domingo, 30 de agosto de 2009

Diferenças entre lobos e pastores


1) Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.


2) Pastores gostam de convívio, lobos gostam de reuniões.


3) Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.


4) Pastores choram pelas suas ovelhas, lobos fazem suas ovelhas chorar.


5) Pastores têm autoridade espiritual, lobos são autoritários e dominadores.


6) Pastores têm esposas, lobos têm coadjuvantes.


7) Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.


8) Pastores olham nos olhos, lobos contam cabeças.


9) Pastores apaziguam as ovelhas, lobos intrigam as ovelhas.


10) Pastores têm senso de humor, lobos se levam a sério.


11) Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.


12) Pastores têm amigos, lobos têm fãs admiradores.


13) Pastores se extasiam com o mistério, lobos aplicam técnicas religiosas.


14) Pastores vivem o que pregam, lobos pregam o que não vivem.


15) Pastores vivem de ofertas, lobos enriquecem.


16) Pastores ensinam com a vida, lobos pretendem ensinar com discursos.


17) Pastores sabem orar no secreto, lobos só oram em público.


18) Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.


19) Pastores são pessoas humanas reais, lobos são personagens religiosos caricatos.


20) Pastores vão com temor para o púlpito, lobos vão displicentes para o palco.


21) Pastores são apascentadores, lobos são marqueteiros.


22) Pastores são servos humildes, lobos são chefes orgulhosos.


23) Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.


24) Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a instituição.


25) Pastores são usados por Deus, lobos usam as ovelhas em nome de Deus.


26) Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.


27) Pastores sujam os pés nas estradas, lobos vivem em palácios e templos.


28) Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.


29) Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.

30) Pastores conhecem, vivem e pregam a graça, lobos vivem sem a lei e pregam a lei.


31) Pastores usam as Escrituras como texto inspirado, lobos usam as Escrituras como pretexto criado.


32) Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos só teêm projetos pessoais.


33) Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.


34) Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilização das ovelhas.


35) Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.


36) Pastores confessam seus pecados, lobos expõem o pecado dos outros.


37) Pastores pregam o Evangelho, lobos fazem propaganda do Evangelho.


38) Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e se fazem especiais.


39) Pastores tem dons e talentos, lobos tem cargos e títulos.


40) Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.


41) Pastores dirigem igrejas-locais, lobos dirigem igrejas-empresas.


42) Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.


43) Pastores trabalham em equipe, lobos são prima-donas.


44) Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.


45) Pastores constroem vínculos de interdependência, lobos aprisionam em vínculos de co-dependência.

sábado, 29 de agosto de 2009

Teria Moisés realmente morrido ?


Muitos dizem que Moisés não morreu, mas foi levado por Deus como aconteceu com Enoque e Elias. Outros dizem que Moisés morreu e Deus escondeu o seu corpo para que ninguém o achasse. Afinal, qual das duas opções é a verdadeira?


Para entendermos melhor esta questão, temos que começar por uma passagem bíblica que está em Números 20. 7 - 12 - veja abaixo:

Moisés fere a rocha e o Senhor falou a Moisés dizendo:

"Toma a vara, e ajunta a congregação, tu e Arão, teu irmão, e falai à rocha, perante os seus olhos, e dará a sua água; assim lhes tirarás água da rocha, e darás a beber à congregação e aos seus animais. Então Moisés tomou a vara de diante do Senhor, como lhe tinha ordenado. E Moisés e Arão reuniram a congregação diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi agora, rebeldes, porventura tiraremos água desta rocha para vós? Então Moisés levantou a sua mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saiu muita água; e bebeu a congregação e os seus animais. E o Senhor disse a Moisés e a Arão: Porquanto não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso vocês não introduzireis esta congregação na terra que lhes tenho dado."

A passagem acima relata que Deus havia pedido a Moisés que falasse a rocha, e não ferisse a rocha. Por causa da desobediência, Deus proibiu Moisés de conduzir o seu povo a entrar na terra prometida.

Moisés já estava com a idade avançada. Mesmo a bíblia relatando que Moisés tinha uma boa visão e gozava de uma certa saúde, Deus sabia que, seria um fardo para Moisés com cento e vinte anos continuar governando aquele povo cheio de problemas em uma terra em que eles haveriam de conquistar, travando outras batalhas. Por isso Deus encerrou a carreira de Moisés, e passou a liderança a Josué.

Acima, esta o princípio desta proibição, com relação a Moisés de entrar na terra prometida. Veremos agora, se ele morreu ou foi levado em vida para o céu, como Enoque e Elias.


Veja a passagem bíblica abaixo:

Deuteronômio 34. 1 - 8 - Moisés vê a terra prometida mas não entra nela.Então subiu Moisés das campinas de Moabe ao monte Nebo, ao cume de Pisga, que está em frente a Jericó e o Senhor mostrou-lhe toda a terra desde Gileade até Dã; e todo Naftali, e a terra de Efraim, e Manassés e toda a terra de Judá, até ao mar ocidental; e o sul, e a campina do vale de Jericó, a cidade das palmeiras, até Zoar. E disse-lhe o Senhor: Esta é a terra que jurei a Abraão, Isaque, e Jacó, dizendo: À tua descendência a darei; eu te faço vê-la com os teus olhos, porém lá não passarás. Assim morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, conforme a palavra do Senhor. E o sepultou num vale, na terra de Moabe, em frente de Bete-Peor; e ninguém soube até hoje o lugar da sua sepultura. Era Moisés da idade de cento e vinte anos quando morreu; os seus olhos nunca se escureceram, nem perdeu o seu vigor. E os filhos de Israel prantearam a Moisés trinta dias, nas campinas de Moabe; e os dias do pranto no luto de Moisés se cumpriram.

Analisando a passagem bíblica acima, observamos que:

Primeiro: Moisés não poderia narrar este fato sendo que ele havia morrido? Veja a passagem em Deuteronômio 34. 5 - 6
"Assim morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, conforme a palavra do Senhor. E o sepultou num vale, na terra de Moabe, em frente de Bete-Peor; e ninguém soube até hoje o lugar da sua sepultura".
Observem que: Moisés havia morrido. E como o povo ficou sabendo do local da sua morte. A pessoa que escreveu este acontecimento, deveria estar presente naquela localidade, e sabia perfeitamente a localização de Moisés, só não encontraram o corpo.

Segundo: O povo não havia entrado na terra prometida. Isto significa que eles ainda estavam estacionados na terra de Moabe aguardando a Moisés, que não havia retornado do monte Nebo.

Terceiro: Josué como o novo líder da nação, deve ter subido a montanha, a procura de Moisés, e não encontrou.
Pergunta: O que você diria a seu povo numa situação dessas, se Deus ainda não havia se manifestado a respeito da morte de Moisés? Você só teria duas opções: Ou dizer que Moisés foi levado por Deus para o céu, como Enoque, ou o mais correto, que Ele havia morrido e Deus o sepultou naquelas terras, e eles não estavam encontrando o seu corpo. Imaginem Josué dizendo: Deus o levou para o céu; e logo após alguém encontrasse o corpo de Moisés? Josué ficaria numa situação complicada com o seu povo. A lógica mais correta era: Procuramos por Moisés, e não o encontramos, o Senhor Deus, deve telo levado e sepultado o seu corpo na terra de Moabe, em frente de Bete-Peor, mas não achamos o local da sua sepultura. Assim ficaria bem melhor para Josué, e tiraria um peso da sua consciência.

Quarto: Ao receber a informação de que Moisés havia morrido, o povo pranteou durante trinta dias nas campinas de Moabe.Deuteronômio 34. 8
"E os filhos de Israel prantearam a Moisés trinta dias, nas campinas de Moabe; e os dias do pranto no luto de Moisés se cumpriram".
Neste texto observamos que: O povo ainda estava acampado nas campinas de Moabe, quando receberam a informação de que Moisés havia morrido.

Quinto: Após o desaparecimento de Moisés, Josué precisava preencher o final deste capítulo do livro de Deuteronômio. Com certeza, ele deve ter buscado muito a Deus antes de chegar a uma conclusão a respeito da morte de Moisés. Então, revelou Deus a Josué a respeito de Moisés
Josué 1. 1 - 2: "Sucedeu depois da morte de Moisés, servo do Senhor, que o Senhor falou a Josué, filho de Num, servo de Moisés, dizendo: Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel". Deus claramente disse a Josué: Moisés, meu servo, é morto.

Sexto: Se Deus, indicasse o local da sepultura de Moisés, satanás teria instigando o povo a idolatrar seus ossos. Veja que interessante esta passagem bíblica:
Judas 1. 9
"Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda".
Satanás queria saber aonde estava o corpo de Moisés, porque ele não estava encontrando-o. Deus o escondeu, para evitar a idolatria. Um fato parecido com este, é o do tumulo de Davi que esta em Jerusalém Atos 2. 29. Seus ossos são reverenciados até hoje. Pergunto: Imaginem se fossem de Moisés.

Sétimo: Outro fato a se observar, é o da transfiguração de Cristo em Mateus 17. 1 - 9


"Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte, e transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias. E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o. E os discípulos, ouvindo isto, caíram sobre os seus rostos, e tiveram grande medo. E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes, e disse: Levantai-vos, e não tenhais medo. E, erguendo eles os olhos, ninguém viram senão unicamente a Jesus. E, descendo eles do monte, Jesus lhes ordenou, dizendo: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja ressuscitado dentre os mortos".

Transfiguração: Significa, modificar a aparência.Sobre a transfiguração de Cristo: Deus queria mostrar aos discípulos, de que Jesus era verdadeiramente seu filho, e que ele representava a lei (Moisés: representa o grupo dos santos que serão ressuscitados por ocasião da volta de Jesus) e os profetas (Elias: representa aqueles que não passarão pela morte).

Se notarmos nesta passagem, somente Jesus transfigurou-se, destacando-se de Moisés e Elias, tornando assim o centro das atenções.

Podemos usar a passagem de Romanos 3. 21 - 24, para entender-mos melhor a respeito da transfiguração de Cristo: "Manifestou-se agora a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus" Sobre Moisés, se estava morto, e apareceu vivo na transfiguração, então Deus o ressuscitou, e o levou para o seu reino. Motivo pelo qual satanás não estava encontrando o corpo.

Qualquer tentativa de justificar a teoria da reencarnação ou de vida terrena atual, com base na transfiguração ou em qualquer outro dogma ou ensinamento de outro credo, está em direta oposição ao ensinamento bíblico em que esta ordenado ao homem morrer um só vez, vindo depois disso o juízo de Deus, Hebreus 9. 27.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Tudo para glória de Deus !!!


"Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus." 1 Coríntios 10.31


Quando me perguntam: “A Doutrina de Depravação Total é bíblica?”, minha resposta é: “Sim”. Uma das coisas que pretendo dizer com esta resposta é que todas as nossas ações (sem a graça salvadora) são moralmente maculadas. Em outras palavras, tudo o que o incrédulo faz é pecaminoso e, portanto, inaceitável a Deus.

Uma de minhas razões para crer nisto encontra-se em 1 Coríntios 10.31: “Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”.


É pecado desobedecermos este mandamento das Escrituras? Sim.
Por isso, chego a esta triste conclusão: é pecado alguém comer, ou beber, ou fazer qualquer outra coisa, se não for para a glória de Deus. Em outras palavras, o pecado não é apenas uma lista de coisas prejudiciais (matar, roubar, etc.). Pecamos quando deixamos Deus fora de consideração nas realizações triviais de nossa vida. Pecado é qualquer coisa que fazemos que não seja feito para a glória de Deus.

Mas, o que os incrédulos fazem para a glória de Deus? Nada. Conseqüentemente, tudo o que eles fazem é pecaminoso. É isso que pretendo dizer, quando afirmo que, sem a graça salvadora, tudo que fazemos é moralmente ruim.
Evidentemente, isto suscita uma questão prática: como podemos “comer e beber” para a glória de Deus? Tal como, por exemplo, beber suco de laranja no café da manhã?

Uma das respostas encontra-se em 1 Timóteo 4.3-5:
… [alguns] proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado.

Suco de laranja foi criado para ser “recebido com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade”. Portanto, os incrédulos não podem usar suco de laranja para cumprir o propósito que Deus tencionou – ou seja, uma ocasião para ações de graça sinceras, dirigidas a Ele, provenientes de um coração de fé.

Mas os crentes podem, e esta é a maneira como glorificam a Deus. O suco de laranja que eles bebem é santificado “pela palavra de Deus e pela oração” (1 Tm 4.5). A oração é a nossa humilde resposta de agradecimento do coração. Crer nesta verdade, apresentada na Palavra de Deus, e oferecer ações de graça, em oração, é uma das maneiras de bebermos suco de laranja para a glória de Deus.
A outra maneira é bebermos com amor. Por exemplo, não insista na porção maior. Isto é ensinado no contexto de 1 Co 10.33: “Assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos“. “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Co 11.1). Tudo o que fazemos – inclusive beber suco de laranja – pode ser feito com a intenção e a esperança de que será proveitoso para muitos, a fim de que sejam salvos.

Louvemos a Deus porque, pela sua graça, fomos libertos da ruína completa de nossos atos. E façamos tudo, quer comamos, quer bebamos, para a glória de nosso grande Deus!

Bebendo suco de laranja para a Glória de Deus por John Piper.




Fonte: Extraído do livro Penetrado pela Palavra, John Piper, Editora Fiel.





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Tiago irmão de Jesus.Conheça sua vida e trajetória.


Esse é o testemunho mais detalhado de Hegésipo, em que concorda plenamente com Clemente. Tiago era de fato tão admirável e tão celebrado entre todos por sua retidão, que mesmo os mais sábios dos judeus pensavam que a morte de Tiago fora a causa do cerco imediato de Jerusalém.


Quando Paulo apelou a César e foi enviado a Roma por Festo, os judeus, desapontados em sua esperança de vê-lo atingido pela trama por eles armada, voltam-se contra Tiago, o irmão do Senhor, a quem os apóstolos haviam confiado o assento episcopal em Jerusalém.


Suas medidas nefastas contra ele foram as seguintes:


Eles o conduziram para um lugar público e exigiram que renunciasse à fé em Cristo diante de todo povo, mas contrariando as expectativas de todos, em voz firme e muito acima do que esperavam, declarou-se por completo diante de toda a multidão e confessou que Jesus Cristo era o filho de Deus, nosso Salvador e Senhor.


Não conseguindo mais suportar o testemunho daquele que, por causa do elevado nível que tinha atingido na virtude e na piedade, era considerado o mais justo dos homens, mataram-no, usando como ensejo a anarquia reinante, já que Festo havia morrido na judéia, deixando o distrito sem governante nem líder.


Ora, quanto ao modo pelo qual Tiago morreu, já foi declarado pelas palavras de Clemente: que ele foi lançado de uma ala do templo e espancado com um malho até a morte. Hegésipo, que pertence a geração seguinte à dos apóstolos, fornece o relato mais exato a seu respeito em seu quinto livro, como se segue:


Ora, Tiago, o irmão do Senhor que, por haver muitos com esse nome, era chamado justo por todos deste os tempos do Senhor até o nosso, recebeu o governo da igreja juntamente com os apóstolos. Este era santo desde o ventre de sua mãe. Ele não bebia vinho nem bebida fermentada, e se abstinha de alimento animal; nenhuma navalha passava pela sua cabeça; jamais se ungia com óleo e jamais ia aos banhos. Somente ele tinha permissão de entrar no santuário. Jamais vestia roupas de lã, mais de linho.


Ele costumava entrar sozinho no templo, sendo com freqüência visto de joelhos, intercedendo para que o povo fosse perdoado, de modo que seus joelhos ficaram duros como os de um camelo por causa de suas súplicas habituais, ajoelhando-se diante de Deus. Assim, por sus piedade extrema era chamado justo e Oblias ( ou Zadique e Osleã ) que significa justiça e proteção do povo, conforme os profetas declararam a seu respeito.


Assim, alguns das sete seitas dentre o povo, mencionados acima por mim em meus comentários, inquiriram-lhe qual seria a porta para Jesus, e ele respondeu que ele era o Salvador. Pelo que alguns creram que Jesus é o Cristo. Mas essas seitas acima mencionadas não criam nem na ressurreição nem que alguém viria para dar a cada um de acordo com suas obras, mas os que acreditaram nisso, acreditaram por causa de Tiago.


Ora, desde que muitos, mesmo dos governantes, creram, houve um tumulto entre os judeus, escribas e fariseus, dizendo havia o perigo de todo o povo esperar Jesus como o Messias. Assim reuniram-se e disseram a Tiago: " Rogamos que refreies o povo que se extravia após Jesus como se ele fosse o Cristo. Rogamos que persuadas corretamente a respeito de Jesus todos os que vêm para o dia da Páscoa, pois todos nós confiamos em ti. Assim coloca-te numa ala do templo para que possas estar bem visível no alto e para que tuas palavras possam ser facilmente ouvidas por todo povo, já que por causa da Páscoa todas as tribos estão reunidas, e também alguns gentios".


Assim, os já mencionados escribas e fariseus colocaram Tiago num ala do templo e gritaram para ele: " Ó justo, em quem todos devemos acreditar, uma vez que o povo está se desviando após Jesus que foi crucificado, declara-nos: Qual é a porta Jesus que foi crucificado?. E ele respondeu em alta voz: " Por que me perguntas a respeito de Jesus o filho do homem? Ele está assentado nos céus à direita do grande Poder e está para vir nas nuvens do céu". E muitos foram confirmados e gloriavam pelo testemunho de Tiago dizendo: " Hosana ao Filho de Davi". Então os mesmos sacerdotes e fariseus disseram uns aos outros:" Fizemos mal em conceder tal testemunho a Jesus, mas vamos e o lancemos do alto para que temam crer nele".


E gritaram dizendo: " Ah, ah, o próprio justo está enganado", e cumpriram o que está escrito em Isaías: " Tomemos o justo, pois nos causa repulsa. Portanto eles comerão o fruto de suas obras" ( Is 3 ). Assim subiram e lançaram o justo dizendo uns aos outros: " Apedrejemos Tiago, o justo", e começaram a apedrejá-lo, uma vez que não morreu de imediato quando lançado, mas virou-se e se ajoelhou, dizendo: " Imploro a ti, ó Senhor Deus e Pai, que os perdoes, pois não sabem o que fazem". E assim o apedrejavam quando um dos sacerdotes dos filhos de Recabe, filho de Recabim, de quem testemunhou o profeta Jeremias, clamou: " Parai! Que estais fazendo? O justo está orando por vós". E um deles, lavandeiro, atingiu a cabaça do justo com o malho que usava para bater as roupas. Assim Tiago sofreu martírio e o sepultaram no lugar junto ao templo, e seu túmulo ainda permanece.


Ele tornou-se verdadeira testemunha tanto a judeus como a gregos de que é o Cristo. Logo depois disso Vespasiano invadiu e tomou a Judéia". Esse é o testemunho mais detalhado de Hegésipo, em que concorda plenamente com Clemente. Tiago era de fato tão admirável e tão celebrado entre todos por sua retidão, que mesmo os mais sábios dos judeus pensavam que essa fora a causa do cerco imediato de Jerusalém, que teria ocorrido por nenhum outro motivo, senão o crime contra ele. Josefo também não hesitou em acrescentar esse testemunho em suas obras: " Essas coisas", afirma, "aconteceram aos judeus para vingar Tiago o justo, que era o irmão daquele chamado Cristo, e a quem os judeus mataram apesar de sua destacada retidão".


O mesmo autor também narra sua morte no vigésimo livro de suas antiguidades, com as seguintes palavras:" Ora, quando Cesar ouviu a morte de Festo, envidou Albino como governador da Judéia. Mas o Anano que, conforme mencionamos, havia recebido o sumo sacerdócio, era especialmente audaz e ousado quanto a disposição. Ele também era da seita dos saduceus, os mais cruéis de todos os judeus na execução do julgamento, conforme já explicamos. Assim, tendo esse caráter, e pensando que tinha uma oportunidade adequada em relação a morte de Festo e Albino ainda estar a caminho, Anano convoca uma assembléia de juízes e levando o irmão de Jesus chamado Cristo, cujo nome era Tiago, e alguns outros, apresentou uma acusação contra eles, como se tivessem violado a lei e os entregou para serem apedrejados como criminosos.


Mas os que na cidade eram considerados mais ponderados e mais estritos na observância da lei ficaram grandemente irados com isso e o comunicaram secretamente ao rei, rogando-lhe que escrevesse a Anano para que desistisse de fazer tais coisas, dizendo que não agiria legalmente mesmo antes. Alguns deles também foram encontrar-se com Albino quando chegou em Alexandria e explicaram que era ilegal Anano convocar o sinédrio sem seu conhecimento. Albino, influenciado por esse relato, escreve irado para Anano, ameaçando chamá-lo para um ajuste de contas. Mas pelo mesmo motivo, o rei Agripa o destituiu do sumo sacerdócio quando o havia exercido por três meses, e nomeou Jesus, filho de Dameu, como seu sucessor".


São tais os relatos a respeito de Tiago, de quem se diz que teria escrito a primeira das epístolas gerais ( universais ); mas deve-se observar que é considerada espúria. De fato, não muitos dos antigos a mencionam, nem a chamada epístola de Judas, também uma das sete chamadas epístolas universais. Entretanto sabemos que essas cartas, e o restante, têm sido empregadas publicamente na maioria das igrejas.

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Fonte: História Eclesiástica, Eusébio de Cesaréia (CPAD)






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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Jamais me esquecerei de ti !!!


“Então chegou Jesus no Getsêmani e disse aos seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. E levando consigo Pedro e dois dos filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. Então disse-lhes: a minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui e vigiai comigo. E indo um pouco adiante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: ‘Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como Tu queres’. E voltando-se para os seus discípulos achou-os adormecidos; e disse a Pedro: ‘Então nem uma hora pudeste vigiar comigo?’” (Mt 26.36- 40.)



Era chegada a hora em que Jesus seria preso e crucificado. Ele começava a sentir ali o peso do pecado da humanidade sobre seus ombros e queria ter ao seu lado seus amigos, seus discípulos que há três anos conviviam com Ele. Ele era Deus sim, mas, naquele momento, como homem, Ele sentiu a “necessidade” de ter alguém ao seu lado, para, pelo menos, orar com Ele. Mas isso não aconteceu. Ao voltar, encontrou Pedro, aquele que dissera que se entregaria à morte por amor a Jesus, adormecido.


Este fato ocorrido com Jesus, infelizmente, acontece conosco corriqueiramente. Quem de nós nunca se sentiu só em sua vida? Muitas vezes estamos rodeados de amigos, de pessoas que nos amam, que confiam em nós, que nos querem muito bem... mas, de repente, olhamos ao nosso redor e não encontramos um ombro amigo, alguém que possamos desabafar, que possamos despejar o sentimento de tristeza que abate o nosso coração em determinadas situações. As lutas, as perdas, os problemas que assolam a nossa alma nos fazem mergulhar num mar de escuridão e de tristeza. E esse sentimento de encontrar-se só na multidão é que faz com que muitas pessoas entrem em solidão, chegando até a ter uma depressão. Num momento de “desespero” imaginamos até que o Pai, o Deus que nos criou, esqueceu-se de nós! Seria isso verdade? Não!


“Mas Sião diz: Já me desamparou o Senhor; o Senhor esqueceu-se de mim! Pode uma mulher esquecer-se do filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que na palma das minhas mãos te tenho gravado.” (Is 49.14-16a.)


Que alegria! Que gozo! Não importam as lutas pelas quais estamos passando! Não importam as assolações que têm chegado a nossa vida! Não importa se a bênção tão prometida ainda não chegou e temos nos desesperado de tristeza diante da situação! Não importa se os nossos amigos nos abandonaram! Não importa se mesmo em meio a uma multidão estamos nos sentido só! Deus o Senhor, dono do nosso coração, nos conhece e tem na palma das mãos a nossa vida! Glórias a Ele! Eu não estou só! Você não está só! Mesmo que todos nos desamparem, Ele está conosco em todos os instantes da nossa vida! Por mais difícil que seja, por mais “abandonados” que possamos nos sentir, assim como Jesus no Getsêmani, o Pai jamais nos abandonará. Ele é o nosso supremo Pastor e tem o controle de todas as coisas. Aleluia! Basta crer, basta confiar, basta acreditar e descansar sob os braços fortes do Senhor. Ele jamais nos abandonará. Ele nunca dorme. Ele nos ama e prometeu que até a consumação dos séculos estará no nosso meio! (Mt 28.20b.)


Dizem que amor de mãe é único. Uma mãe vive com o filho durante 9 meses em seu ventre com todo cuidado, carinho, aguardando o momento de conhecer aquela dádiva que Deus está lhe dando. Depois vive meses em claro às madrugadas cuidando de seu filho, amamentado, zelando por aquele pequeno ser que depende quase que exclusivamente dela para viver. Teoricamente, é impossível que uma mãe esqueça-se do seu filho depois de tudo que ela passou para tê-lo ao seu lado. Mesmo que isso viesse a acontecer, o nosso Pai Celestial jamais nos abandonaria. Você é o filho amado, a filha amada do Pai. Ele jamais deixou você, e nem lhe deixará. E Ele lhe diz assim: “Levanta os olhos ao redor e olha; [...] vivo eu, diz o Senhor [...] porque, nos teus desertos, e nos teus lugares solitários, e na tua terra destruída, te verás, agora, apertada de moradores, e os que te devoravam (a tristeza, a dor, a luta assolação) se afastarão para longe de ti.” (Is 49.18-19.)


Por Renata Lima

Fonte : Adore Mais

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Somente ELE, nada mais que ELE !!!


Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos.


Após os momentos de luta, solidão e dor pelo quais Jó passou, ele fez uma das mais belas declarações contidas na Palavra: “Antes te conhecia de ouvir falar. Hoje meus olhos te veem” (Jó 42. 5) Jó em meio a tantas assolações, inimagináveis para um ser humano suportar, pôde experimentar a glória de estar com o Senhor, de caminhar com Ele.


Todos seus amigos o abandonaram. O criticaram, blasfemaram, fizeram-lhe acusações enganosas... Enfim, somente o Senhor demonstrou a verdadeira amizade.Nesses últimos dias o Senhor tem ministrado uma canção tremenda que traz uma verdade sobrenatural ao meu coração. Algo tão simples, tão “normal”, tão “repetido”, mas que tem feito uma grande diferença dentro de mim. A canção tem como título original “More Than Friend”.


Ela simplesmente diz que o Senhor é mais que um amigo! Que nada vai nos faltar, que a sua graça vai nos restaurar, e o mais importante: a força da nossa vida está na sua alegria.Tão “normal” ouvir que o Senhor é o nosso melhor amigo, não é verdade? Mas há momentos em que damos mais importância aos nossos amigos humanos do que ao Pai celestial!


Achamos que eles são infalíveis! Que jamais nos deixarão sozinhos, pois nos amam de verdade e já nos deram provas desse amor por várias vezes! E eu concordo! Tenho amigos que, como diz a Palavra, são mais achegados que irmãos (Pv 18.24)! Mas como humanos que somos, mesmo os melhores amigos, um dia irão falhar.Isso será inevitável! E quando eles falham, quando nossas expectativas depositadas neles se frustram, achamos que mais nada vale a pena.


A tristeza, a decepção, a depressão, invadem a nossa alma, o nosso coração! E o Amigo dos amigos? E o “Mais que um amigo”? Ele estará ali, juntinho de nós para nos atender, nos ajudar, consolar nosso coração e aquietar nossa alma! Ele é o único que jamais nos abandonará! Nunca nos deixará só e mais: sempre superará nossas expectativas! Jó viveu isso, e depois de tudo, depois que todos os amigos lhe deixaram, depois que todos o abandonaram, ele percebeu que o único, durante todo o instante – mesmo sem perceber, que não o deixou só, foi o Senhor Deus.Não importa a situação que você esteja passando; rejeição, abandono, desprezo, o “Mais que um amigo” está do seu lado!


Olhe e veja, ele está à espera de sua atenção para conversar com você! Ele jamais o abandonará! Ele, o Senhor Jesus, nos deu a maior das provas de amor que alguém poderia fazer, a fim de demonstrar o tamanho de uma amizade: “Ninguém tem maior amor do que esse: dar a vida pelos seus amigos.” (João 15.13.)


Ele se entregou na cruz por mim e por você. Não faria Ele, então, qualquer outra coisa?Confie! Descanse! Ele é fiel! Mais que um amigo, sim, Ele é!!!







Por Renata LimaPedagoga, Líder do Ministério de Coreografia da Primeira Igreja Batista em Pirajá – Salvador/Bahia

Prostituição , bi-polaridade ou falta de vergonha na cara ?


1-Malafaia no 25a. hora sempre defendendo a Universal e a Record contra a Globo



2-Malafaia defendendo a Universal e a Record em 1995



3-Malafaia confessa que defendeu a IURD em 1995 e agora, em 2007, ataca a Record e a Universal



4-Malafaia atacando o G12 e Renê Terra Nova

5-Malafaia defendendo Renê Terra Nova

http://www.youtube.com/watchv=KWS22SWQ2E4&feature=PlayList&p=A4B600018B5AB27C&playnext=1&playnext_from=PL&index=93

6-Malafaia atacando e depois defendendo a Teologia da Prosperidade

http://www.youtube.com/watch?v=vIqlgON1Sn4&feature=related


7-Malafaia respondendo às afirmações de Caio Fábio

http://www.youtube.com/watchv=4apVcz3Z5m0&feature=PlayList&p=F4CE2544D732C350&playnext=1&playnext_from=PL&index=37







MARCAS DE CRISTO MOSTRANDO A COBRA E ...

VOCÊ DECIDE!!!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Se não pregarem a verdade de nada adianta !



Está mais que provado que os nobres “televangelistas” de evangelistas não tem absolutamente nada! Há muito (ou nunca!) que não contribuem em nada com a Igreja do Senhor, apregoando a mensagem da Cruz, que leva o pecador a uma mudança de vida e cria neste a esperança de uma vida futura, uma vida com Deus, em um novo Céu e uma Nova Terra, longe da corrupção, livres do pecado, da dor, das mazelas deste século.

Estes, mais (ou somente!) interessados em se autopromover, criar para sí próprios patrimônios nunca antes imaginados, ajuntando tesouros nesta terra, não têm feito absolutamente nada por aqueles que caminham a passos largos para o inferno. Ou melhor, o que tem feito é nada mais do que enganá-los ainda mais e fazer com que estes passos sejam mais rápidos, tirando-lhes a esperança da Glória.

Está na hora de dar um basta em toda essa palhaçada. Assista (ou tente!) a um programa destes nobres cavalheiros e veja se há algum confronto ao pecado, algum desafio para mudança de vida ou, no mínimo, um compromisso com a Verdade de Cristo. Não, não há! O que existe são somente mensagens triunfalistas, apologia radical à MALDITA teologia da prosperidade, charlatanismo, curandeirismo, uma psicologia barata e enganação, muita enganação e mentira.

Se você está se sentindo agredido com estas palavras quero te desafiar a achar razão bíblica para todas estas babozeiras que estes nobres senhores tem aprontado e que você tem defendido, porque eu creio que na sua busca pela Verdade, a única Verdade, você verá que nada disso que te tem sido prometido é pautado ou autorizado por Deus.


Agora, se você encontrar respaldo na Palavra de Deus para toda essa malandragem, tenha certeza de que eu retiro todas as minhas palavras e passarei a ser mais um destes malandros enganadores. Faça isso: busque, estude, investigue. Mas com imparcialidade, com o coração aberto para, principalmente, o Espírito Santo lhe falar doce e suavemente.

Até quando vamos ter que aturar estes “caras” invadindo nossas casas com mensagens diabólicas? Corra, desligue sua televisão!

Em Cristo, que entregou Sua vida na Cruz, não para me dar carro importado ou mansão em Miami, mas para me perdoar, me limpar e me livrar do pecado, garantindo vida eterna diante de Deus.

Fonte : Danilo Miguel semforma.blogspot.com
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Fora profetas da teologia da prosperidade!!!
Não queremos o seu ge$ui$ !!!
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Silas Malafaia : porque no te callas ?


Eu já estava indo dormir quando entrei no Orkut e esbarrei com um recado do Cláudio, do Exejegues. Cliquei no link e acabei assistindo um vídeo nauseante. Nojento. Sinceramente, fazia tempo que eu não via tanta hipocrisia gospel junta em um só programa de TV. Trata-se de um vídeo gravado no final de 2007, em que o ex-bigodudo da Vila da Penha, ex-apologista e mais novo defensor da Teologia da Prosperidade, senta no próprio rabicho e começa a falar do rabicho (sujo!) do Edir Macedo.

Sim, é ele! O mesmo que em 2007 já estava vendido aos modismos da Confissão Positiva, e que promove a Bíblia de Judas Iscariotes, cujos comentários são uma catástrofe doutrinária.


Sim, é ele! O mesmo que há alguns dias atrás, acompanhado por Morris Cerullo, tentava empurrar-nos a tal Bíblia mediante a módica contribuição de 900 reais (!).


Sim, é ele: o telepastor Silas Malafaia.Tão logo voltou a circular, o fato foi rapidamente noticiado por Ricardo Feltrin, o mesmo que andou tirando uma casquinha do Marco Feliciano no final do ano passado."Deus me levantou para falar [...] Como é que uma igreja investe milhões numa TV só pra ganhar audiência? Todo tipo de imoralidade numa TV bancada com dinheiro de oferta e de dízimo?", diz Malafaia, como se ele mesmo não estivesse nem um pouco interessado em audiência.


Tá bom; me engana que eu gosto."Vou te dizer... Lúcifer, Satanás... Eles caíram por três motivos, irmão: soberba, multiplicação do seu comércio e poder. Estou vendo a história se repetir com vocês", reverbera o pastor, um exemplo de humildade a denunciar a soberba alheia. Desse trecho, a parte que mais me faz rir (e chorar!) é quando ele fala da "multiplicação do seu comércio". Logo ele, que anda faturando uma fortuna vendendo Bíblia a 900 paus!


E o teu comércio, senhor Silas (mascate!) Malafaia? Como é que fica? Mas assim é o macaco; senta no próprio rabicho e desce a ripa no rabicho do outro."Estou dando alerta como um profeta de Deus. A comunidade evangélica não vai ser jogada numa guerra porque alguém que tem um problema emocional não resolvido", diz o pastor-psicólogo, num arroubo clínico ou quiçá em meio a um desabafo catársico.


Vai saber, né?É, pessoal... Sei naum, mas tô achando que é o Silas que tem que procurar um PSICÓLOGO. Ao que tudo indica, ele anda mesmo mal da cachola. Sabe como é: Santo de casa não faz milagre.




Comentário de Genizah : Silas Malafaia é um sem noção que já perdeu o senso do ridículo. Ele fala e defende alguém e seis meses depois muda o discurso: Já falou mal do Terra Nova e depois se juntou com ele, atacou violentamente (por anos!) a teologia da prosperidade e agora aplica golpe barato (de categoria, não de valor! Risos.) de prosperidade por 900 contos.

Falou muito mal da bola de neve e depois só faltou fumar uma baseado com o apóstolo surfista.Beijou o pastor Caio Fábio e depois, tal qual judas, o traiu.

Esculachou e chamou o casal 171 da renascer de pilantras e depois só faltou mandar flores para a recepção em Cumbica...

E mais e mais e mais...É o apóstolo PMDB. O “pastor” senador. O SARNEY PENTECOSTAL (agora sem o bigode).


Um constragimento para seus irmãos!

Fonte: Retirado do Blog do irmão Danilo Fernandes GENIZAH
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COMENTÁRIO MARCAS DE CRISTO :
Assino aonde ?
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Confissões de um Pastor


Confesso que sou jovem demais para um texto de confissões. Ainda que seja curto e sem maiores implicações. Não sei se é prudente. Agostinho escreveu as suas já com alguma maturidade, aos 43 anos de idade, aproximadamente. Considerava-as muito mais uma iniciativa de adoração que de culpa ou auto-exposição. Talvez por isso eu tenha criado coragem: não quero considerá-las qualquer biografia ou descrição de trajetória pessoal, mas uma declaração de fraqueza que honre a Deus e ajude outros, sobretudo os que sentem como senti em vários momentos dessa breve história pastoral.

Confesso que não tinha idéia do peso que acompanha o ministério pastoral. Não apenas aquele que resulta dos sofrimentos em geral, participados pelas pessoas ao pastor em quem confiam e que com elas também sofre, mas aquele que, infinitamente mais pesado, resulta exatamente desta confiança, que faz com que nos vejam como líderes que não somos, cheios daquelas qualidades idealizadas que não temos. Superam-nos, em busca do “pastor”. Não lhes importa nossa juventude; não porque desprezam-na, mas porque não lhes comunica o que deveria. Chamam-nos “pastor” e “senhor”, mesmo que poderiam ser nossos pais. Confiam-nos suas almas de imediato, embora demoremos para nos perguntar: quem somos nós – ou o que temos nós – para cuidarmos de tantas?

Confesso que almejava o lado aparentemente mais glamouroso do ministério pastoral. Acreditava não haver nada mais entusiasmante que a pregação, até começar a lidar com sua real dificuldade: o que dizer, semanalmente, a um mesmo povo, que torna-se cada dia mais exigente e com memória cada vez mais fiel. Erasmo de Rotterdam diria: “odeio o ouvinte de memória fiel”. Cri que daria conta, tranqüilo, dos aconselhamentos, até começar a perceber que o problema das pessoas não é a ignorância sobre as soluções disponíveis, mas uma infinidade de medos a que não temos acesso, senão com muita paciência, acolhimento e amor. Acreditava que organizaria facilmente os ministérios e departamentos da igreja, conforme os muitos manuais à disposição para qualquer tipo de visão eclesiástica, até que comecei a perceber que não é organização que falta à igreja, mas comprometimento.

Confesso que me vi sozinho inúmeras vezes. Encontrei mais concorrentes que amigos entre aqueles que, como eu, lançaram-se ao desafio do ministério. Comportei-me também, muitas vezes, como um competidor, em busca da maior igreja, da mais numerosa membresia, da maior arrecadação e dos melhores contribuintes. Alimentei certa inveja, quando tais resultados se faziam presentes no arraial do colega. Embora tenha sido politicamente correto, sem jamais ultrapassar certos limites éticos e de convivência, reconheço que Deus sabe o que passou em meu coração nessa complicada área das realizações e dos resultados. Chorei diante Dele, mas não pude compartilhar minhas dores. Demorei para encontrar em quem confiar, pessoas que não exporiam meus dramas juvenis para minar as bases de meu pastorado.

Confesso que, desde o começo, faltaram referenciais mais sólidos para a construção de meu caráter. Não somente morais, pois que não foram poucos os escândalos que vi envolvendo pastores e líderes, mas inclusive de paciência e incentivo. Por que os mais velhos não podem relevar a mocidade dos mais novos? Por que exigem tanto? Olham-nos com evidente desconfiança, enciumados, afastando-nos de si mesmos e de seus ambientes de poder ou influência. Não poderiam ensinar-nos? Compartilhar conosco suas experiências e descobertas? Poupar-nos dos mesmos erros que cometeram, para que possamos cometer erros novos? Confesso que precisei de guias mais confiáveis e amorosos, dispostos a abençoar meu ministério sem que desejem se impor sobre mim ou desqualificar-me diante das ovelhas que Deus mesmo me confiou.

Confesso, depois de não muitos anos, que não tenho as respostas que achava ter, lá no começo. Há muitas frustrações e desilusões reservadas para os pastores. Pensei em desistir e, às vezes, até hoje, ainda penso. Creio que Karl Barth tem razão quando diz que “os apóstolos e profetas não querem ser o que são; eles têm de ser. E, todavia, eles são”. Agora entendo quando Tiago orienta a que não muitos de nós aspirem ser mestres. Identifico-me com Jeremias, quando derrama-se diante de Deus, seduzido pela vocação e apavorado com suas implicações, oscilando entre o não querer falar e a percepção de um fogo que o queima até que fale. Deus é um fogo consumidor. Não nos queima por que não somos o que quer que sejamos, mas até que o sejamos. E, assim, vamos de dor em dor, de luta em luta, de fé em fé.

Mas confesso que, apesar de toda angústia envolvida, é maravilhoso estar onde se crê ser a vontade de Deus. O resultado que vale é um coração confiante na graça de Cristo e na vitória de Sua cruz. O caminho Dele também não foi fácil.
Oposições, acusações, traições e negações de toda ordem marcaram sua trajetória terrena. Deus, porém, o exaltou sobremaneira, dando-lhe um nome acima de todo o nome, para que ao nome de Jesus todo joelho se dobre. A começar pelos nossos joelhos de pastores, nem sempre tão prontos a encontrar o solo da oração e do quebrantamento. Jesus é nosso modelo. Sua humildade e obediência, nossa meta. Seu Espírito, nossa força. Deus é fiel. Cuida de nós e supre nossas carências. Sem falar nas pessoas que levanta para, contra tudo e contra todos, nos abençoar. No fim das contas, são muitas. Não esperam nada em troca e dão-nos o melhor de seus corações. Renovam-nos a esperança e a disposição para seguir em frente. São verdadeiras dádivas, amigos mais chegados que irmãos.

Deus os conserve e a nós, na missão de implantar o Seu Reino e morrer para o mundo. A cada dia. Até aquele dia. Maranata.
Fonte: Instituto Jetro por Marcelo Gomes
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domingo, 23 de agosto de 2009

Apologética: A importancia de defender com clareza a sua fé


Certamente, todos os cristãos evangélicos, em algum momento de sua vida, já foram confrontados com questionamentos quanto à fé que professam. Isso não vem de hoje. A história nos mostra que em todos os períodos da história humana Deus e o Cristianismo têm sido atacados.

Na Bíblia, encontramos o texto áureo da defesa da fé cristã. Está em I Pedro 3:15: "Antes santificai a Cristo em vossos corações e estejais sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós".


Nesse trecho, Pedro nos dá as bases da defesa da apologia cristã. Em relação à pessoa de Cristo é necessário "santificá-lo em nossos corações"; em relação a nós mesmos: "estarmos preparados"; e em relação aos nossos oponentes: "responder com mansidão e temor".A defesa da fé é denominada "apologia" - que do grego significa "resposta" ou "discurso de justificação". Ela compõe um conjunto de respostas às perguntas feitas sobre Deus, Jesus e o pensamento cristão.


A apologética é essencial à prática missionária. Existem vários tipos de apologética, mas o mais importante a considerar é que só é capaz de defender a fé aquele que tem convicção, certeza de salvação em Cristo Jesus.


Não é objetivo da apologia tão somente ganhar debates/discussões no âmbito filosófico, científico ou teológico, antes pretende cumprir o Ide de Jesus, de forma a pregar o Evangelho de forma a dissipar todas as cosmovisões que sejam antagônicas ao Cristianismo.


A apologética sempre teve grande importância na história da Igreja e foi vital no Novo Testamento para auxiliar os crentes em sua caminhada inicial diante de um mundo contrário à nova fé. Se a apologética foi importante naquela época, quanto mais agora, no mundo atual, que têm sido caracterizado por movimentos filosófico-teológicos denominados como secularismo, relativismo, ateísmo, pós-modernismo e pluralismo.


Nesse contexto social, é de responsabilidade de cada cristão levantar a bandeira do Evangelho e defender as verdades bíblicas não apenas verbalmente, mas também com seu comportamento - é aí que entra o crescimento pessoal a partir da defesa da fé.


Em Tiago 2:18 lemos: "Tu tens fé e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé". São nossas atitudes e nosso coração na obra que refletem a importância de Deus em nossas vidas. Fazer o bem, testemunhar é o comportamento natural de quem está integrado ao propósito de Deus.


É necessário que o crente esteja respaldado por conhecimento a cerca de sua fé, a partir de um estudo sólido e permanente da Palavra de Deus. Nossas atitudes falam muito e o tempo todo. O amor pelas almas perdidas deve ser sempre nosso objetivo, pedindo sempre sabedoria à Deus na hora de defendermos nossa fé.
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sábado, 22 de agosto de 2009

O cenário da cruz. O sofrimento que você pensava que sabia !!!


O sofrimento de Jesus na cruz

Relato que descreve as dores de Jesus feita por um grande estudioso francês.


O médico Dr. Barbet: procurando nos dar a possibilidade de compreender realmente as dores de Jesus durante a sua paixão.


"Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia. Posso portanto escrever sem presunção."

- Jesus entrou em agonia no Getsemani - escreve o evangelista Lucas - orava mais intensamente.


"E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra".


O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas . E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. Se produz em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.

O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o
corpo até a terra.

- Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue.


A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das
costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

- Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).

- Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado.

Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600
metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

- Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz. Alguma vez vocês tiraram uma atadura de gaze de uma grande chaga?


Não sofreram vocês mesmos esta experiência, que muitas vezes precisa de anestesia?


Podem agora vos dar conta do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento.

Como aquela dor atroz não provoca uma síncope?

O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz.


Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício!


Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), o apoiam sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira.


Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter
provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro.


Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos. De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado!


Ao contrário(constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes.


Um suplício que durará três horas.


O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; consequentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente
encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio.


A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas.

Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir.


Tem sede.


Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços
se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. Se diria um ferido atingido de tétano, presa de uma horrível crise que não se pode descrever.


A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair.


Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianótico.


Jesus atingido pela asfixia, sufoca. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio!


Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforçando-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torna mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.

Porque este esforço?


Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem".

Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés, inimaginável!


Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis, zunem ao redor do seu corpo;
irritam sobre o seu rosto, mas ele não pode enxotá-las.

Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura se abaixa.

Logo serão três da tarde.


Jesus luta sempre: de vez em quando se eleva para respirar.


A asfixia periódica do homem que está destroçado.


Uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras,
a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?".


Jesus grita: "Tudo está consumado!".


Em seguida num grande brado disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito".

E morre.
*Comentario Marcas de Cristo : Acho que qualquer tipo de palavra ou frase, seja lá o maior dos vocabulários, tendo o maior de todos os eloquentes pregadores ou dramaturgos não seriam capazes de descrever " taaaaaaal amor "!
Aliás, um amor que tem um alvo.
Você!!!
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Primeiro encontro de editores de blogs apologéticos


O Primeiro Encontro dos Editores de Blogs Apologéticos, será no mês de Março de 2010.

O prezamado, Editor de blog, Danilo Miguel, assumiu com dedicação a iniciativa de preparar o nosso especial website, para a promoção deste evento, que receberá a presença de homens de Deus, envolvidos com a necessidade de produzir, material para alertar, denunciar, e provocar interesse à necessidade da pesquisa e meditação, aos nossos irmãos, bem como, transferir experiências relacionadas às heresias que circulam à nossa volta com base na Palavra de Deus.

A internet, é motivo de tristeza e desolação em muitos lares, mas o Senhor, Nosso Deus, nos capacita para, na mesma internet, estarmos como Atalaias, nestes últimos dias do Final dos Tempos.

O Senhor, tem aberto os olhos de muitos que necessitam, por amor, demonstrar a misericórdia de Deus, como exemplos vivos, sal da terra e luz para o mundo. Desejamos, nesta terra, assumir a função gloriosa de servir ao Senhor, apenas como servos!

O website já está no ar, e a cada dia, atualizaremos com informações de como você, poderá participar, bem como, os Editores que farão parte do Grupo Organizacional deste evento, preletores e o Pregador que os dará a honra de nos entregar a Palavra de Deus ao término do evento.Os Editores, terão a oportunidade de promover o seu blog, com a produção do PRIMEIRO LIVRO editado por Editores de Blogs Apologéticos, com uma das suas matérias em um capítulo personalizado, e escolhido por uma comissão de líderes envolvidos com a Apologia.

Aí está o seu link: http://www.editoresapologeticos.com/


Importante! A sua ORAÇÃO.

No Amor de Jesus Cristo,pr. Newton Carpintero


* Blog "Marcas de Cristo" apóia esta idéia!!!
Faça parte você também!!!

Fonte: Blog do pastor Newton Carpintero




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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Participe já! Movimento "Cansei da teologia da prosperidade".


Cansei de ouvir pregadores da prosperidade dizerem que precisamos decretar a nossa vitória e visualizar a nossa benção material;

Cansei de ouvir pregadores da prosperidade gritarem para Deus reivindicando suas petições;

Cansei de ouvir pregadores da prosperidade dizendo que “salário mínimo” não é coisa de crente;

Cansei dessa teologia que defende que o crente deve morar em mansão, ter carrões, muito dinheiro e nunca ficar doente.

Cansei dessa teologia que valoriza mais as coisas terrenas do que aquelas que são do céu;

Cansei dessa teologia da barganha com Deus, onde você contribui e Ele devolve com juros, correção monetária e muito lucro;

Cansei dessa teologia de fé na fé;

Cansei dessa teologia que ama mais o dinheiro que o próximo;

Cansei dessa teologia consumista, utilitarista e que trata Deus como o Papai Noel;
Cansei dessa teologia da ganância, cujo principal objetivo é fazer com que as pessoas atinjam a independência financeira;

Cansei dessa teologia da auto-ajuda, auto-estima e auto-aceitação;

Cansei dessa teologia que argumenta que Jesus nunca foi pobre;

Cansei dessa teologia que tem criado uma geração de decepcionados nas igrejas;

Cansei dessa teologia pregada e defendida por Edir Macedo, R.R. Soares, Robson Rodovalho, Oral Roberts, T.L. Osborn, Kenneth Hagin, Kenneth Copeland, Benny Hinn, etc, etc.

Cansei da teologia da prosperidade pois a Bíblia diz: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam“. (Mat.6.19,20)

Cansei, não da prosperidade – que é dádiva de Deus, mas da teologia que faz dela o principal foco da vida cristã, em detrimento da salvação e das bençãos espirituais.

Se você também já cansou de tudo isso, demonstre sua indignação.


Participe deste movimento já!


Divulgue em seu blog este artigo e adquira imediatamente este selo!


Blog "Marcas de Cristo" na luta contra os falsos evangelhos!!!

Fonte:http://comoviveremos.com/2008/01/08/movimento-cansei-da-teologia-da-prosperidade/
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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Orgulho espiritual: cuidado!!!


Os olhos altivos a aborrecem a Deus (Provérbios 6:17)


Ter esta atitude espiritual significa soberba, orgulho, vaidade, achar-se uma pessoa que é mais de Deus do que as demais, sentir-se muito especial, achar-se uma verdadeira estrela do Senhor!

A altivez faz com que o cristão acabe perdendo o juízo, pois se sente tão usado por Deus, afinal de contas ele ora e Deus responde, que acaba achando que é um privilegiado na fé.

Mal sabe o orgulhoso espiritual que está a um passo do abismo: o Senhor não faz diferenças entre nós (Deuteronômio 10:17; Atos 10:34 e Colossenses 3:25).

Pregadores ungidos de Deus caíram na condenação de satanás acreditando-se especiais, e que por essa razão Deus lhes concederia prerrogativas especiais em detrimentos dos outros “pobres mortais”. Pensavam “modéstia a parte, eu sou muito usado por Deus” e tiveram trágica derrocada.

A altivez espiritual não é exclusiva dos ministros de Deus, muitos crentes acreditam ser mais santos, mais usados e mais especiais do que os demais e saem por aí “soltando rojões” por isso.

Outros não percebem a estratégia do demônio em querer envergonhá-los e acreditam que o Senhor fala com eles de modo especial, por sonhos, visões, etc... (e Ele realmente fala desta forma também ), e acabam se transformando em "maquinas " de revelações!
No passado o Senhor falou pelos profetas e hoje primordialmente Ele alcança a nossa vida através da Palavra contida nas Escrituras Sagradas.

Veja: Deus pode falar conosco esporadicamente por sonhos ou visões, mas tudo o que Ele diz deve se confirmar na Bíblia. Caso contrário, não aceite, pois satanás pode se fazer passar até por um anjo de luz e tentar enganar você!
Se o lema “eu faço, eu vou, eu resolvo” entrou em cena, você já perdeu porque foi sem Deus!

Quando Deus te usa para abençoar alguém, lhe prospera no ministério ou responde às suas orações é conveniente ter calma, parar e ter cautela: foi Deus quem fez a obra e não você! O Pai é o dono da bênção e você é apenas o emissário usado por Ele.

O seu caso não é diferente do de ninguém, você não é uma exceção.
Saiba que os olhos altivos acabam em pecado, transgressão, sujeira e desonra ao Nome do Senhor e os Seu Reino!

Um triste exemplo das conseqüências do orgulho espiritual está na atitude de Pedro logo após este ter confessado a Jesus como o Cristo de Deus (Mateus 16:16).
O apóstolo recebeu de Deus a revelação de que Jesus é o Filho de Deus (Mateus 16:18). Um entendimento tão poderoso que seria a base para edificação da igreja do Senhor.

Logo em seguida o Senhor Jesus revela o plano de Deus para si, a missão pela qual Ele havia sido enviado a nós. (“Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia.” Mateus 16:20)

Ciente do que ocorreria, Pedro achou-se tão especial que passou a repreender o próprio Senhor Jesus! Ele foi usado por satanás devido à porta de entrada aberta pela sua altivez espiritual.

(“E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso. Ele, porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens. Mateus 16:22 e 23)

A soberba espiritual abre a porta para o diabo nos destruir.

Logicamente deve ficar atento para fugir de assuntos pecaminosos.

Deus foi transparente com Josué “nem para a direita e nem para a esquerda”, ou seja, nem para o pecado nem para o fanatismo.


O fanático é alienado a cerca do que ocorre ao seu redor, não convive com todos harmoniosamente e não consegue ser amigo de ninguém. Perdeu a alegria, não é ajudador, virou um bicho enjaulado do qual ninguém quer se aproximar. Ele afasta as pessoas e perde até a sua própria família. Será que é isto que Jesus requer daqueles que levam o Seu Santo Nome?

Se você já conhece Jesus tem algo muito especial para dar às pessoas, com atos de amor e com sabedoria, não com fanatismo!

A raiz do fanatismo e da queda é o orgulho espiritual. O crente vira um verdadeiro extraterrestre, acredita que só ele é um ser especial em detrimento ao seus própios irmãos na fé.

A palavra é clara: a soberba precede a ruína, o espírito altivo está a um passo de cair. (“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” Provérbios 16:18)

Olhar os outros “de cima” não é um bom sinal, se estiver sentindo-se melhor e mais santo do que os demais é bom dar um passo atrás agora mesmo, pedir misericórdia a Jesus para não cair no abismo!

Antes de qualquer prerrogativa você é um ser humano, seja normal, ligado com Deus, animado, alegre, doce, amigável, pratique esportes, fale de bons assuntos (tudo o que é útil, necessário, verdadeiro, agradável, que seja proveitoso para si e para os demais) e tenha sincero interesse pela vida em comunhão com seus irmãos.

Vivendo em equilíbrio espiritual honramos ao Reino de Deus onde quer que estejamos.

Em Nome de Jesus.



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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Apologética, uma necessidade para o evangelismo !


Uma necessidade para o evangelismo


É indiscutível o fato da apologética se tornar cada vez mais necessária para a proclamação da Palavra de Deus. Apologética não consiste apenas em defender a fé cristã, mas também em anunciá-la ou servir como um instrumento indispensável para esta anunciação. A apologética sem o evangelismo é praticamente vã e o evangelismo sem a apologética se torna cada vez mais ineficaz.


A simples defesa do cristianismo é inútil quando não temos posteriormente a essencial proclamação da Palavra. A defesa é útil para a proclamação e deve estar intimamente relacionada a esta última. É preciso entender o quanto à apologética é útil, mas também o quanto ela pode se tornar inútil quando não utilizada de forma correta.


O apologista cristão Francis A. Schaeffer dizia que o homem moderno, quase em sua totalidade, está tomado pelo relativismo.


O pensamento moderno mudou drasticamente o homem e para tanto se torna imprescindível que as formas de evangelismo também sofram intensas mutações. Uma destas mutações é aliar-se forçosamente a apologética.


O relativismo a que Schaeffer se referia pode ser verificado na prática. Estou evangelizando uma jovem de 21 anos, ela diz que todas as coisas etéreas que formam o homem, tais como moral e sentimentos, tem fundamentação orgânica.


Este pensamento conduz necessariamente ao relativismo, pois reduz a moral a um mero mecanismo orgânico (como um hormônio, por exemplo), e pensando assim existe uma relativização do certo e do errado. O homem é reduzido a um ser impessoal e suas atitudes não são essencialmente certas ou erradas, mas indicam sua necessidade de sobrevivência. Como na selva os animais lutam pelo seu espaço (e não precisam se culpar se matam um ao outro para conquistar seus objetivos), os homens também não precisam se culpar se passam por cima do seu próximo – isso é inclusive necessário para a manutenção da raça humana.


A minha pergunta é a seguinte: como é possível simplesmente evangelizar uma pessoa assim? O evangelismo puro e simples neste caso não surtirá muito efeito, pois a mente desta jovem está tomada pelo relativismo. Se ela não diferencia o certo e o errado, simplesmente dizer a ela que Cristo morreu em seu lugar se torna algo incompleto e ineficaz. Aqui nasce a apologética, enquanto uma ferramenta eficaz para o evangelismo.


No caso desta jovem, preciso prová-la que somos munidos sim de uma moral, que está longe de ser um mecanismo puramente orgânico, e para tanto necessito da apologética. Preciso defender racionalmente minha fé e mostrá-la como seu pensamento está baseado na irracionalidade. A partir daí será possível evangelizar, sem estar falando ao vento.Insisto novamente que a apologética é importante, mas que deve ser seguida do evangelismo, ou tudo volta à estaca zero.


A apologética deve fazer parte do processo evangelístico, e precisa contar para tanto com o essencial auxílio do Espírito Santo. É imprescindível preparar a nova geração para evangelizar utilizando-se da apologética. A cada evolução da ciência, a cada nova filosofia, o homem se afasta mais da realidade da Palavra de Deus. A ciência vai se multiplicando e a amor se esfriando.


Cabe a nós, como cristãos, defender e comunicar o Evangelho transformador, e não transformado, nos adaptando as inevitáveis transformações do mundo.