação de Deus com uma pessoa para atraí-la mais profundamente para Sua comunhão". Isso significa que a bênção nem sempre é o que desejamos, mas em todo caso se trata do que é bom e salutar para nós! Pois continua válido: "Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Rm 8.28).

Por ser um embaixador em nome de Cristo, Paulo podia dizer: "E bem sei que, ao visitar-vos, irei na plenitude da bênção de Cristo" (Rm 15.29). Anunciando todo o desígnio de Deus, ele ministrava toda a bênção de Cristo. Quando crentes abençoam outras pessoas, isso significa que imploram a bênção de Deus sobre suas vidas. Quando crianças são abençoadas na igreja em nome de Jesus, nós as colocamos sob a bênção do Senhor e as entregamos à fidelidade e à direção de Deus. Ao abençoarmos o cálice e o pão na Ceia do Senhor, consagramos essas dádivas naturais da videira e do trigo para uso divino.

No texto original, a expressão significando bênção ou abençoar também tem, entre outros, o significado de falar bem de alguém. Será que temos abençoado nossos irmãos e nossas irmãs dessa maneira? O Senhor o abençoe, prezado leitor!